domingo, 25 de dezembro de 2011

Pergunte às pessoas o que vão fazer

Pergunte às pessoas o que vão fazer

Parece lógico...mas se não perguntarmos, não temos resposta. Ultrapassada esta premissa, o facto de interrogarmos os outros permite

- ficarmos a saber, com alguma certeza, que terrenos pisamos;
- quem nos responde pode comprometer-se  com as respostas dadas.

Estes dois dados podem fazer a diferença do sucesso ou insucesso do que possamos vir ter em qualquer projecto que venhamos a levar em frente

Hábitos

Hábitos - Ou o colorido das saladas de fruta

São úteis, sem dúvida. Ajudam, sem dúvida. Proporcionam resultados e respostas mais rápidas. Porém, um comportamento apenas e só baseado em hábitos impede a adopção de novas ideias, novos desafios, novos futuros. Desafie os seus hábitos, mesmo que comece só por alterar o caminho que faz para o trabalho, o locar onde toma o seu café ou onde compra o jornal.

Já pensou na beleza de uma salada de frutas. O colorido da mesma torna-a apetecida e apetecível.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO NÃO SABEMOS A RESPOSTA?

O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO NÃO SABEMOS A RESPOSTA?


"A Dream may be a question you don't know how to answer yet"


Keywords: Vendas, Business, Cientes, Organizações.

Admiro aqueles que tudo sabem, a tudo respondem e que opinam sobre tudo. Que imaginação (ou são políticos)! Todos temos amigos desses. Mas esses, desculpamo-los.

Há alguns tipos de comportamentos que podemos ter quando estamos do lado do ouvinte e que podem passar por:
- não ligar de imediato ao que está a ser dito;
- ouvir, perceber pouco depois que o assunto não interessa e deixar de ouvir (ou ouvir só com os olhos);
- ouvir até ao fim. Neste caso há ainda os oradores que não nos deixam sequer comentar...e assim, rapidamente, deixamos de lhes dar atenção. Mas existem ainda aqueles que nos ouvem, que nos dão espaço para uma troca aberta de ideias e de pontos de vista. Estas são as conversas interessantes.

Mas o que fazer quando não sabemos a resposta?

Primeiro, pense novamente na pergunta.

Quase tudo na vida não tem que ter uma resposta on-line. Mesmo tratando-se de  profissionais bem preparados não podemos querer saber tudo (ou lembrarmo-nos de tudo). Talvez as perguntas às quais não sabemos (ainda) responder possam ser aqueles que nos vão ajudar mais no futuro. Ajudam a concretizar aquilo que ainda não sabemos fazer, aquilo que não tínhamos ainda pensado.

A solução a uma pergunta não respondida passa por prometermos uma resposta o mais rapidamente possível. Mostrando ao Cliente que nós e a nossa Organização está empenhada em o ajudar. O facto de nos posicionarmos desta forma, eventualmente, até nos dará créditos.

Podemos igualmente direccionar o nosso interlocutor para alguém que o possa saber a resposta. Nas Organizações há sempre profissionais com outras competências que nós não temos e que, somadas às nossas, tornam a resposta possível.

Não dê uma resposta inventada ou com pouca certeza. Não arrisque...pode assim perder o seu Cliente. Não só nesta operação, mas para sempre.

Mas hoje em dia há várias perguntas (sem resposta no momento) que colocamos a nós próprios. Felizmente que elas existem. Para as responder temos um universo de respostas e pessoas a responderem (e que nos querem ajudar com as respostas). Basta, para isso, entrar na WWW e pesquisar. Há grupos de interesse por lá, sites, Wikipedia, etc.

Vejam o número de seguidores (e interacções) que alguns blogs têm.  O que a Wikipedia nos oferece. O que o Linkedin nos pode transmitir. Já não falando da leitura de Blogs e das redes de partilha de conhecimento que as próprias empresas podem vir a produzir.

Quantas mais perguntas e consequentes respostas procurarmos, mais conhecimento teremos. Se esta for uma prática, seremos nós a procurar respostas, o conhecimento adquirido ficará mais consolidado e alargado. Para além da satisfação que retiramos.

Quando for confrontado com uma pergunta mais difícil, mesmo que pense que não sabe, faça um esforço para encontrar a resposta. Quem sabe, lá no fundo do seu baú do saber, encontrará a resposta. Se não for possível, quem sabe pode preparar o campo (dar pistas) para que os seus interlocutores prepararem a pesquisa e encontrem a resposta.

