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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

COISAS DE BANCOS (dos nossos bancos)

Café a mais, trabalho a menos
COISAS DE BANCOS (dos nossos bancos)


Sempre soube que aplicar dinheiro em bolsa era uma decisão que incorporava risco. Por isso evito a palavra jogar… Há uma enorme volatilidade…incerteza….enfim, muitos palavras podem ser usadas para quem investe dinheiro em bolsa.

Sempre quis admitir (e aceitar que assim era) para mim que as identidades que regulam estas matérias estão e são acima de qualquer suspeita. Soube sempre que os profissionais que estão a gerir as empresas são sempre sérios, até o deixarem de ser. Há uns que nunca o foram, nunca o pareceram,  e andam por lá, camuflados…mas isso  também todos sabemos.

Também sabemos que as competências de controlar e eliminar (sendo esta última tarefa praticamente impossível) de casos como o BES, BANIF, BPP e  BPN  cabe à CMVM, ao Banco de Portugal, às respectivas empresas de Auditoria e, em último caso, aos Governos.

Pergunto-me: Como é possível esta sucessão de crimes que, em alguns casos, depauperaram as poupanças integrais das famílias…

Que envergonharam e envergonham  os profissionais que trabalham nestas organizações, que de um momento para o outro passaram a ser vistos como incompetentes, charlatões, impostores.

Acções que lançaram sobre a economia portuguesa, a nossa economia,  suspeitas que passam por não sabermos controlar e analisar o que se passa por cá…

Assistimos também a comentários / desabafos de alguns cidadãos que foram ludibriados por falsas promessas de rendimentos, garantias de reembolso inexistentes e mais trinta por uma linha.


Fica-se com a ideia que se anda a usar muito do tempo de trabalho a tomar café e a falar de bola…
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