segunda-feira, 13 de abril de 2020

Uma lenda sobre a criação do queijo


Cavaleiro árabe

O queijo existe há pelo menos seis mil anos e sua origem é uma incógnita. Conta à lenda que o primeiro queijo teria sido obtido acidentalmente por um mercador árabe que, ao sair para cavalgar por uma região montanhosa, sobre o sol escaldante, levou uma bolsa cheia de leite de cabra para matar a sede.

Depois de um dia inteiro de galopes, o árabe, com sede, pegou seu cantil e deparou-se com uma grande surpresa, o leite havia se separado em duas partes: um líquido fino e esbranquiçado, o soro, e uma porção sólida, o queijo.

A transformação se deu em razão do calor do sol, ao galope do cavalo e ao material do cantil, uma bolsa feita de estômago de carneiro que ainda continha o coalho, substância que coagula o leite. O processo de fabricação do queijo até hoje segue o mesmo princípio, é feito por meio da coagulação do leite pela ação do composto enzimático extraído de um dos estômagos dos bovinos. Assim o queijo foi descoberto.

Ao deixar o leite em um recipiente, observou-se que ele se dividia em duas partes, uma sólida – a coalhada - e uma líquida – o soro. Escorrendo esse último, obtinha-se a matéria-prima que é usada até hoje na fabricação de qualquer tipo de queijo.




Fonte:https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/veterinaria/a-origem-do-queijo/28512

sábado, 11 de abril de 2020

Lenda de Vila Nova de São Bento

Vila Nova de São Bento 


Vila Nova de São Bento é a localidade no município de Serpa onde fica a Queijaria Eira da Vila.

Lenda de Vila Nova de São Bento

Em Dezembro de 1640, em plena guerra da Restauração, levada a cabo pelos Portugueses para por fim ao domínio dos espanhóis, que durava há sessenta anos. A campanha arrastou-se por 27 anos, tendo por palco principal o Alentejo, visto as suas planuras serem propícias à acção da cavalaria, decisiva por essa época.

A lenda, por sua vez, fala-nos de uma jovem da Aldeia da Fonte do Canto, enamorada de um rapaz de uma Aldeia vizinha, Cabeço de Vaqueiros. Como este parecia não corresponder ao seu amor, a jovem acabou por aceitar o pedido de casamento dum soldado espanhol. Sabendo do casamento, logo o jovem alentejano se apressou a declarar o seu amor e a prometer tudo fazer para se livrar dos espanhóis das duas aldeias. A jovem, por seu lado, invoca São Bento, por quem tinha grande crença, para que lhe valesse em tão grande aflição, temendo pela vida do seu amado.

O espanhol, repudiado, chama mais tropas e a luta surge sem tréguas entre os combatentes rivais: de um lado, os soldados liderados pelo espanhol preterido, do outro, um grupo formado por todos os homens das duas aldeias, chefiados pelo jovem alentejano, unidos da mesma intenção: derrotar os espanhóis e libertar as aldeias da Fonte do Canto e de Cabeça de Vaqueiros. A verdade, porém, é que a bravura dos portugueses, juntos na sua força e na sua coragem, conseguiu pôr em debandada as tropas espanholas. Logo o pensamento das gentes se voltou para São Bento. Para as preces que lhe haviam feito. "São Bento tinha concedido um milagre", era a opinião geral. Já o povo não quis separar as duas aldeias. Numa só, unidas, tinham lutado contra o inimigo, numa só continuaram a estar dali em diante.

Que nome dar-lhe, então? Pensando um pouco, não era uma aldeia nova que nascia? Pois esse seria o seu nome: "Aldeia Nova" - a que acrescentaram "de São Bento" em honra e agradecimento ao Santo que os tinha ajudado a conquistar, pela fé, a paz e a liberdade.

Numa outra lenda, São Bento apareceu a um crente, pessoa de posses da região, e comunicou-lhe que pretendia que erigissem uma igreja em sua homenagem. Essa pessoa mandou construir a igreja, e assim se fez, iniciou-se a construção de uma igreja na herdade da Abobada. Durante a construção da referida igreja todos os dias quando os construtores voltavam para iniciar os trabalhos as ferramentas não se encontravam lá, mas sim no local onde esta construída a Igreja de S. Bento, este facto repetiu-se varias vezes levando a que os obreiros erguessem a igreja na sua atual localização, estando o altar mor construído sobre o tronco da arvore onde S. Bento apareceu.


segunda-feira, 23 de março de 2020

#7 – Comunicação assíncrona (é como beber um copo de água num meio de uma reunião)

Comunicação assíncrona - JPM Consultores




#7 – Comunicação assíncrona (é como beber um copo de água num meio de uma reunião)


Quando recebemos um e-mail não existe problema em pensarmos…”responderei a isso mais tarde, quando me for possível”.

