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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Foi o Tintim que foi à Lua pela primeira vez




Os livros são um prazer para muitos. São, também, um instrumento para disseminar conhecimento, de ocupar os tempos livres, etc, etc, etc

Não sou um leitor voraz; tenho, todavia, condições para o ser. Terei de ser mais disciplinado. Já fui mais, bem mais... lia bem mais

Este dia mundial do livro fez-me lembrar uma história de criança. Devia ter uns 9 anos….faz o seu tempo.

Ele envolve o Dr. Baptista da Silva, antigo director do Observatório de Lisboa, o meu pai e Neil Armstrong (esse mesmo, o que todos conhecem). É passada no Observatório. Ambos eram Astrónomos. O Neil, todos sabe quem ele é

Estava o Dr. Baptista da Silva, quase um avô para mim, e o meu pai. Falavam da ida à Lua. Tema obrigatório para astrónomos. Falavam, falavam…e, eu, incomodado com tamanho equívoco....na altura diria disparate.

Vou a correr a casa — morávamos no campus do Observatório — e pego no livro do Hergé, Tintim foi à Lua (da década de 50). Regresso à escadaria onde se desenrolava a conversa. Peço licença para falar, e mostro-lhes o Tintim e digo qualquer coisa como: Não foi nada esse o Armstrong…quem foi o primeiro a chegar lá foi o Tintim.

Não me recordo da resposta de ambos. Provavelmente os dois seguraram o sorriso para não estragar a minha certeza. Quase possa firmar que há uma beleza nesta certeza, certeza que os adultos já perderam e não a voltam a ter.

PS: Óbvias saudades de ambos e da Lassie do Dr Baptista. Passeávamos, muitas vezes, os 3 pelo Observatório.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

O que Catarina Martins pode aprender com o Sr. Oliveira da Figueira

O que Catarina Martins pode aprender com o Sr. Oliveira da Figueira


A deputada Catarina Martins, a tal do desBlocado de Esquerda, chama Paulo de Portas de Oliveira da Figueira. E faz isto com
profundo desrespeito por este herói do Tintim. Não estou a defender o Paulo Portas. Tenham a certeza disso.


O que me choca, choca mesmo muito, é o ar sempre agastado da Sra. D. Catarina Martins. O discurso deste desBlocado de Esquerda  sempre pela negativa, pelo falhanço, pelo pessimismo.

Muitas vezes noto, reparo, sinalizo…inconsistências no seu discurso, no que diz, nos dados…mas mantém sempre o seu ar agressivo, furioso…desgastante para quem a ouve.

“Tempos houve em que éramos exímios na inefável arte de vender como ficou para sempre inscrito na figura do Sr. Oliveira da Figueira que Hergé fez aparecer em pelo menos três aventuras de Tintim” (retirado do Jornal de Negócios). Pelo menos éramos vistos assim. Acredito que esta capacidade negocial não se deve apenas ao DNA de Figueira e Oliveira.

Talvez falte nestes tempos aos portugueses a capacidade de vender e de se venderem, de fazer network e de saberem que são tão bons como  os melhores. Por cá, Portugal, falta esse reconhecimento.
 
Ouvindo a deputada Catarina Martins a metralhar sempre o mesmo discurso, apetece-me  colocá-la num bloco, à esquerda ou à direita, mas num bloco isolado.
 
Nota: Reparem a boa educação que o Sr. Oliveira da Figueira, português de gema, com que recebe o nosso herói. Aliás, estamos perante dois heróis.  Pelo menos meus.
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