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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O poder das motos



Várias vezes deparei-me com o poder das motos. Muitos amiguinhos fiz nas minhas viagens de moto por Lisboa. As crianças olham, mesmo as que ainda andam de cadeirinha.

Faço um aceno, uma careta, uma língua de fora, um adeus…ganho sorrisos, “adeuses” e muita agitação por parte delas. Que coisa boa…os pais que me perdoem ….

Entre as várias historinhas vividas, lembro-me a do Manel…um puto do meu prédio. Um puto que será sempre puto para mim. A minha primeira moto grande foi uma Yamaha Diversion verde (alguns vão dar umas gargalhadas pela cor). O Manel, com uns 5 ou 6 anos,  várias vezes namorava a moto, mas de longe. Respeitando-a, talvez. Receando-a, quem sabe.

Um dia, lá no longínquo séc. XX, pegámos nele, colocámo-lo em cima da moto, e vai de fotografia. O puto tinha uns 5 ou 6 anos….hoje já tem mais de 20.

E não é que, até há muito pouco tempo, a dita fotografia ainda estava exposta no quarto dele. Esta é uma história de motos, que junto com outras,  causam-me uma boa emoção.

Nada comparada com a do relato  do menino que só abriu os olhos para ver uma moto.


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