Em regra, as melhores respostas são: pequenas, simples e concisas.

Há uma acrónimo muito usado, KISS. Que parece ter ser esquecido em muitos dos nossos comportamentos.


João Paulo Marques
Business Developer
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Think before you print

domingo, 18 de dezembro de 2011

Os novos humoristas ingleses

A notícia do Sunday Times de hoje é, no mínimo, caricata. Digna de um reino que tem uns humoristas fabulosos, os Monty Python. Estou já a imaginar as Lady's e os Lords britânicos escarrapachados nos aeroportos nacionais com as suas garrafas de Gin (meio vazias) e com os seus pints de lager desesperados a quererem voltar para o seu reino.


Os Lords do seu governo não se conseguem entender com eles mesmo e com os seus vzinhos do mesmo idioma. Ou será que ouviram o avisado deputado do PS, Pedro Nuno Santos, e não quiseram ficar atrás

O que se trata aqui é o que se pode chamar de Ignorância Pluralista por parte de quem tem que ter cautela e sensatez no que diz. Ela, infelizmente, só vai lançar mais achas sobre a confusão que paira na Europa. Olhem para dentro primeiro e vejam o que têm por lá e que God os Save.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

CONSIGA E SATISFAÇA O SEU PRIMEIRO CLIENTE

CONSIGA E SATISFAÇA O SEU PRIMEIRO CLIENTE

O que conta não é necessariamente o que pode ser contabilizado.

Keywords: Vendas, Business, Cientes, Primeira Impressão

Um amigo e professor, Paulo César Motta, tem uma teoria interessante sobre os restaurantes. Ele diz, se tivesse um restaurante, o 1º Cliente do dia não pagava. Faz algum ou muito sentido, não faz?
Vejamos, quem entra num restaurante vazio, sobretudo se os estabelecimentos vizinhos estão com Clientes?  Algo de estranho pode ser...ou é caro, ou tem mau serviço, ou outra coisa qualquer, que não interessa saber qual, mas que  a clientela anda fugida, anda!

Pessoalmente, não conhecendo ou não tendo referências, evito restaurantes vazios.

Ora, um 1º Cliente reduz o risco para todos os outros que estão de fora e que querem experimentar. Um 1º Cliente, de um modo geral, transforma (ou pode transformar) um produto / serviço esquecido / pouco divulgado, num sucesso. Pode transformar um entusiasta solitário num líder carismático.
Veja-se os pregadores de rua. Os que preparam mal o evento, poucos seguidores conseguem ter. Não falo do carisma que possam ou não ter...falo de terem, em primeira instância, público.
Por isso, em alguns lugares que se prestam a estas manifestações de "fé", temos pastores mediáticos e outros que falam com as pedras.

Veja-se o speaker corner em Londres e os pregadores em frente à Sé de São Paulo.

Por isso, e cada vez mais, considero que uma primeira reunião, é como o 1º Cliente do restaurante. Esta possibilidade de falarmos / apresentarmos os nossos serviços a alguém, no caso, um potencial Cliente, deve ser uma tarefa que, mesmo provocada / conseguida por um júnior, deve ter o apoio de alguém mais sénior.

Pessoalmente sou adepto de reuniões com duas pessoas da Organização, havendo, claro, essa hipótese.
Pode parecer uma duplicação de tempo, mas vejamos:
- dois colegas alinhados num mesmo objectivo podem dar uma melhor resposta a um Cliente,
- a probabilidade de um dos dois conhecer o interlocutor ou alguém na organização duplica,
- em áreas comerciais em que o relacionamento interpessoal é muito importante, o facto de termos um colega a acompanhar-nos faz com que não exista um vazio no acompanhamento nas nossas ausências.

Recentemente um amigo confidenciou-me que quando saiu da  Empresa onde trabalhava praticamente ninguém da área comercial conhecia os seus Clientes. Os dois ou três maiores eram conhecidos...o restante da carteira, que incluía alguns que poderiam vir a dar um bom dinheiro à Empresa, não eram conhecidos. 

Quando saiu  dessa Empresa teve que dar um tempo extra (já não sendo empregado) a apresentar alguns dos Clientes menos conhecidos à restante equipa comercial (não saiu para a concorrência; se saísse talvez não o fizesse....). 

Se ele não disponibilizasse esse tempo, os Clientes ficavam abandonados pela Empresa. Eles (e a Organização) sabiam e souberam atempadamente da sua saída, mas a Organização não se preocupou. O esforço da Empresa em conseguir e manter Clientes foi completamente descurado.  Vejam se ele  fosse para a concorrência...o que seria?

