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| Trump para o espaço - JPM Consultores |
Breaking News - Uma boa notícia para o planeta: Trump vai viver para Marte
Gestão | Vendas | Marketing | Histórias | VESPAS | Coisas boas e um pouco de tudo What I think, what I criticize, my texts, other people's texts, interesting information from the eighth column and others that I find funny (I hope). I'll add some photos and anything else that comes to mind. Content by myself and some other stuff. email:joaodavespa@gmail.com / joao@jpmconsultores.pt Quotes: - If you think education is expensive, try ignorance - what you know is worth more than you think
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| A tesoura de Trump |
“A felicidade da vida depende da qualidade de nossos pensamentos” Imperador Marco Aurélio
Começo por uma imersão na história do século passado.
Refiro-me às interferências governamentais nas universidades durante os regimes de Hitler e Estaline oferecem-nos paralelos históricos perturbadores. Tudo, nessa altura, foi mais extremado, mais violento...
Na Alemanha nazi, Hitler não se ficou apenas por cortes nas verbas — foi direto à purga. Quando chegou a Chanceler, em 1933, as universidades alemãs, até então mundialmente respeitadas, foram forçadas a demitir académicos judeus e/ou opositores políticos. Rapidamente, estas instituições transformaram-se em centros de propaganda nazi.
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| Queima de livros na Alemanha nazi |
Na União Soviética de Estaline, as universidades foram submetidas ao que se pode chamar de uma “revisão curricular”. O mesmo que o "democrata" Putin continua a fazer. Em ambos os regimes, departamentos inteiros foram encerrados, bibliotecas censuradas, e professores não só demitidos, mas muitas vezes enviados para campos de concentração ou para aquela célebre invenção soviética: os Gulags.
E agora, Putin. A interferência nas universidades segue um caminho mais gradual e sofisticado — coisa de quem já foi espião. O controlo não se manifesta por purgas, mas por meios mais subtis: o financiamento está condicionado à lealdade política.
A principal diferença para a situação actual nos EUA é, por enquanto, a escala e os métodos.
Para além do patético questionário enviado às universidades portuguesas, o Nobel da Paz Trump e os seus acólitos pretendem, entre muitas outras medidas:
• Cortes orçamentais e realocação de fundos: a administração propôs reduções significativas no orçamento do Departamento de Educação.
• Uma Ordem Executiva sobre Liberdade de Expressão: Trump alega que as universidades estão a silenciar as vozes conservadoras.
• Restrições aos estudantes internacionais: impôs políticas mais apertadas para a atribuição de vistos de estudante.
É curioso (ou talvez nem tanto) como, por vezes, um governo que apregoa "liberdade" e "inovação" decide que investir no cérebro é um gasto supérfluo. A educação, segundo Trump, parece querer apostar mais em memes do que em física quântica (que, confesso, também não percebo nada)
Espero, esperamos, sinceramente que a história não se repita.
Quando os líderes começam a desconfiar das universidades, dos livros e de quem pensa de forma independente, raramente procura-se e verdade ou a inovação.
É a tesoura a virar-se contra o conhecimento, contra o futuro.
O problema não é só de Trump. É a aceitação e normalização de um discurso que despreza a ciência, que não acredita na educação e levanta a bandeira da ignorância em bandeira.
"This Woman's Work" da Kate Bush é uma música profundamente emotiva e carregada de significado. Foi escrita para o filme She’s Having a Baby (1988) e toca num momento específico e angustiante da história: o parto da personagem feminina corre mal, e o protagonista é confrontado com a possibilidade de a perder.
A conclusão é vossa.
As versões são tão poderosas...que me presenteio com ambas.
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| Nota falsa ...que pega fogo ao ser manuseada |
Vamos lá proteger as plantas do sol...o que norteia as novas políticas americanas
Estamos perante mais um novo e brilhante capítulo da economia americana.
Ah, falo, claro, das tarifas do presidente Trump — o remédio universal para todos os males económicos. Ninguém explica exatamente porquê, e ainda assim esperam que acreditemos numa América forte e pujante… Só esqueceram de contar aos Fellow Americans que são eles quem vai pagar mais pelos produtos que compram todos os dias.
É fascinante como, após séculos de desenvolvimento da teoria económica, chegámos finalmente à grande descoberta: o caminho para a prosperidade está em cobrar mais por tudo — e por nada. Como no caso dos pinguins consumidores das Ilha Heard e Ilhas McDonald, ávidos consumidores. Trump deve ter pensado que estavam a falsificar o Big Mac.
As empresas americanas que dependem de matérias-primas importadas estão certamente radiantes com a ideia de custos mais altos. E os consumidores? Bem, quem não adora pagar mais só porque sim? "Estas tarifas fazem-nos sentir Gourmet e ricos" ..dizem os americanos.
Por que aprender com a história, se podemos simplesmente repeti-la com entusiasmo renovado?
A verdadeira ironia é que, ao se "proteger" a indústria americana, cria-se um ambiente onde essa mesma indústria torna-se menos competitiva no cenário global.
É como proteger uma planta do sol — feito com as melhores intenções e com resultados totalmente previsíveis.
Vamos todos aplaudir esta gloriosa vitória do posicionamento político sobre o bom senso económico.
As nossas carteiras vão ficar mais leves — mas tudo bem. Podemos consolar-nos com a imagem de Adam Smith a revirar-se suavemente na sua campa.
Parabéns, América.
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Agora para nós, Fellow Europeans (E não digam nada àqueles idiotas americanos…)
Vamos apostar em:
Diversificação comercial acelerada: A UE deve intensificar esforços para concluir acordos comerciais com economias-chave — Mercosul, ASEAN e revigorar os laços com a muribunda CPLP. Menos dependência de mercados instáveis, mais resiliência económica.
Investimento em sectores estratégicos: A EU pode responder com um plano coordenado de investimento para as indústrias mais afectadas.
Diplomacia económica: Formar uma coalizão internacional com as outras economias afectadas. Falo de Canadá, México, Japão e India
Investir em R&D e Educação: Será uma das formas mais estratégicas de contrariar tarifas americanas, especialmente no contexto actual de guerra comercial e protecionismo crescente.
E estes caminhos, todos concomitantes:
• Substituição de Importações
• Aumento da Competitividade Global
• Migar para Sectores de Alto Acrescentado
• Estímulo Económico Interno
Se quisermos proteger as nossas "plantas", então que seja com ciência, sol e estratégia — não com sombras populistas.
ABBA - Waterloo - Talvez a música mas emblemática do Festival da Canção.
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| Jack Welch |
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| O Donald tem acesso ao botão |
E a China? Por muito grande que seja, já não pode voltar aos
tempos de Mao…… não pode teclar o Foda-se para o mundo…. Mesmo que se aproxime
ainda mais de África e que queira tornar os