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sexta-feira, 11 de março de 2016

Casas da Ana

Casas da Ana

Temos as Casas de Monsanto, as casas do Castelo e, agora, temos as Casas da ANA. Não pagam IMI e vendem-se.


Trabalho acarinhado sobre Barro!!!

Para mais informações, usar o seguinte email: 
anapontorodrigues@gmail.com
                                                               

Muchas empresas apuestan por la tecnología, pero dejan escapar el talento - Joaquim Moral


Joaquín Moral: "Muchas empresas apuestan por la tecnología, pero dejan escapar el talento"



Las empresas españolas están abordando su Transformación Digital con algunos errores que ralentizan tanto su implementación como su posterior eficacia y eficiencia. Estos errores van a impedir que se creen unas bases más solidas en las áreas claves de la compañía.

Error #1

La mayoría están afrontando el reto desde el punto de vista tecnológico, cuando la tecnología es una commodity al acceso de todos. Lo importante son las personas y los procesos (relaciones) entre esas personas. De nada sirve tener la mejor tecnología si tus líderes no piensan digitalmente y no apuestan por el talento para meterse de lleno en la 'Liga de la Competitividad' a nivel mundial.

Error #2

Los cambios también, y principalmente, se han de producir en el management, pasando de una gestión tradicional a un Agile Management. Siendo innovadores tanto en la toma de decisiones como en la estrategia. Pensando en largo y actuando en corto, pero con capacidad inmediata para virar 180 grados tu estrategia si no funciona.

También tienen que abordar su modelo de negocio, pasando de una visión centrada en stakeholders y en procesos internos a una visión centrada en las 'Personas' y en mejorar procesos, o externos o internos. Tienen que apostar por la Customer Centric Vision (foco en el cliente) y convertir a sus consumidores a sus clientes en 'prosumidores' (productores + consumidores), que ayuden a la empresa a mejorar sus servicios/productos.

Escuchar antes de actuar. Resolver problemas en lugar de generar expectativas.

Error #3

Por último, otro de los grandes cambios es la formación y retención de talento. Las empresas gastan millones de euros en tecnología, pero dejar escapar el talento o son incapaces de seguir formando a sus equipos para mejorar sus habilidades. Prefieren pensar que la productividad se sigue consiguiendo con salarios bajos, un mercado laboral con sobreoferta y sin formación. Cuando la realidad es que los mejores se están yendo de España y faltan profesionales como directivos, ingenieros, tecno-creativos, científicos de datos, expertos en marketing growth hacking, etc., que sirvan no sólo para mejorar la productividad y competir en un mercado globalizado, sino como punta de lanza de la empresa para cambiar su cultura empresarial y hacerla actual, digital y ágil.

Joaquín Moral, Country Manager de Affluent River y profesor de Marketing Digital en IE Business School


Sobre Joaquín Moral
Joaquín Moral es experto en marketing digital, ha estudiado ADE y Periodismo y actualmente está inmerso en diversos proyectos como Country Manager de Affluent River o Business

quinta-feira, 10 de março de 2016

Apita o comboio


Apita o comboio (prima o Link)


"Regra é, em primeiro lugar, gestão da vida quotidiana."Max Weber
Apita o comboio
Keywords: apita o comboio, internet, vida digital, mundo digital, ensino,


Há quem pense que o sucesso, profissional e pessoal, seja algo tão fácil (ou difícil) como apanhar um comboio em andamento. 


Na minha adolescência (não sabendo bem quando ela começa e acaba) subi várias (vezes)  para o eléctrico 15,  com este em andamento. Ia ou vinha do Estádio Nacional, lugar onde se desenrolavam jogos de rugby. Eu e a catraiada toda.

As empresas do século passado também acreditavam nesta fórmula. Compram-se umas máquinas, arranja-se uns funcionários…e estamos lá. Fazemos o que os outros fazem… melhor, tão bem ou pior…mas havia mercado.

Já a nível individual, a aposta num curso superior, o conhecimento mais ou menos profundo de inglês ou de um outro qualquer idioma, sem ser o brasileirês, permitia-nos apanhar o comboio em andamento.

