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domingo, 23 de outubro de 2016

Ser ou não ser (desconfiado)

Artigo interessante sobre o assunto copypast(ado) do El País
http://elpaissemanal.elpais.com/confidencias/desconfiado-no-ayuda/

El País


Ser desconfiado não ajuda? Ajuda?.....

Muitos  de nós, muitos mesmo, são muito desconfiados. Ao que se junta invejosos, cuscas, curiosos e maldizentes ….muitas vezes estes predicados, ao que junto predicado verbal, coexistem numa só pessoa e faz parte da sua vida diária.

O curioso nos nossos dias é que tanta desconfiança desvanece-se nas redes sociais. As pessoas expõem-se, revelam-se, contam isto e aquilo deles, da família, dos outros….já não falo do que inventam deles e dos outros.

Perguntam-me se sou desconfiado. Acho que não sou.

Perguntam-me se gosto de me expor. Não.


Calimero

Indo um pouco mais longe, descalimerizem-se 


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com

@joaodavespa 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Um bom exemplo do que é um tiro no pé (táxis)

Um bom exemplo do que é um tiro no pé



Os protestos dos Taxistas ontem, em Lisboa, foi uma revelação triste do que são alguns destes profissionais . Repito, ALGUNS. Talvez o “incendiarismo” com que nos brindaram pudesse ter sido evitado com chefias profissionais

Se os taxistas já eram impopulares à data de ontem, reforçaram a sua impopularidade . Cenas de violência gratuita, gritaria, histerismos ….foi o que se viu…pela TV o que se viveu.

Os taxistas pretendem manter o  monopólio do seu serviço. Impensável nos dias de hoje.  Nem a Saúde, sector muito mais nevrálgico consegue deter este status.
O que os sindicatos e os responsáveis deste serviço deviam fazer, JÁ, era olhar para dentro…..
Curiosa opinião, não uma verdade absoluta, emitiu o Embaixador da Irlanda em Portugal.


A Uber, a Cabify e muitas outras plataformas que facultam serviços de transporte têm de se reger por leis, leis que têm de ser idênticas para todos.  O que me leva também a colocar a seguinte questão. 

Como é que é permitido haver táxis a prestar um serviço público com matrículas anteriores a 2000? 

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O que se pede ao novo Gestor - 4


4 – Tem que ser um artista




O gestor de hoje (e de sempre) tem que agradar a gregos e troianos…tem que satisfazer os Clientes Finais e as suas Chefias.  É importante saber mover-se neste limbo.

Ele sabe  que um Cliente insatisfeito rapidamente é apanhado pela concorrência. E também sabe que os olhos da administração estão sempre colocados sobre si. Tem que gerir este exigente balanço .

Convém referir que o Cliente de hoje ganhou independência, pode escolher o canal que lhe é mais atractivo, está mais impaciente,  exigente e crítico…e reforçando, mais infiel .

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O que se pede ao novo gestor - 3

3 - Entregue-se ao seu trabalho



As funções de (e da) gestão são cada vez mais complexas, mais diversificadas, mais exigentes.  A formação contínua é algo que tem que estar presente, cada vez mais presente. Não tendo esta preocupação, corre o risco de ficar identificado como um profissional desinteressante...


Por isso torna-se importante de gostar do que fazemos. Gostando, podemos assim transmitir uma energia positiva (há quem acredite neste tipo de energia) e evitarmos (ou excluirmos) os que não se envolvem, os que dizem mal de tudo ou têm uma opinião pré estabelecida sobre tudo....(musiquinha)que transmitem uma energia negativa.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O que se pede ao novo gestor - 2




2. Entregar, entregar, entregar…é estar “Acordado” para o Cliente

Ao novo gestor é-lhe pedido que cumpra os compromissos com os seus Clientes. Estes cada vez mais são voláteis, infiéis…. e por sua vez a sua concorrência cada vez é mais agressiva e provem de geografias insuspeitas e distantes.

Temos que ter assim um gestor cada vez mais multifacetado, mais “mãos na massa”.

