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domingo, 25 de janeiro de 2026

Custo de Oportunidade e o Efeito Camaleão – As eleições presidenciais

Eu vou votar - JPM Consultores 

 

Custo de Oportunidade e o Efeito Camaleão – As eleições presidenciais

 

“Mais uma vitória como esta e estaremos completamente arruinados.” Rei Pirro do Épiro

 

Tenho a sorte de viver alguma parte do ano numa terra conhecida pela sua reserva de camaleões.

Estes são conhecidos por irem mudando a cor da pele para se protegerem. Este fenómeno é conhecido por cromatoforismo. Animais como o já referido camaleão, os polvos, as lulas e outros peixes mudam de cor graças a células especiais chamadas cromatóforos.

Esta mudança de cor prende-se com o sentido e sentimento de perigo.

É o que esta segunda volta nos traz. Leva-nos a ter de mudar de cor. Esta mudança de cor não é sentida, não é permanente, vai até contra o que consideramos os nossos valores.

Mas o sentido de sobrevivência leva-nos a isso.

Em Portugal, nesta segunda volta das presidenciais, estamos a viver isso. O voto útil.

Eu olho para o boletim, que já conheço, e digo: não és bem o que eu queria… mas também não és o que mais eu temo.


O Bacalhau à Brás da Democracia

É uma espécie de flirt político de ocasião. No fundo é uma escolha do momento — quase como pedir bacalhau à Brás só porque o restaurante já não tem o nosso prato preferido.

Não era o plano inicial, mas evita uma má experiência.

E assim, entre convicções e cálculos rápidos dignos de um matemático em stress, o voto no Seguro lá acontece.

Sempre com aquele suspiro de quem sabe que podia ter sido diferente, melhor… mas hoje não vai ser.

 


Won't Get Fooled Again – The Who, Uma grande banda de rock.

A música fala de uma vitória vazia. 

domingo, 28 de abril de 2013

Media Social - Dicas #2


 
3) Saber qual a media em que é bom.

Descubra a rede em que é bom; veja também aquela que gosta mais. Muitas vezes são coincidentes. Identifique a que lhe pode ser mais útil.

Identificados estes três aspectos, programe as suas actividades de tal forma que se concentre, digamos, mais de 50% numa.

Há quem goste do Facebook; outros do Twitter.

Eu uso o Facebook e o LinkedIN. Consigo retirar benefícios profissionais em ambas; também consigo ter uma parte lúdica nas duas. Cruzo alguma informação com o Twitter. Por vezes publico uma foto no Pinterest. Tento ter uma actividade regular no meu blog, o que nem sempre é possível. Uma boa forma de activar este é publicar bons artigos de alguns gurus ou fazer dicas (como esta) Uso muito pouco o Google +.

Mas tenha presenta, a media social é apenas uma parte da vida. Igualmente, você não consegue ter um envolvimento com todas e, muito menos, ser bom em todas. É um pouco como ir ao ginásio: ir uma vez por semana não faz de si um atleta.

 
 

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Custo de Oportunidade e os Copos de Água

Custo de Oportunidade e os Copos de Água

Keywords: Custo de Oportuniadade, Clientes, Serviço

Há um conceito da economia que devia ser ensinada na escola….logo desde os primeiros anos. Falo do Custo de Oportunidade. Mas o que é isto do Custo de Oportunidade (http://pt.wikipedia.org/wiki/Custo_de_oportunidade?). É o que se perde por termos optado por um outro bem, serviço, etc.

Na nossa vida o Custo de Oportunidade é algo com que nos deparamos constantemente. A todo o momento temos que tomar opções. Opções profissionais, de lazer, sentimentais, de preguiça… e muitas vezes essas decisões não têm retorno. Às decisões tomadas… sucedem-se consequências. Mesmo a não decisão, se assim se pode chamar, é uma decisão… escolhemos, porventura, demitirmo-nos da responsabilidade da escolha.

Mas vamos ultrapassar estas definições e ir para algo mais concreto. Algo que eu (e vocês) tenho vivido, infelizmente com alguma regularidade.

Falo-vos de uma atitude “revolucionária” nos serviços de restauração que é: “Não servimos copos de água à mesa”. Muitas vezes este comportamento também è aplicado ao balcão.

Apesar de a situação que vos vou descrever ser bem diferente, lembro-me de ouvir, desde pequeno, que água não se nega a ninguém. Quando em criança passava horas e horas a jogar à bola, matávamos a sede tocando à porta das vizinhas e pedindo copos de água ou íamos todas a correr a casa de um de nós ou ao café mais próximo matar a sede.

Mas voltando à minha idade adulta. Tenho por hábito beber sempre o café com um copo de água e espanta-me a insensibilidade dos gerentes, empregados de mesa ou outra qualquer função que possa haver e que tenha contacto com o público consumidor e não satisfaça um pedido tão simples por parte do seu Cliente. Será que estamos perante uma McDonalização do serviço…vamos ao balcão, levamos o tabuleiro para a mesa e ainda, no final, a limpamos. Muitas vezes esta informação, a dos copos de água, aparece com um sonante “Não servimos copos de água às mesas”. Parece-me que um “Não” na percepção de um potencial consumidor, o afasta .

Também tenho tido como resposta: “Não estamos autorizados a servir copos de água à mesa”. Fico logo com vontade de interpelar o gerente…infelizmente, nunca o fiz.

Gostaria de confrontar os gerentes destes espaços comerciais com o conceito de Custo de Oportunidade. Será que eles sabem o que é? Qual o alcance, direi antes, repercussão sobre o seu negócio.

Eu digo-vos qual tem sido a minha atitude. Levanto-me e abandono o café. Dificilmente voltarei lá. Acredito que muitos Clientes também têm este comportamento. E há hábitos que se mantêm. Eu beberei sempre café com copo de água. Nem que seja em casa.