As crises do petróleo de 1973, 1979 e 1991 nas nossas locomotivas, deram o seu abanão na sociedade, mas lá recuperámos. O comboio voltava à sua velocidade de cruzeiro e, posteriormente, entrava com a adrenalina da montanha russa do crescimento. 

Bem, isto tudo era no século passado. 

Depois, já no séc XXI,  houve mais uma fase em que  o comboio parou.

Um dado que é transversal às economias é o factor “crescimento da China”.  Foi bom no início, depois percebeu-se que começava a haver uma grande dependência e agora estamos à rasca com a crise que por lá (e não só) grassa (aqui grassa significa também más gorduras).

O comboio parou na crise de 2001, a tal da Bolha da Internet.
Em 2008, o quarto maior banco de investimento dos states, o Lehman Brothers, abre falência. O tal do momento subprime que nos arrastou a todos (e arrasta). Aqui parou outra vez o comboio. 

E tudo o vento mundo levou….a economia anda parada
Mas hoje, e o hoje começou no meio da década passada, temos uma verdadeira revolução de "ferrovias". O acesso a estas vias de informação, sobretudo de conhecimento,  estão à distância de um pulo da curiosidade e interesse pelo saber.

O capital para investimento também existe…e é apátrida. 
Não quero deixar de referir o crowdfunding. Data de 1997, altura em que os Marillion, a famosa banda britânica, teve a sua tour patrocinada pelos seus fans americanos. 

O resultado da economia colaborativa, personificado no Linux ou na Wikipedia,  são testemunhos do pulo referido anteriormente.
As diversas plataformas que nos permitem aprender em todas as geografias, muitas vezes sem ter que sair de casa, fazem com que o Comboio do Conhecimento tenha os carris perto de nós, ou mesmo em nossa casa.

Este Comboio anda a uma velocidade extraordinária e metamorfoseia-se  …já não dá saltar para dentro dele e deixar-se ir.

Mas hoje, graças à tecnologia, temos mais autonomia, mais conhecimento acessível, mais capacidade de fazer mais, por nós e pelos outros.

Não quero deixar de referir o Employee Centricity. Temos que colocar as pessoas no centro da organização.  Dotar todos os colaboradores com competências de vária índole e  atribuir-lhes responsabilidades. Os colaboradores, independentemente da sua posição hierárquica, devem ser a chave do sucesso das Empresas, devem sentir-se como sendo a Marca da Empresa.

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João Paulo Marques

O tempo não pára, não pare você também.


http://jpmarques.blogspot.com

@joaodavespa

quarta-feira, 9 de março de 2016

El consumidor está obligando a las compañías a transformarse- Alberto Knapp


Alberto Knapp: "El consumidor está obligando a las compañías a transformarse"

¿Qué tiene que hacer una empresa para seguir siendo relevante para su cliente? ¿Cómo puede mejorar la relación con sus consumidores en un contexto de cambio radical? ¿Qué debe hacer para aumentar su valor gracias a lo digital?

La revolución digital ha cambiado radicalmente la forma en que los consumidores se relacionan con las marcas, productos y servicios. Las compañías que quieran seguir siendo relevantes deben incorporar lo digital a su ADN y cambiar la forma de operar, comunicar y relacionarse con sus clientes.

Las personas, los procesos y las operaciones de las compañías deben adaptarse a una nueva realidad llena de oportunidades y retos para seguir siendo relevantes en la vida de sus clientes. Y el principal reto es lograr ejecutar bien y ágilmente los cambios necesarios.

Alberto Knapp, fundador y Presidente de The Cocktail




Sobre Alberto Knapp

Alberto Knapp es fundador y Presidente de The Cocktail, consultora especializada en producto y estrategia digital con presencia en España y Latinoamérica. Invierte en numerosos proyectos de Internet y es socio del VC Seaya Ventures.