Talvez tenha que contratar equipas externas para determinadas tarefas. Deve também delegar e não centralizar

Um gestor pode mesmo saber fazer tudo, mas não tem tempo de fazer tudo. …veja-se por exemplo a gestão de redes sociais… Um trabalho consistente e permanente leva tempo, exige dedicação….terá tempo para isso?

A sua prioridade deve ser o estar orientado em entregar o Produto Acordado, na Data Acordada.

MARQUESTING – Letra A


MARQUESTING – Letra A


Cada vez mais o nosso Marketing Pessoal é uma ferramenta importante. Marquesting é assim uma Marques com Marketing … aglutinei as duas .


Ingenuamente alguns profissionais, entre os quais, alguns políticos eleitos por nós (eu e você)  dizem que  quem está a falar é, ora o cidadão, ora o político. Nunca foi assim. E, cada vez menos,  este posicionamento faz sentido.

Basta  googlizarmos o nosso nome. Lá aparece a vossa pegada digital.

Proponho-me a colectar alguns adjectivos ou outros vocábulos que podem melhorar o seu perfil   on e off line. Pode usar estes vocábulos no seu CV, pensar neles quando se apresenta a terceiros ou ser uma forma de estar ou de se relacionar.

Há muitas mais palavras...

Começo pela letra A



Aberto a , aberto para, acessível,  académico, acolher novos desafios, adaptável, adepto, afável

ágil, agradável, ajustável, alegre, alerta, alfabetizados, altamente motivado,

altruísta, ambicioso, amigável, analítico, apaixonado, articulado, astutos,

activo, atraente, autoconfiante, autoritário

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O que se pede ao novo gestor / ao novo funcionário


O que se pede ao novo gestor / ao novo funcionário


1 – Que tenha aptidão para vender

Estamos sempre a vender ideias, objectivos, tarefas e …decisões tomadas (mesmo as nossas decisões para nós mesmos). O sucesso das empresas é baseado e aferido pelo resultado das Vendas…seja o que for que está a ser vendido. Vendas internas, vendas externas…VENDAS.

O facto de se trabalhar com as Vendas permite que se entenda melhor a experiência que o Cliente tem, desenvolve a criação de relacionamentos, de networking, que se perceba e identifique  melhor a concorrência…que se perceba para onde o mercado vai….

Lembra-se dos rolos Kodak? Não devem ter falado com os Clientes, não devem ter observado a dinâmica do seu mercado.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Quotes - #4 - Rules

Rules are what the artist breaks; the memorage never emerged from a formula.  Bill Bernbach


Very true. There are several examples. There are several "colombo eggs". What everyone sees, is not only and just what the "artist" observes.


http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2013/05/obra-de-barnett-newman-e-vendida-por-us-44-milhoes-em-nova-york.html

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

José Eduardo dos Santos e a publicidade na TV(s)

José Eduardo dos Santos e a publicidade na TV(s)


Sabem o que une os dois? Vamos lá!

José Eduardo dos Santos, o Presidente Camarada, dispara contra a corrupção, dispara contra o enriquecimento elícito (de quem?), mantém um discurso político coerente, diz o mesmo há 37 anos, enche os angolanos de esperança com o seu futuro.

Angola foi um dos países que mais cresceu no passado (contanto que o PIB é um critério verdadeiro de crescimento e bem-estar) e a mortalidade infantil é uma das maiores do mundo…imagens que vamos vendo sobre a realidade angolana…de serem proibidas manifestação contra o governo (contra ele), de pessoas serem presas por lerem um determinado livro….Ferramentas para destruir o ditador e evitar nova ditadura",

No caso da publicidade na TV(s) falo de repetição  excessiva da mesma mensagem nos intervalos de programas (filmes, séries …) ou interrompendo as transmissões  em directo (Olimpíadas) . As marcas parecem que ainda pensam que “água mole em pedra dura, tanto bate, até que fura”…o que pode acontecer, acontece comigo…é que fico sem vontade nenhuma de beber aquela Sagres, Super Bock ou abrir o Casal Garcia ou Licor Beirão.  Elas, não sei se percebem,  estão a gastar o meu tempo … e viva a box ou o comando da TV.~

O que ambos então têm em comum?  O dom de serem repetitivos, de nos iludirem com antigas, conhecidas ou falsas promessas. 