Mas nem sempre o facto de entramos num restaurante vazio ou quase pode ser sinónimo de uma má refeição. 

Lembro-me, há já alguns anos, ao passear pela ilha de Florianópolis (penso que o restaurante era numa povoação chamada Armação) ter descoberto um restaurante enorme sobre a praia. Dia se semana e fora da estação alta. Restaurante praticamente vazio. Um "cardápio" imenso mas, quando chega o empregado, diz-me...só temos anchova. Nunca tinha comido, mas a fome era tanta e o preço não era exagerado, disse: venha de lá essa anchova.

O prato estava de tal maneira bom que acabei com os empregados à mesa comigo e a almoçarem. A isto acrescento o facto de eles terem uma produção própria de cachaça a qual eu fiquei bem conhecedor.

Pense agora nisto e, se tem um produto ou serviço a ser vendido, veja como o embala.

João Paulo Marques
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O teu sorriso

Tanta coisa boa me prende a ti...uma delas é o teu riso , o teu sorriso...
que me faz desejar o muito que está  para vir
que me dá uma imensa alegria de viver…
que me leva a gritar, a correr
a  felicidade que não quero guardar so para mim,

É maravilhoso…   

Assim é a felicidade…
Que me  deixa com os lábios e a alma a sorrir.

domingo, 20 de novembro de 2011

EPA

Keywords: Vocábulos

EPA -  Duas versões do mesmo vocábulo sonoro e, particularmente, antagónicas na sua utilização


EPÁ, na versão street, pode querer dizer, "epa, isso não".

EPA, na versão business, quer dizer "Esteja pronto a assinar".

Bom que  domine as duas.  Ser-lhe-á útil

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

No (do not be like that) By Seth Godin

No, we don't take clients like that.
No, that's not part of what we offer.
No, that market is too hard for us to service properly.
No, I won't bend on this principle.
No, I'm sorry, I won't be able to have lunch with you.
No, that's not good enough. Will you please do it again?
No, I'm not willing to lose my focus, and no, I'm not willing to compromise.

sábado, 12 de novembro de 2011

Pragueje

Pragueje

Keywords: Comunicação

Praguejar pode chamar a atenção a terceiros. Ajuda-o também a comprometer-se consigo mesmo, com os seus objectivos. Para além de libertar muita da tensão acumulada. Pragueje, mas suavemente. Não pragueje por tudo e por nada. Porque assim, esta arma,pode virar-se contra si.

João Paulo Marques

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sábado, 5 de novembro de 2011

5 TAREFAS a fazer após a concretização (de uma primeira) reunião

5 TAREFAS a fazer após a concretização (de uma primeira) reunião



           Alguns causam felicidade onde quer que cheguem; outros, sempre que partem (Oscar Wilde).  Faça com que a sua presença caia no primeiro grupo.


Keywords: Vendas, Clientes, Comportamentos, Network, Reuniões


Em muitos casos a marcação de uma reunião com Aquele Cliente pode ser o que nos pode levar ao sucesso ou insucesso de um projecto.

Sabe-se que em muitos casos as Organizações são bastante dependentes de muitos poucos Clientes (Teorema de Pareto perfeitamente aplicado) e em várias organizações um Cliente é responsável pelo sucesso / sobrevivência da Organização. Estado ó dependentes é o que acontece com inúmeras Empresas nacionais.

Trabalhei numa gráfica que mantinha um contrato de exclusividade com uma grande multinacional de publicidade a operar em Portugal. Em determinada altura essa agência resolve não cumprir o contrato sem, pelo que percebi, ter razões válidas para o fazer (outras nós sabíamos que existiam). Este desenvolvimento quase deu cabo de uma Empresa e das quase 30 pessoas que lá trabalhavam. Veja-se o que se passa agora no mercado português.

Por isto, e cada vez mais, num tempo em que já nem de Vacas magras se fala há alguns comportamentos que devem ser praticados e que, em regra, são esquecidos. Sugiro, em seguida, alguns deles. Com estes procedimentos transmite-se ao Cliente, Fornecedor, Parceiro ou seja lá o que for na sua cadeia de negócio, o apreço e que tem por ele.


1) Independentemente de ter sido você a marcar a reunião, sobretudo neste caso, não deixe nunca de agradecer a mesma, enviando email de agradecimento a todos os participantes.