Blogs and Startups

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Mudança de bandeira

Muda-se de presidente, muda-se de bandeira
Acredito que o novo Presidente venha a ser melhor do que o anterior.
Tirada hoje no Parque Eduardo VII



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As novas carpideiras da sociedade portuguesa / Tomada de posse de Marcelo


As novas carpideiras da sociedade portuguesa

O cumprimento firme e animado entre os dois presidentes, Cavaco e Marcelo, deu origem a uma salva de palmas na sala, que, de pé, saudou, assim, o novo Chefe de Estado, mas os deputados do BE, PCP e PEV não se levantaram nem aplaudiram.

 - See more at: http://www.rtp.pt/noticias/politica/be-pcp-e-pev-nao-aplaudem-juramento-de-marcelo-rebelo-de-sousa_n902187#sthash.MiGJieQk.dpuf

Enfim, gente desta, que transpira boa educação e boas práticas, é o que temos no governo.

Devem estar com saudades do cunhalismo, do leninismo, estalinismo e de outros ismos que lhes são tão próximos. São uns fudidismos com eles mesmos. PqP

terça-feira, 8 de março de 2016

El objetivo final de la transformación digital es crear experiencias memorables para el usuario - Joana Sánchez


La transformación digital es el proceso de transformación del negocio. Consiste en liderar un cambio de cultura que permita la reorientación continua de toda la organización hacia un modelo eficaz de relación digital en cada uno de los puntos de contacto con la experiencia del cliente. Por lo tanto el Customer Journey Map es el corazón de la transformación digital y requiere de cuatro aspectos claves:

  • Visión, cultura y liderazgo. Sin un claro liderazgo del CEO, la implicación transversal de todas las áreas y una hoja de ruta digital compartida no es posible la transformación digital. En este ámbito, debemos empezar construyendo una visión más humana y una cultura más innovadora, abierta y conectada.
  • Employee centricity. Situar a las personas en el centro de la organización, crear entornos colaborativos, dotar de competencias y conocimientos digitales a empleados y directivos es en gran parte, el éxito de este proceso. Los empleados deben sentirse marca.
  • Customer centricity. El objetivo es situar realmente al cliente y consumidor en el centro de la organización. Conocerlo en profundidad -gracias a la analítica y el big data-, definir un plan relacional y social personalizado -gracias al Social CRM- y crear una buena estrategia de contenidos que aporten valor son los proyectos estrella de un proceso de transformación digital.
  • Nuevos modelos de negocio. Las nuevas tecnologías así como el análisis, la movilidad, las redes sociales, el cloud computing y el Internet de las cosas es una gran oportunidad para la creación de nuevos canales, nuevos productos o servicios e incluso modelos disruptivos de negocio que solo aparecerán si ponemos en marcha los anteriores puntos.
Implementar un proceso de transformación digital es la clave para crear experiencias memorables con servicios o productos extraordinarios ofrecidos de manera extraordinaria. La experiencia no se olvida.

Implementar un proceso de transformación digital es la clave para crear experiencias memorables con servicios o productos extraordinarios ofrecidos de manera extraordinaria. La experiencia no se olvida.

Joana Sánchez, presidenta ejecutiva y fundadora de Íncipy e Inesdi




Sobre Joana Sánchez

Su trayectoria de más de 20 años en los sectores de Internet, editorial-comunicación, financiero, ocio-turismo, comercio electrónico, redes sociales y formación, la avalan como una de las grandes expertas en España en emprendimiento y transformación digital. En la actualidad, es presidenta de Incipy y www.searchmedia.es, presidenta del consejo asesor y fundadora de Inesdi (Instituto de Innovación Digital de las Profesiones), y vicepresidenta de la Asociación Española de la Economía Digital (Adigital).

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segunda-feira, 7 de março de 2016

En la transformación digital, la inacción se paga cara - Jesús Encinar



Pararse de vez en cuando a mirar el pasado nos ayuda a poner las cosas en perspectiva y a hacer más comprensible nuestra realidad presente. Este ejercicio se vuelve más interesante y necesario en un sector como en el tecnológico, en el que en un plazo de sólo una década el desarrollo online y los avances tecnológicos no han evolucionado de la misma forma ni siquiera a la misma velocidad que el resto.