Ao caso particular do Presidente Camarada, acrescento o de outros governantes , cá ou de fora do burgo, que prometem, prometem…e continuam a prometer.

sexta-feira, 29 de julho de 2016




Sanções da Comunidade (ou como é fácil ser comentador)

Parece que ninguém acertou na nossa penalização. De  milhões a muitos milhões, o nosso destino estava traçado.  Nem o próprio Mário Centeno ( que a par de Fernando Santos, devem ser os portugueses mais optimistas à face da terra), pensou no que se passou.

Felizmente que todos se enganaram....mas há por ai uns que andam a brincar com isto tudo

Temos agora um novo jogo. Qual vai ser o apoio do Estado à CGD? Aceitam-se apostas… Marques Mendes, chegue-se à frente…mas não vá sozinho.

Felizmente que todos se enganaram....

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O pessoal anda muito desorientado

O pessoal anda muito desorientado


Li recentemente um livro de Rubem Braga, “Ai de ti, Copacabana”. Ele é  um os maiores cronistas da língua portuguesa. Sim, português…português com sotaque, com outros léxicos, com mais C´s ou menos C´s…mas português
Isto do “des”Acordo Ortográfico” só é assunto porque, infelizmente, ainda grassa algum analfabetismo na CPLP.  Falando do que me é mais próximo, vejam-se as novelas….ninguém se queixa de não perceber os diálogos e as sacanagens. O mesmo se passa quando ouvimos Caetano, Lenine ou as saudosas Mamonas Assassinas….ouvimos, gostamos, trauteamos e dançamos….
Leiam esta cónica de Rubem Braga, “O Pessoal”

“Chega o velho carteiro e me deixa uma carta. Quando se vai afastando eu o chamo: a carta não é para mim. Aqui não mora ninguém com este nome, explico-lhe. Ele guarda o envelope e coça a cabeça um instante, pensativo:
--O senhor pode me dizer uma coisa? Por que é que agora há tanta carta com endereço errado? Antigamente isso acontecia uma vez ou outra. Agora, não sei o que houve...

E abana a cabeça, em um gesto de censura para a humanidade que não se encontra mais, que envia mensagens inúteis para endereços errados.

Sugiro-lhe que a cidade cresce muito depressa, que há edifícios onde havia casinhas, as pessoas se mudam mais que antigamente. Ele passa o lenço pela testa suada:
--É, isso é verdade...Mas reparando bem o senhor vê que o pessoal anda muito desorientado. O pessoal anda muito desorientado...

E se foi com seu maço de cartas, abanando a cabeça. Fiquei na janela, olhando a rua à toa numa tristeza indefinível. Um amigo me telefona, pergunta como vão as coisas. E não consigo resistir:
--Vão bem, mas o pessoal anda muito desorientado. (o que aliás é verdade)”
Janeiro de 1957, Rio de Janeiro

É verdade. O pessoal anda desorientado, muito mesmo.  Andam desorientados à esquerda e à direita. Mas também andam desorientados no futebol, na política, nos tribunais,  nos valores que devemos dividir  e aplicar aos outros
Andamos desorientados com o que fazer à CGD, ao BES, ao BANIF, ao Sócrates (façam algo ao Sr Pá…nem que seja deixá-lo em paz) …mas também andamos desorientados no que diz respeito a aplicar uma política fiscal agressiva para investimentos empresariais, desorientados em ter uma política energética e de mobilidade sustentável, desorientados a circular de carro ou mota nas cidades, ….

Alguém que ande por esta terra deve sentir-se desorientado e desnorteado  … o que poderá vir a dar em angustiado e revoltado….e os tempos que andam por aí podem levar a isso mesmo 


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Quotes - # 3 - Gossip



"I am annoyed to find myself continually described by people whom I have never set eyes on as bad-tempered."

