quarta-feira, 17 de março de 2010

HAM ou Coisas de Macacos

HAM ou coisas de macacos

Quando os macacos se sentem em perigo, o reflexo imediato é juntarem-se todos e catarem-se uns aos outros. Não reduzem o perigo, mas reduzem a solidão.

Nós, humanos, em situações semelhantes, refugiamo-nos e isolamo-nos. Porquê?


HAM, contente e confiante!
Nota: Em 31 de Janeiro de 1961chimpanzé Ham tornou-se o primeiro animal lançado para o espaço, no programa espacial americano.

A sua viagem, na nave 'Mercury Redstone', durou 16 minutos e meio. Embora cansado e desidratado, os exames médicos, depois do regresso, revelaram que o seu estado de saúde geral era bom.

O nome de Ham é um acrónimo do laboratório onde recebeu o treinamento antes de embarcar, o Hollomans'Aero-Medical.

Os resultados do seu teste de vôo conduziram à missão do astronauta Alan Shepard que, em 5 de Maio de 1961, a bordo do Freedom 7 tornou-se a segunda pessoa e o primeiro americano a viajar para o espaço.

O primeiro humano foi Yuri Gagarine, em 12 de Abril de 1961, a bordo da nave 'Vostok 1.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Comportmentos e o "Não é comigo"

Deparo-me (eu e todos) com o "Não É Comigo". Como se a imagem de uma Empresa, de um Serviço não fosse da importância de todos, indepedente da sua posição hierárquica ou da atribuição de funções que lhe foi atribuída.

Este tipo de resposta, muitas vezes, tem origem nas directorias que não formam os colaboradores, que não lhes dão autonomia, que não sabem o poder que tem um elogio e não percebem o alcance negasto de uma crítica (ou mesmo ofensa) pública ou privada.

Convivi algum tempo com alguém que a sua maior arma era a ofensa, o palavrão, a falta de respeito...esta falta de respeito, apesar de ela não saber era, no final de ele para ele...

Acho que não vai chegar a saber.

Alimentos

Alimentos para o bom humor
- Cafeína
- Alho
- Espinafres » velho Popeye
- Mariscos / frutos do mar
- Açucar

Alimentos para controlar o stress e a ansiedade
- Açucar
- Ansiedade

Alimentos que podem aumentar a sobrevida
- Tomate e brócolos/brócolis

Alimentos que podem melhorar a dor de cabeça
- Peixe e óleo de peixe
- Gengibre (que bom)

Alimentação para auxiliar a fertilidade
- Fibra de trigo
- Brócolos / brócolis
- Repolho
- Couve-de-bruxelas
- Couve-flor
- Melão
- Kiwi
- Morangos
- Pimenta vermelha
- Ostras

domingo, 17 de janeiro de 2010

João Paulo Marques / Joni / Joni Carioca / João da Vespa ..e há mais alguns: MOMENTOS DE VERDADE (ou como valorizar os momentos com os Clientes)

João Paulo Marques / Joni / Joni Carioca / João da Vespa ..e há mais alguns: MOMENTOS DE VERDADE (ou como valorizar os momentos com os Clientes)

MOMENTOS DE VERDADE (ou como valorizar os momentos com os Clientes)

MOMENTOS DE VERDADE (ou como valorizar os momentos com os Clientes)


A persistência é o caminho do êxito (Charles Chaplin)

Não vos falo do filme Karate Kid. Falo-vos dos momentos que partilhamos com os nossos Clientes. Estes momentos são excelentes oportunidades para:
- consolidarmos o nosso relacionamento profissional e pessoal (nem sempre este último é uma realidade – não insista se for o caso),
- aprendizado gratuitos (críticas, sugestões e parabéns),
- podermos saber o que anda a concorrência a fazer,
- são momentos em que temos os nossos Clientes a contactar conosco (dizem-nos o que lhes vai na alma).

Hoje em dia por falta de tempo, por preguiça, menor brio no desenvolvimento das funções ou por outras e variadas razões tendemos a contactar com os nossos Clientes apenas por email. Mesmo com aqueles com os quais temos ainda um contacto superficial. Tudo, pensamos nós, pode e deve ser resolvido por email. Erro crasso!!!

Descuramos o relacionamento pessoal, mesmo que superficial, efémero. Ele é descurado. Parece que nos esquecemos que todos os colaboradores das Organizações, independentemente da função formal que nos está atribuída, somos comerciais da Empresa. Assim, o nosso comportamento dentro e fora da Empresa pode beneficiá-la (ou prejudicá-la). Vários exemplos poderia dar. Fico-me por estes:
- motoristas de entregas que estacionam as viaturas em cima do passeio sem qualquer cuidado,
- a frente das portas de escritórios ou de estabelecimentos comerciais cheias de beatas,
- uma entrada de uma loja com uma passadeira,
- um porteiro gentil e atencioso que nos encaminha ao elevador,
- um empregado de restaurante que distribui por todos os ocupantes da mesa cubinhos de chocolate, independentemente de beberem ou não café.