Con la tecnología todo es mucho más ágil, lo revolucionario rápidamente se vuelve común y la tecnología más sofisticada acaba formando parte de los electrodomésticos de cualquier hogar. Al mismo tiempo, todo lo analógico se ha ido quedando fuera, relegado casi objetos kitsch de museos de un tiempo pasado.

La transformación digital es una cuestión de supervivencia para cualquier organización. Los costes que supone la evolución tecnológica a una empresa se han reducido notablemente en los últimos años. Los desarrollos que hace una década podían suponer un desembolso de millones de euros, hoy en día se ven reducidos a solo unos pocos miles de euros gracias a nuevas tecnologías y al código abierto.

Por ello, antes de comenzar algún proceso de este tipo es imprescindible realizar un pormenorizado estudio de qué tecnologías son las más adecuadas para nuestro proyecto, con los costes más reducidos y una mejora objetiva de la eficiencia que nos reportará. Dejar de invertir en tecnología y no aprovechar la eficacia no es una buena idea porque al final genera costes más altos y la productividad de la compañía se verá mermada.

Si volvemos la vista atrás y miramos cuáles eran las principales compañías, las más valiosas y reconocidas a nivel mundial hace tan solo una década, nos sorprendemos al comprobar que muy pocas de ellas coinciden con las que mantienen esa posición hoy en día. Aquellas organizaciones que no han sabido o querido adaptarse a la realidad digital han visto cómo un tsunami las ha arrasado, les ha pasado por encima. Lamentablemente muchos conceptos frecuentes en el mundo digital aún siguen siendo ciencia ficción en algunas de estas empresas.

En cambio, todas las compañías, fueran nativas digitales o no, que hace una década comenzaron a plantearse el futuro en clave digital están mucho mejor situadas y preparadas que otras con décadas de historia pero que no han conseguido engancharse a lo que la sociedad les exige.

Jesús Encinar, fundador de Idealista




Sobre Jesús Encinar
Jesús Encinar fundó el portal inmobiliario líder en España, Idealista, que ha supuesto un revulsivo para el sector, y en la actualidad es su CEO. Estudió Administración de Empresas en Icade y un máster en Harvard, y al finalizar sus estudios se trasladó a Silicon Valley, donde trabajó para la consultora

domingo, 6 de março de 2016

Hay que adoptar "la mentalidad 'millennial' que tienen los emprendedores - Iñaki Ortega:


La principal amenaza para las empresas españolas no reside en obviar la imprescindible transformación digital sino en acabar reduciéndola a una mera actuación coyuntural y no estructural. No vale con crear departamento o nuevas unidades organizativas dedicadas al tema. No es suficiente con diseñar planes de digitalización.

De poco sirve circunscribir esa transformación a los ámbitos de sistemas. Es absurdo pensar que comprando las startups que te amenazan todo está resuelto...



El verdadero reto es darse cuenta de que es un cambio de era y que la mayoría de las empresas fueron diseñadas en el anterior régimen (económico). Para los nuevos tiempos se necesita contar con los nuevos agentes, sus nuevos valores y su capacitación como nativos digitales.



Sólo adoptando la mentalidad de las startups, los valores de los millennials, los tecnológos digitales se conseguirá la real trasformación de las empresas incumbentes.



No es una confrontación entre nuevos y viejos, entre insurgentes e incumbentes, entrestartups y grandes empresas. Es un híbrido de ambos.



Iñaki Ortega, Director de la Deusto Business School en Madrid y profesor de Economía en la UNIR.

·         Web: www.inakiortega.com

·         Twitter: @InakiOrtega

·         LinkedIn: Iñaki Ortega



SOBRE IÑAKI ORTEGA

Iñaki Ortega ha sido director general de Madrid Emprende, diputado del parlamento vasco y actualmente es director de la Deusto Business School en Madrid y profesor en la Universidad de Deusto y la Universidad Internacional de La Rioja (UNIR). Además, ha asesorado a gobiernos, universidades y grandes empresas en el lanzamiento de sus programas de innovación abierta. Es emprendedor con varias empresas en el ámbito de la formación; inversor, a través del fondo Emprendiza SL; y también fue fundador de la ong proyectohago.