- Evelyn Waugh, Diary (26 Dec 47)

Um dos problemas que as Medias Sociais promovem é um falatório desmesurado. Todos podem ter opinião...é bom que o tenham....tenham opinião sobre isto, aquilo ou aqueloutra situação, evento...mas deixem de bisbilhotar, paparizzar ....

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Quotes - #1

"The less confident you are, the more serious you have to act." - Tara Ploughman

Alguma coisa tem que parecer séria e consistente. 

Content / Conteúdos

“Without memory, there is no culture. Without memory, there would be no civilization, no society, no future.”

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Data Is The Voice of Your Customer

Data Is The Voice of Your Customer

At Airbnb, Riley Newman sees the collective data is seen as the “voice” of the customer. Data scientists serve as the megaphone that amplifies the voice of the customer by teasing out their desires from the logs of customer interaction, and interpreting them into actionable decisions for the product, marketing and customer support team.

Digital economy

A PROBLEM shared is a problem solved: that is the belief that inspired InnoCentive

A vida com o digital pode deixar de ser um insolúvel cubo de rubik

terça-feira, 19 de abril de 2016

Actualidades de T´ai Kung

 
Excerto retirado de "Os seis ensinamentos secretos" de T´ai Kung
 
Actualidades com bem mais de 2000 anos

Admirável Mundo Novo



Cada dia que passa a tecnologia nos maravilha mais. O que mais podemos esperar deste “Admirável Mundo Novo”? Sei lá…(não pretende ser uma homenagem à Margarida Rebelo Pinto).

Com atenção ainda podem descobrir mais erros. Infelizmente este sic não é só da SIC

Corda Andon


Corda Andon




A maior vantagem do trabalho em pequenos lotes é que os problemas de qualidade podem ser identificados muito antes. Essa é a origem da famosa corda andon da Toyota, que permite que qualquer operário peça ajuda assim que perceber algum problema, como um defeito numa peça física, interrompendo toda a linha de produção se esse problema não puder ser corrigido de imediato. Essa é outra prática muito contrária à intuição.



Quando o sistema imunológico detecta um problema, diversas coisas acontecem de imediato:



1. A mudança defeituosa é removida imediata e automaticamente.



2. Todas as pessoas da equipe pertinente são avisadas sobre o problema.



3. A equipe é impedida de introduzir novas mudanças, não sendo possível, portanto, aumentar o problema por erros futuros...



4. ... até a causa raiz do problema ser descoberta e corrigida.

Copy past do livro Startup Enxuta de Eric Res

segunda-feira, 18 de abril de 2016

URRA





Fim de semana passado andei pela URRA. Fica perto de Portalegre.

 Felizes devem ser os Urrenses. A facilidade com que podem dizer URRA deve ajudá-los bastante no seu bem-estar.


Vejam o brasão da terra. Uma ânfora para água, vinho e leite. Uma espiga de trigo e um ramo de sobreiro. No topo, uma vieira.

Tudo útil.

Mas pense agora. Em vez de ser um Urrense, pense que vivia na “Venda da Gaita”, no “Paitorto”, no “Focinho de Cão” ou na “Cama Porca”. Tudo terras portuguesas, onde se vota e se pagam impostos.  Estes, pelo mau nome que têm no Cartão do Cidadão, podiam abrir conta no Panamá.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

La clave, ahora, es la capa social de la tecnología - Carlos Molina


Carlos Molina: "La clave, ahora, es la capa social de la tecnología"


La percepción de que estamos en una etapa de crecimiento trae confianza, y la confianza anima a realizar cambios. Por eso se reactiva el debate de la transformación digital. Lo importante es que las empresas no sólo digitalicen sus procesos, sino que conviertan esta corriente en una mecánica constante que no se detenga en momentos de crisis y que pongan el acento, asimismo, en la capa social de las nuevas tecnologías.