Nos últmos tempos não me lembro de ter recebido um único agradecimento. Na verdade, em regra, sou eu que solicito as reuniões, mas mesmo assim. Em alguns caso, temos tido soluções que parecem ser perfeitante ajustadas, mas os Clientes ficam lá no seu pedestral e nada dizem.

Duas coisas consegue já daqui:
a) Fica com os emails registados e fica a saber que eles estão correctos;
b) Os seus contactos ficam com os seus contactos.

Não me esqueço de em dois telefonemas, espaçados de um mês, para um gabinete de design ter sido presenteado com uma das pérolas que gosto de referir: “Não recebemos Fornecedores”.


2) Caso exista um negócio ou proposta de negócio, fazer o respectivo follow-up da mesma. Assim os assuntos não caem no esquecimento e algo que possa estar incorrecto ou esquecido rapidamente se actualiza.

Em equipas pequenas será até ajustado incluir um follow-up “doméstico”, isto é, informar toda a equipa do que está a acontecer.

Eventualmente processos semelhantes que possam ter sido tratados por outros colegas permite que as soluções possam ser encontradas mais rapidamente.

Passei uns bons cinco anos a trabalhar na área comercial de uma empresa e raras foram as reuniões comerciais. Igualmente o sistema de CRM pouco ou nada era utilizado. Um pouco por preguiça de parte dos colegas, outro pouco vai lá saber-se porquê...eventualmente guardar informação para outras etapas (profissionais).


3) Convide os “prospects”, e todos aqueles que se envolvem com o seu negócio, a visitar o seu site empresarial, o seu Facebook, o seu Twitter, o seu LinkedIN. Estas ferramentas são operadas por funcionários seus que trabalham 24 por 24h. Incansáveis.

Mantenha estas ferramentas sempre actualizadas.


4) Muitas vezes após as reuniões é que começamos a ter ideias. O nosso espírito nas reuniões pode estar muito focado no que os nossos interlocutores dizem, fazem e como se comportam (lingugem verbal e não verbal) e no que nós dizemos.

Tente fazer um período de reflexão consigo mesmo ou com quem da sua equipe esteve na reunião...escreva o que de lá saiu. Quem sabe este possa ser o seu momento “ Professor Pardal”. Este momento, quem sabe, pode ser perfeitamente identificado no seu dia-a-dia. Procure-o.

Esta ideia de escrevinhar tem múltiplas utilizações, quer no tempo, quer no espaço.

Pense nas ideias que pode ter ao conduzir, ao almoço, ao ouvir algo, ao acordar... estas ideias não aparecem quando se quer. Elas podem ser o seu “pulo do gato”.

Também algum nome de pessoa ou de empresa que possa ser dito na rádio ou por ai pode vir a ser uma informação valiosa para futuros contactos.

Escrevo isto para me lembrar que devo ter sempre comigo um Moleskine (o que não tenho, e arrependo-me).


5) Uns dias após a reunião não deixe de enviar um email ou dar um telefonema a saber se necessita de mais informação, se tem dúvidas, se há algo que possa fazer, etc. Um telefonema é sempre preferível...mas dê notícias...mostre-se.


Todos estes compotamentos consomem algum tempo. Mas agora veja, quanto tempo é que gastou em conseguir marcar a reunião? Quanto tempo teve que dispender para identificar um prospect. Agora que parece que tem um canal aberto, use-o...mas com moderação, isto é, não bombardeie o Cliente com informação.

Estas sugestões ainda se mostram mais prementes se se tratar de reuniões / encontros provocados por eventos de Networking. Nestes encontros apresente os seus amigos aos seus amigos. Como se diz por ai, People Like People; People Look for People. Ambos (os apresentados), com muita certeza, irão retribuir.


João Paulo Marques
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

What good interview questions are actually trying to discover

What good interview questions are actually trying to discover (Seth Godin)

How long are you willing to keep pushing on a good project until you give up?
How hard is it to get you to change your mind when you're wrong?
How much do you learn from failing?
How long does it take you to learn something new?
How hard is it for you to let someone else take the lead?
How much do you care?
The rest is merely commentary, either that or they're interviewing you for a job that's not as good as you deserve. For those jobs, the only question they're really focusing on is, "will she fit in around here?"

