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sábado, 16 de junho de 2012

11 - Base de dados / Cadastre os seus Clientes

11 - Base de dados / Cadastre os seus Clientes - 0

O registo dos Clientes (e prospects) é um trabalho moroso e chato, mas os proveitos decorrentes do mesmo  são muito úteis e variados. Acrescento ainda,  a sua execução é gratuita.

É claro que os registos só se tornam úteis se actualizados. Informações como: data de nascimento, hobbies, e-mail, tipo de compras que executa, quando as faz, etc ... são dados que podem ajudar a delinear estratégias personalizadas para os seus Clientes. Permite-lhe efectuar campanhas / ofertas de email-marketing, mailing lists, etc.

Oferece-lhe também a possibilidade de tratar os seus Clientes pelo nome - sobretudo, pelo nome correcto. Quem não gosta de ser tratado pelo seu nome correcto? Sobretudo pessoas que têm apelidos ou nomes próprios estrangeiros ou pouco usuais. De ter informação que só se consegue com o contacto com as pessoas.

Hoje em dia uma das mais-valias que temos é a nossa rede de contactos. Há profissionais que só são contratados pelas suas redes.  Esta informação é preciosa e deve ser guardada  na sua base da dados.

Lembro-me de uma história curiosa. Quase que poderia ser uma história triste; felizmente não o foi. Em determinada altura da minha vida profissional falava bastante, por telefone, com o Sr. Carraceno. Achava estranho que sempre que eu ligava, mal começava a falar, ele reconhecia a minha voz. Resolvi combinar um café.  Ele disse que seria complicado, que seria melhor eu passar pela Empresa dele. Pedi que me explicasse como chegar lá. Teve alguma dificuldade em fazê-lo. Achei estranho. Uma conversa que sempre correu bem, de repente estava  a complicar-se. Não desisti...apareci e verifiquei que o Sr. Carraceno era cego.


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
Http://www.linkedin.com/in/joaopmarques;
http://jpmarques.blogspot.com
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Saudade (de Albert Einstein)

SAUDADE

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein

sexta-feira, 15 de junho de 2012

10 - Comunique o que faz


10  - Comunique o que faz - $

 Prémios, trabalhos, novos Clientes, acções sociais, novas contratações, novos menus, novos equipamentos...tudo que fale de si e da sua Organização.... comunique.

Imagine que tem um restaurante e uma das celebridades mais mediáticas vai ao seu estabelecimento...diga que ele foi lá. Quem sabe, autografa o menu ou deixa-se fotografar consigo.

Diga o que faz de novo, o que tem de novo, o que tem de bom....não deixe esse trabalho exclusivamente para terceiros ou que os Clientes adivinhem o que faz.

Se há tantos por aí que contam na primeira pessoa o que dizem que fazem, não fazendo, o que têm, não tendo, o que acrescentam, não acrescentando...fale do que você faz na primeira pessoa. Vai ver que lhe faz bem. Vai ver que o faz bem.



João Paulo Marques
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

9 - Regra do 10 / 20 / 30 para os Power Points (de Guy Kawasaki)

9 - Regra do 10 / 20 / 30  para os Power Points (de Guy Kawasaki)

Nas apresentações de PowerPoint tendemos a querer colocar tudo nas páginas e depois lermos o que está lá.

Como se sabe, lemos mais depressa do que falamos. Por isso, para quem assiste à nossa apresentação, a situação pode tornar-se chata. Lemos, porque não temos  como não ler o que nos aparece à vista e, com algum delay, ouvimos o palestrante (É quase como estar a ver um jogo de futebol na TV e alguém, ao nosso lado, estar a ouvir  na rádio o mesmo jogo; sabe dos golos mais cedo. Sabem como é isso? Como irrita?).
Para os PPT segue uma possível regra a ser utilizada:
1) uma apresentação deve ter cerca de 10 slides,
2) 20 minutos a apresentá-los,
3)  corpo da letra deve ser 30 (esta última regra foi elaborada pela seguinte equação: saber quem é a pessoa mais velha da sala. Considerámos que tem 60 anos, dividimos por 2 e aí  temos o 30).~

Sabendo que temos dificuldade em prestar atenção por mais de 60m seguidos, ainda temos uma boa meia hora para responder a perguntas e interagir com a plateia.

Seguem mais três  sugestões que podem ser usadas em Power Points:
- Use um fundo negro. Assim comunica seriedade. Um fundo branco pode transparecer algum amadorismo e, ao fim de algum tempo, cansa a vista. Veja os créditos dos filmes…aparecem sobre fundo negro.
- Acrescente o seu logótipo ao slide mestre.
- Evite a animação exagerada dos seus slides. Não queira que se confunda a sua apresentação com uma da Disney. Quem deve ser animado e comunicativo é você.

Então,  bons PPT´s!!!

João Paulo Marques
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

8 - Secretárias, Telefonistas, Porteiros, Vizinhos

8 - Secretárias, Telefonistas, Porteiros, Vizinhos  - 0

Obstáculos difíceis de ultrapassar. Eles estão a fazer o seu serviço. Filtrar, impedir, seja lá o que for. 
Muitas vezes é difícil lidar com tantos nãos, eu sei isso.  Mas será que a nossa  abordagem foi a mais simpática, a mais educada? Será que nos explicámos bem?

 Há que ir tentando,  e sempre de modo simpático e educado. Ser persistente, fazer conversa.