Buena parte de las empresas españolas está afrontando el momento desde el desconcierto de más de cinco años de crisis en los que se ha paralizado la inversión, se han recortado presupuestos y se han concentrado en las estrategias de venta en el corto plazo, sin prepararse para un momento en el que tocaría crecer. Ahora se enfrentan a un doble reto. Por un lado, deben incorporar nuevas tecnologías que les permitan optimizar sus procesos, desde la cadena de suministro a la gestión de personas y equipos de trabajo. Por otro, tienen que reajustar la forma de pensar y adaptarla a un contexto que ha cambiado mucho en estos años.

Lo que encontramos ahora es un escenario marcado por la velocidad y por la mutación de empresas y marcas. Las organizaciones no son proyectos acabados, sino entes en constante transformación, con un core business en torno al cual todo es flexible.

Igual que en el mundo de las aplicaciones móviles no hay ninguna que se lance al mercado como un producto pulido e impecable, las empresas están aprendiendo a estar en una fase beta permanente, en la que nada es una verdad absoluta y todo se cuestiona para mejorarlo. Los procesos de mejora se realizan sobre la marcha y, gracias a las plataformas sociales, en colaboración con los propios consumidores.

En este escenario, la tecnología digital es importante porque permite mejorar el rendimiento gracias a sus posibilidades para recoger, analizar y cruzar datos. Pero sin una cultura social corporativa que ponga la importancia de la colaboración entre las personas (empleados entre sí, pero también empresa-clientes) por delante de los sistemas, corremos el riesgo de que estos esfuerzos se queden en meros alardes técnicos. Es el momento de transformar las reglas y atrevernos a desterrar una frase muy dañina: "Aquí siempre hemos hecho las cosas así".

Carlos Molina, Director de Contenido en Best Relations


Sobre Carlos Molina


Este periodista experto en comunicación off y online trabaja actualmente como director de Contenidos de Best Relations e imparte conferencias sobre comunicación digital en universidades y centros de estudio.

sábado, 9 de abril de 2016

Também há coisas boas - 9 de Abril


Com tristeza abrimos os jornais e vemos só, ou quase, más notícias.  Parece que todos andamos a sofrer. Parece que quanto pior e mais triste for, melhor é aos olhos de muitos.
Há por ai muita boa notícia, muita coisa boa a acontecer, muita perspetiva   de que coisas boas vão acontecer.
Este semana fui vivenciando a semana da Microsoft. Vários eventos, muita gente a querer e a desenhar projetos ou mesmo já os tendo no mercado.

Vespa Clube de Lisboa vira a página e muda-se para Belém
Aumento de renda em cerca de 500 euros levou a associação a sair das instalações que ocupava desde 1957 na Avenida Infante Santo. Em maio, reabre na Rua do Embaixador, 37 (perto da casa do nosso Presidente da República).
Pode parecer uma notícia triste, mas não é. O Clube mostrou a vitalidade possível…e vai sair a ganhar com este mudança.


Tejo mais limpo. Aumentam visitas de golfinhos à pesca da corvina e do charroco
09 DE ABRIL DE 2016 01:33
Filomena Naves

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População residente no estuário é mito. A qualidade da água do rio melhorou e espécies que são suas presas reapareceram.

Vale sempre a pena apostar num ecossistema mais limpo.

Conferências de Gaia
Há muita conferência para assistir. Não deixe de apostar no saber que os outros estão dispostos a partilhar

Empreendimento algarvio candidato aos “óscares” do Imobiliário 2016

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O ClubeHouse Espiche Golfe, no concelho de Lagos, é um dos 17 empreendimentos finalistas dos “óscares” do imobiliário 2016, promovidos pela Magazine Imobiliário

Somos mesmo bons em muitos sectores

VRSA: “Sinónimos de Leitura” reúne 12 nomes da cultura nacional e ibérica


Dezenas de apresentações, tertúlias e espetáculos à volta dos livros
As conversas à volta dos livros, da leitura, do teatro e da literatura regressam à Biblioteca Municipal Vicente Campinas, de Vila Real de Santo António, com um programa ambicioso que, durante doze dias, reúne dezenas de nomes da cultura nacional e ibérica.
Maravilha de terra. Já a considero de minha. Por lembranças de criança, por lembranças do meu pai….um dia estou ai



En un entorno en movimiento permanente, no hacer nada es retroceder - Nacho de Pinedo


Nacho de Pinedo: "En un entorno en movimiento permanente, no hacer nada es retroceder"


¿Cómo afrontan la transformación digital las empresas españolas? En general, con reticencia y a la fuerza. Pero es bastante humano , ya que es mucho más difícil transformar que crear. Se tiende a mantener la estructura, organización, cultura y modelo de negocio que funcionó con éxito en el pasado, frente a la transformación que es un camino traumático y con resultado incierto, sin hoja de ruta aparente.