São momentos como estes que nos levam ou nos desviam dos estabelecimentos. Mas vamos a um apanhado de momentos de verdade, ocasiões que devemos aproveitar pelo facto dos nossos Clientes entrarem em contacto conosco (ou permitirem que nós possamos tomar o seu tempo).
1. Quando entramos em contacto telefónico;
2. Quando nos entram pela porta a dentro;
3. Quando os nossos vendedores entram em contacto com eles (ou vice-versa);
4. Quando somos interpelados pelos Clientes;
5. Quando ele efectua uma compra;
6. Quando entram no nosso parque de estacionamento;
7. Quando fazemos uma entrega;

Os seguintes são momentos de excelente aprendizado. A nossa capacidade de resposta tem que ser rapidíssima. Caso não o seja, podemos perder os Clientes.
8. Quando nos devolvem uma compra;
9. Quando os nossos produtos falham a performance prometida;
10. Quando prometemos um desenvolvimento e nada ocorre.


Claro que também a experiência nos faz seleccionar os nossos Clientes, as nossas visitas comerciais. Temos que optimizar o nosso tempo.

Há Clientes que apenas nos tomam tempo, tempo em demasia e os resultados, muitas vezes são inexpressivos ou inexistentes. Clientes que, por tudo e por nada, nos consomem tempo. Há Clientes, que por muito que nos custe, são prejudiciais à Organização. Quando assim for, talvez, a melhor decisão seja, paulatinamente, deixa-los um pouco de parte ou arranjar um método diferente de os assistir.

Convém não esquecer que os primeiros negócios com os Clientes raramente são chorudos. Só a terceira ou quarta operação é que se pode mostrar “apetitosa” e que, poucos são os Clientes que nos oferecem trabalhos importantes sem conhecerem bem a nossa Organização.. E isso só acontece com o contacto pessoal regular e com a confiança que vamos sendo capazes de transmitir.

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques

sábado, 3 de outubro de 2009



OS CHATOS

Este texto também é para a minha leitura e compreensão. Espero poder fazer uso dele e me defender também. Isto é, entender quando estou a ser chato…sem necessitar de fazer análise.

Ora aí vamos. Quero falar-vos de Chatos. Sobretudo de Clientes Chatos. Homessa como os há.

Como podemos lidar com eles?
É preciso primeiro perceber o porquê de serem Chatos. E há algumas razões. Arranjei já 5. Penso que chega.

Razões exógenas:
- Chatos porque algo correu mal no serviço que prestámos,
- Chatos porque tiveram um mau dia,

Razões endógenas
- Porque são mesmo chatos.
- Porque têm pé chato (mas esta não conta para aqui).

Outras
- São chatos mas pensam que não o são.
- Você é que é o chato.

Estes dois últimos casos levam-me a fazer logo um comentário. É bem difícil lidar com eles.


Algumas dicas para lidar com eles
- Deixe-o falar…até ao fim. Não o interrompa. Se o fizer, pode piorar bastante a situação. Ele ao falar acalma-se. Porque liberta toda a sua frustração. E poderá ficar a saber o que o Chateia.

- Mantenha um ar interessado. Pode ir pautando a sua escuta com acenos de cabeça ou interjeições. Mostra que vai seguindo a conversa. Faça-o, nem que apele à sua capacidade de pantomina.

- Nunca deixe de olhar para a pessoa com quem fala. Quem esconde o olhar, esconde algo. Muitas vezes, nos meus relacionamentos profissionais, encontro-me com interlocutores que não me encaram.

- Não deixe de concordar com o Cliente se ele realmente tiver razão. Há situações tão óbvias ou tão claras que não há como não concordar com elas.

- Agradeça as reclamações. Quem reclama, em princípio, quer resolver os problemas. Um Cliente mal atendido fala com 6 ou 7 interlocutores diferentes dizendo mal. Há casos em que pode falar mal toda a vida.
- Seja capaz de se colocar no lugar do Cliente. Quem sabe o seu ponto de vista pode alterar-se…e afinal o chato ser você. Acontece!

- Quando responder, faça-o com calma. Fale pausadamente. Escolha os argumentos. Fale concentradamente. Trate o Cliente pelo seu nome. Não tente ganhar uma afinidade que não tem.

- Caso perceba que o Cliente não percebe nada de nada, os chamados xico-espertos, e como há muitos, aproveite. Pode ser a altura de o conquistar para sempre. Explique-lhe, instrua-o.

Na vida tenho apanhado alguns Chatos. Há os amigos Chatos. Mas, como são amigos, tudo ou quase lhes perdoamos.

Espero não ter tornado o vosso tempo chato a lerem isto. Em caso afirmativo, o Calvin tornará mais alegre este vosso momento



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques


Mudanças

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda". Luís Fernando Verissímo