Uma boa conversa com o porteiro pode permitir-nos saber horários dos nossos prospectors, das empresas que estão residentes no edifício ou de outra qualquer importante informação e que, pelos meios usuais, se torna difícil de saber.

Sobretudo, após conseguir a dita conversa ou informação, não se queixe ao interlocutor (com quem procurava falar) das dificuldades que teve, pode eventualmente dar um enorme passo atrás.

Partilho duas histórias com vocês:

A) Antes da  WWW estar divulgada,  tive um potencial problema de incobrabilidade com um cliente  (de prepósito com minúscula). Simplesmente ele "fugiu" e não disse para onde.  Percorri os cafés das redondezas do antigo escritório dele e lá soube para onde se tinha mudado.  Cheguei à informação que queria e dirigi-me ao refúgio dele.  Imaginam a cara que teve quando me viu. Ainda deixou a porta meio entreaberta a ver se eu não entrava. Sai de lá com o que queria, um cheque.

B) Num processo longo de recrutamento em que estive envolvido, após várias conversas, algumas das quais ao final do dia, criei algum à-vontade com a secretária. Em determinada altura pergunto-lhe se, nesta fase do campeonato, "andava a ter concorrência". A resposta foi esclarecedora:" É o único que está nesta fase".

Dois exemplos distintos em que a informação que eu queria veio de "portas travessas".

terça-feira, 12 de junho de 2012

7 - Promova actividades internas para Clientes, Potencias Clientes e Público e Geral-


7 - Promova actividades internas para Clientes, Potencias Clientes e Público e Geral- 0

Há negócios que suscitam muita curiosidade. Muitos de nós, sobretudo os mais novos, nunca entraram em instalações fabris.

Consegue antecipar a curiosidade que muitos adolescentes têm sobre o que vão ver?  Acho que não.

O facto de também poder envolver a comunidade com a sua Organização pode fazer ver a terceiros a importância da mesma e promover o "bem estar social" para todos e, eventualmente, até potenciar novo negócio.

Lembro-me quando trabalhava nas gráficas que os nossos Clientes ficavam surpresos com a dimensão e complexidade de todo o processo.  Muitas vezes, após as visitas, realizavam que todo o processo era mais moroso do que pensavam.

 Há também visitas clássicas. As que são feitas às unidades cervejeiras. Nunca fui a uma, mas os amigos que conheço que foram, vieram favoravelmente surpreendidos.

 Leve os Clientes e o público até si, até à sua Organização. Quem sabe eles se tornam mais depressa seus Clientes ou mais fiéis.



João Paulo Marques
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

6 - Promova actividades externas

6 - Promova actividades externas - $

Será que o seu negócio pode ser levado para a rua? Directamente aos sues Clientes? Não estou a falar de esplanadas...

 Imagine que gere um restaurante e tem oportunidade de fazer a sua cozinha num qualquer evento que se desenrola no exterior?   Quem tem uma Academia de Ginástica e resolve promover actividades abertas a todos no Rossio (não é concorrência desleal ao piquenicão)?  Que é gerente de uma sucursal bancária e oferece-se para explicar a adolescentes segredos de como poupar? Que é nutricionista e oferece-se para trabalhar com restaurantes ou com a rede de mercearias da sua área de acção? Que comercializa jogos didácticos e leva-os às escolas?

Com estas acções divulga os seus produtos / serviços, eventualmente, a quem nunca se cruzaria com eles ou teria uma ideia errada do custo dos mesmos .  Parcerias, joint-ventures ou colaborações mais ou menos esporádicas ou permanentes podem dinamizar e ajudar o seu negócio.

Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha (ou será ao contrário). O importante é que sai para a rua, mostrar o que sabe fazer e encontrar consumidores.



João Paulo Marques
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domingo, 10 de junho de 2012

5 - Bucha e Estica; Astérix e Obelix; Tintim e Capitão Hadock; Sócrates e Passos Coelho (esta última bem que podia ser uma história aos quadradinhos) ou o poder da Complementaridade - $

5 - Bucha e Estica; Astérix e Obelix; Tintim e Capitão Hadock; Sócrates e Passos Coelho (esta última bem que podia ser uma história aos quadradinhos)  ou o poder da Complementaridade - $

Temos aqui várias duplas famosas das histórias aos quadradinhos. Elas complementam-se. Podia citar mais umas poucas. Nos casos presentes, uma personagem só faz sentido com a outra.

O que eu pretendo mostrar é que os relacionamentos profissionais (e não só) necessitam, muitas vezes,  de parceiros complementares. Alguém que pense e/ou  possa agir de modo diferente do nosso. Que tenha "insights" diferentes. Porque, para pensar como nós e agir como nós, já estamos lá nós. 

Não devemos querer exclusivamente colaboradores que pensem como nós. Não junte à sua Organização um conjunto de Dupond´s e Dupont´s oudo tipo.  Lennon  & McCartney eventualmente seriam muito diferentes um do outro, mas não deixaram de ser uma das melhores duplas de sempre.
No final dos anos 80 conheci um neozelandês, formado em História,  que dirigia um dos gabinetes de Project Finance do Citibank , em Londres. Pensava eu ao princípio: O que faz um tipo destes nesta função?

O que eu percebi logo à conversa com ele: Todas as competências que temos nesta equipa,  com várias nacionalidades e que é formada por Advogados, Gestores, Economistas, Historiadores, etc, permite-nos ter uma solução bem abrangente e enquadrada com o local onde será implementada. Eles desenvolviam projectos no mundo inteiro.


João Paulo Marques
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