En un nuevo entorno en movimiento permanente, no hacer nada es retroceder, y estar más lejos cada vez de liderar mercados en los que nuevos players internacionales acuden como tiburones al olor de la sangre.

En la mayoría de los casos, la transformación se afronta cuando no hay más remedio, ya sea porque ha aparecido un nuevo jugador en el mercado o porque los consumidores han reducido dramáticamente su engagement con la marca.

Sólo las empresas que se dan cuenta de que el precio que hay que pagar por digitalizarse es mucho menor que la factura que llegará por no hacerlo, tendrán una buena opción de triunfar o al menos sobrevivir. BBVA es un buen ejemplo: está sacudiendo las estructuras y modelos de la compañía bajo la firme convicción de que la banca del futuro será digital o no será.

Nacho Pinedo, Co-founder y CEO de ISDI e Internet Academi




Sobre Nacho de Pinedo

Optimista digital, emprendedor y business angel, en la actualidad nacho de pinedo está liderando el aprendizaje en transformación digital en españa y latinoamérica. Es cofundador del instituto superior para el desarrollo de internet (isdi), de internetacademi, y de la aceleradora impact.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

La transformación digital no va tecnología sino de personas - Mireia Ranera


Mireia Ranera: "La transformación digital no va tecnología sino de personas"

El nuevo entorno digital exige a las empresas adaptarse, innovar y transformar sus negocios, procesos y personas. Las empresas del futuro se caracterizarán por ser innovadoras, transparentes y conectadas.

Las empresas que quieren sobrevivir y ser competitivas, necesitarán la visión y apuesta firme de la alta dirección hacia los nuevos escenarios, así como conseguir el compromiso de los empleados en un entorno de continuos cambios. Su valor radicará en el "capital social", es decir, el potencial de las relaciones personales y profesionales de los empleados en redes sociales externas y en redes sociales internas (redes sociales corporativas), que potencien la horizontalidad, la colaboración y la inteligencia colectiva.

Unos retos que no pasan desapercibidos por los directivos de RRHH: saben que tienen que estar muy pegados al negocio, conocerlo y ser sensibles a las necesidades de los profesionales y las compañías. Estar cerca es entender las nuevas formas de trabajar, con visión de futuro y creatividad para lograr la innovación.

La tecnología y los entornos digitales son grandes aliados en un cambio en el que se cruzan generaciones muy distintas. Es por ello que el rol de RRHH, expertos en gestión del cambio, transversalidad y personas, es actualmente clave como impulsor de la transformación digital de las organizaciones.

Urge un nuevo modelo de gestión de personas que responda a estas necesidades de negocio en tiempo real:

  • Pasar de la operativa a la estrategia: apostar por las nuevas tecnologías. Se agilizan los procesos y se reduce la carga operativa, lo que permite centrarse en temas más estratégicos de RRHH relacionados con el negocio y las personas.
  • Medir: digitalizar procesos permite tener datos. Medir, analizar y visualizar mejor las oportunidades permitirá reducir riesgos, resolver aspectos complejos y cambiantes del negocio, planificar y tomar decisiones adecuadas y en tiempo real.
  • Enamorar y atraer: adaptar la organización al cambio constante con equipos comprometidos y atraer nuevo talento requiere estilos de liderazgo flexibles, relacionales, horizontales, remotos pero cercanos; nuevas formas de trabajar en red, colaborar, participar y comunicar. Y para ello las estrategias de employer branding tienen que ser muy diferentes a las habituales, utilizando Internet y las redes sociales e involucrando activamente a los empleados en su rol de embajadores.