O que ganhamos:
·         proporcionamos maior tempo para estarmos concentrados no que estamos a fazer;
·         não iremos ser distraídos;
·         produziremos uma melhor decisão.

Um meio de facilitar a comunicação assíncrona, de ter respeito pelos seus colegas ou contactos, é não usar e abusar do “replay all”.

Nós já temos muito comunicação síncrona: chamadas por Skype, grupos de whatsapp , chamadas telefónicas e outras medias que indicam quando abrimos as mensagens que nos podem obrigar a dar uma resposta no imediato.

Notem: Não estou a propor que relaxem e se esqueçam de responder. Nada disso, apenas estou que, com este comportamento, aumentem a qualidade e volume de trabalho realmente feito.
Para uma leitura complementar de como aumentar a produtividade, abra

Nota: Dwight D. Eisenhower disse: “Tenho dois tipos de problemas: o urgente e o importante. O urgente não é importante, e o importante nunca é urgente”.





João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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sexta-feira, 20 de março de 2020

#6 – Diminua os níveis (e as pessoas envolvidas) para aprovações

Gestão de equipas / JPM Consultores



#6 – Diminua os níveis (e as pessoas envolvidas) para aprovações

O que no passado seria uma boa medida, nos tempos de Covid19, ainda é mais importante.

Embora seja difícil de implementar, suavizar os processos burocráticos que nos tomam sucessivamente tempo, papelada  e outros recursos, é uma medida para se optimizar tempo.

Claro que toda a cadeia deve estar consciente da importância da medida. Claro que todos devem desenvolver as suas actividades com responsabilidade. Claro que as hierarquias devem tornar claras as suas medidas.


João Paulo Marques
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quinta-feira, 19 de março de 2020

Teletrabalho - Um novo modo de escrever




Teletrabalho  - Um novo modo de escrever

De um momento para o outro passámos a ter quase (e apenas) teletrabalho.  Foi uma mudança brusca. Sem preparação e sem termos qualquer outra hipótese.

Num passado recente a informação que passávamos era compreendida pelo seu tom, pela linguagem corporal e expressão facial. Tudo isto se perde no email.

Temos então que tentar transpor para o email o modo como nos relacionávamos ao vivo com os nossos interlocutores.  Se este é sério, vamos usar as maiúsculas e minúsculas. Se a conversa pode ser mais informal, usarei também uns smiles ou memos.

Para além do Slack, que eu já usei, tem: Blizz, Teams, G-Suite, Miro, Samepage...entre outros


João Paulo Marques
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quarta-feira, 18 de março de 2020

#5 – Reuniões conclusivas

JPM Consultores / Reuniões conclusivas



#5 – Reuniões conclusivas

Por cá há o hábito das reuniões por tudo e por nada; das comissões de estudo e mais o diabo a 4.
Tenha, por regra, tornar as suas reuniões conclusivas.

Um pequeno guia para o efeito:

a)       Vá com objectivos claros a serem discutidos na reunião
b)      Comunique de forma clara, sem ambiguidades
c)       Estabeleça alturas de avaliação para medir o progresso das tarefas
d)      Esteja disponível para que o processo não pare
e)      Esteja em cima do assunto. O facto de haver tarefas atribuídas não quer dizer que estejam a ser feitas
f)        Prepare e divulgue previamente documentação para a reunião seguinte


Num passado passado, o director de uma grande agência de publicidade na nossa praça marcou-me uma reunião para as 8 e 30. A essa hora a agência nem sequer tinha aberto. Lá tive que esperar mais de 30m para que a porta abrisse e falasse com ele. Não sai do hall de entrada e nem me sentei.
Fala-se pouco. Fala-se o necessário.

 Escrever sobre reuniões é um never ending story


João Paulo Marques
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terça-feira, 17 de março de 2020

#4 - Espaços alternativos para trabalhar



Concentração


#4 – Espaços alternativos para trabalhar

Há trabalhos que requerem mais concentração e outros que exigem menos. Há profissionais que se concentram melhor e outros que longe disso.

Há alturas em que é imprescindível estarmos concentrados e o ruído visual, os outros a passarem à frente, a entrarem e saírem do escritório…tudo a passar no nosso campo de visão, pode atrapalhar o nosso trabalho criativo ou crítico.

Se o seu lugar habitual de trabalho não lhe permite ter a concentração necessária, mude de espaço. 

Peça tempo para trabalhar em casa, mude para a sala de reuniões ou recorra a um espaço onde se 
concentre. 



João Paulo Marques
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