La transformación digital es la transformación del negocio poniendo al empleado en el centro de la organización (employee centricity) para involucrarlo y empoderarlo en el proceso, con formación, nuevas herramientas de trabajo en la red, innovación y digitalización de procesos clave y estrategias de employer branding para atraer al talento.

Mireia Ranera, socia y fundadora de Incipy




SOBRE MIREIA RANERA

Fue durante 10 años la directora de márketing de FECEMD (Federación Española de Economía Digital y Marketing Directo), ahora reconvertida en Adigital. Junto con Elena Gómez del Pozuelo fundó Secretariaplus y Directivosplus, dos empresas 'puntocom'. Actualmente es directora general de Human Capital en Íncipy, y participa como Directora Académica en INESDI.


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Tenemos que competir en un mundo que cambia más y más rápido - Miguel Vicente


Miguel Vicente: "Tenemos que competir en un mundo que cambia más y más rápido"

La transformación digital es el cambio tan profundo y rápido en el que estamos inmersos gracias a las nueva tecnologías, que cambian radicalmente la manera en la que interactuamos con el mundo, cómo nos comunicamos, cómo compramos, cómo proyectamos nuestra imagen a los demás, cómo disfrutamos del ocio, cómo consumimos servicios, la medicina, el transporte, el aprendizaje, cómo conoces gente... En definitiva todo lo que rodea a las personas en todos sus ambitos.

Y es una verdadera revolución, en la que los ciclos de adopción de la tecnología son cada vez mas cortos y rápidos.

Internet tardó diez veces menos que la televisión en llegar a 100 millones de usuarios, pero es que Facebook tardó la mitad que el email en alcanzar ese numero de usuarios, y WhatsApp 5 veces menos tiempo que Facebook... Y hoy casi el 70 por ciento del tráfico de Internet viene de dispositivos móviles. En España hay mas teléfonos móviles que personas...

Así, las empresas están sujetas a una innovación constante para defender sus cuotas de mercado, y start up y nuevos entrantes de sectores que convergen son capaces de disruptir una industria en tiempos tremendamente cortos.

Miguel Vicente, fundador de Letsbonus y Wallapop




Sobre Miguel Vicente

Miguel Vicente es un emprendedor de raza. Ha fundado LetsBonus y cofundado Wallapop (de la que es presidente), Antai, ChicPlace y FancyBox. Es cofundador y co-CEO también de Befactory, y dirige la iniciativa Ecommerce&Tech Barcelona.


terça-feira, 5 de abril de 2016

Também há coisas boas - 5 de Abril



1- Grupo de golfinhos no Tejo surpreende alunos de vela

Os golfinhos aproximaram-se muito dos barcos dos alunos. Veja o vídeo

Os alunos da escola de vela Terra Incógnita tiveram uma surpresa este fim de semana quando foram acompanhados no estuário do Tejo por um grupo de cerca de 30 golfinhos.

E sabendo que o Tejo já foi navegável até Santarém.



2- O guitarrista Ronnie Wood confirmou que a banda já esteve em estúdio.

Os Rolling Sontes estão a preparar um novo álbum. A confirmação foi feita por Ronnie Wood em declarações à Associated Press em que revelou que o grupo, que a 25 de março deu um grande concerto em Havana, Cuba

 RockandRoll

3 - Museu das Marionetas ficará na Invicta e terá dois polos


O Museu das Marionetas, que terá de deixar o imóvel na Rua das Flores até setembro, vai permanecer na Invicta. O espaço museológico ficará com dois polos: um na Baixa e outro em Campanhã.

Devia ficar lá e em Lisboa.



4 - "Os Simpsons" previram "caso" do Panamá há 20 anos



Um episódio da série "Os Simpsons" de 1996 voltou a ganhar protagonismo por fazer referências a esquemas de fraude fiscal, tal como os que agora foram expostos pelos Documentos do Panamá.

A banda desenhada é uma fonte de inspiração e saber

La transformación digital requiere reciclaje de recursos humanos - Miguel Bolaños


Miguel Bolaños: "La transformación digital requiere reciclaje de recursos humanos"

La transformación digital requiere la renovación y reciclaje de las estructuras internas de recursos humanos. Una empresa innovadora y en progreso tecnológico, que se encuentra al día, claramente motiva e induce al profesional que trabaja en ella.

Las empresas españolas lo han entendido, y en cualquiera de las funciones de recursos humanos (reclutamiento, inducción, capacitación y motivación y clima laboral), han asumido el reto de trasladar a unos y ceros, los intereses y productividad generados por las personas.

El avance digital en RRHH ha sido la extensión de los cambios y hábitos del profesional en el resto de ámbitos sociales.

En términos generales se han perseguido dos objetivos:

1.    Adaptarse a los requisitos y demandas del profesional (imbuirse en sus nuevas costumbres tecnológicas).

2.    Incrementar la productividad del proceso. Aprovechar esta nueva tecnología utilizada, para sacar provecho en tiempos y costes en beneficio de la empresa.

Lo que parece más popular y socialmente conocido, ha sido el cambio y avance que ha sufrido la función de reclutamiento. La tecnología al servicio de localizar a los mejores candidatos disponibles y saber por qué son los mejores.

Las redes sociales y la socialización del currículum, en el ámbito de la búsqueda y selección de profesionales, ha sido el mayor impulso digital dentro de esta función, a sabiendas de que la dificultad en el reclutamiento se divide en dos fases: primero hay que encontrar al candidato y luego hay que saber por qué es el mejor.

El avance tecnológico sucedido en torno a la inmediatez de la información, la accesibilidad de datos y la transparencia, ha tocado de lleno en la primera de las fases de la selección. Las empresas han modificado necesariamente la forma de localizar el talento y cómo trasladar y comunicar las necesidades demandadas hacia el potencial candidato, y esto también ha conllevado la actualización interna del perfil del profesional de recursos humanos.

De forma obligada, la digitalización en la fase de reclutamiento, no sólo ha afectado de puertas hacia fuera, sino que ha provocado la renovación de las estructuras en el seno de los departamentos de recursos humanos. Profesionales más jóvenes, formados tecnológicamente y que son capaces de ponerse en la piel del candidato que se encuentra detrás de un portal de Internet.

Ha sido necesario utilizar y formarse en nuevas herramientas externas a la empresa y subcontratadas en la mayoría de los casos, como distintas fuentes de reclutamiento, donde la información se encuentra actualizada y facilita la forma de contacto al profesional, así como las nuevas vías de comunicación y visibilidad. La digitalización ha ido en favor de la inmediatez, la accesibilidad y transparencia.

Este importante avance, también conlleva que incremente el número de candidatos disponibles para cualquier posición ofertada. Ante esta situación, de multiplicación de competencia de profesionales en muy corto periodo de tiempo, los departamentos de recursos humanos luchan por la velocidad y acierto en el perfil profesional que la empresa necesita realmente.

Nuevos tiempos, nuevos retos

Aquí viene el gran reto inmediato del avance tecnológico que estamos viviendo, y dónde surgen preguntas como: ¿Es posible digitalizar la motivación profesional, adaptabilidad cultural a la empresa o capacidades personales necesarias para un puesto de trabajo, que nos conduzcan al mejor candidato disponible? Es decir, tecnológicamente hablando, ¿puede un software sustituir al profesional de recursos humanos en el ámbito de la selección?

Hasta ahora parece que no. La digitalización en este ámbito nos ha ayudado a mejorar la productividad tanto desde el lado del candidato como de la empresa reclutadora, pero lo digital está dando una tregua al análisis, evaluación, asesoramiento, conocimiento y experiencia del nuevo profesional de RRHH.

Miguel Bolaños, Director Nacional de Spring Professional (Grupo Adecco)




Sobre Miguel Bolaños

Es IESE por la Business School de la Universidad de Navarra. Desde el año 2000 su labor profesional ha estado ligada a la búsqueda y gestión de departamentos directivos y ejecutivos.