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FIRST, MAKE RICE (SETG GODIN)


First, make rice

Fledgling sushi chefs spend months (sometimes years) doing nothing but making the rice for the head chef.
If the rice isn't right, it really doesn't matter what else you do, you're not going to be able to serve great sushi.
Most of the blogging and writing that goes on about marketing assumes that you already know how to make the rice. It assumes you understand copywriting and graphic design, that you've got experience in measuring direct response rates, that you've made hundreds of sales calls, have an innate empathy for what your customers want and think and that you know how to make a compelling case for what you believe.
Too often, we quickly jump ahead to the new thing, failing to get good enough at the important thing.
 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MARKETING de HOJE vs MARKETING de ONTEM


MARKETING de HOJE  vs MARKETING de ONTEM

"O Facebook pode ser contagioso, infeccioso e viral. Mas para o bom sentido." (alguém do FB)
‎ "Uma empresa campeã é formada por seres humanos campeões" Steve Jobs (ele deve saber bem o que diz)

Keywords: Marketing, Vendas, Gestão, New Media, Relacionamentos.

Fala-se muito, e cada vez mais,  em Marketing, em Social Media, em 2.0, em novas ferramentas, novas abordagens,etc, etc, etc.

Porque hoje em dia todos podemos ter informação em tempo real e, em alguns casos, pouco manipulada e o exemplo passa pelas revoluções dos países árabes, as convocações de manifestações de protesto em Espanha e no Reino Unido, os Tsunamis e as catástrofes nucleares no Japão; todos acontecimentos  convocados e relatados por Twitters,  por Facebooks e outras medias que ajudaram a dar conhecimentos dos mesmos. E  o curioso é que ainda há quem não acredite nelas, quem não as queira usar.

Veja-se também a existência de alguns sites que são tudo menos sites. A informação que passam...é inexistente ou desactualiazda. Neste último caso ainda pior, pode transparecer que a Organização deixou de existir. Há quanto tempo é que não actualiza o seu site?
Em 2005 consegui uma entrevista de trabalho e o consequente emprego por, na minha candidatura, ter questionado o facto de uma empresa reconhecida, a  Silvex, ter apenas um site estático (aparecia apenas o logo e penso que mais nada). Mais do que sorte por a minha candidatura ter despertado curiosidade, foi o facto de ter sido curioso e crítico, ter sugerido, ter sido proactivo, etc.. Claro que nem sempre esta estratégia pode colher frutos, mas talvez seja melhor arriscar.

Hoje em dia o comportamento e atitude que devemos ter na envolvente 2.0 deve passar pelo que eu disse acima e no que em seguida vou tentar sistematizar (contrapondo o Marketing do passado).

MARKETING de HOJE (ONLINE and SOCIAL MEDIA)
«
MARKETING  TRADICIONAL
Ouvir, ouvir, ouvir e comunicar
«
Gritar, gritar e gritar
Nós, nós, nós ... e porque não nós
«
Eu, eu, eu....e porque não só eu
Contar histórias,
«
«
Debitar informação
Traga as Pessoas / Clientes para si
Seja um tipo PULL
«
Seja um tipo PUSH
WOM – Word of mouth
«
Publicidade em massa
Nichos
«
Mass media
Políticas baseadas em Permissão
«
Políticas baseadas em Controlo
Flexibilidade
«
Rigidez
Estimular relações
«
Impor relações

Naturalmente, há comportamentos e ferramentas que não podem ser descuradas, independentemente do "tempo do marketing " em que se está e nas regras que se aplicam. Falo de formação profissional, de estímulo à criatividade e à curiosidade.

Claro que a proactividade e simpatia de um profissional  é sempre uma ferramenta que faz a diferença. Recentemente, ao colocar o euro milhões numa tabacaria perto do meu novo trabalho, recebo um sonoro “boa sorte”. Digo que não costuma ser hábito receber tal desejo e dou os parabéns a quem me atende e é-me dito “eu quero mesmo que o senhor tenha sorte”. Contraponho com o comportamento da papelaria onde, durante cinco anos , coloquei o jogo. Apesar de alguma simpatia, muitas vezes esquecida, nunca me desejaram boa sorte. Já agora, esta nova tabacaria fica em Miraflores, na Av. José Gomes Ferreira, lá no final de quem desce.

Outro aspecto importante destas novas medias é que o facto, se se pode dizer, que a mentira tem perna curta, isto é, devido à capilaridade que existe nas redes  com alguma facilidade se percebe e apercebe da falsidade de alguns perfis. Isso pode ser verificado pelo modo como escrevem ou como participam nas redes com que interagem.  Recentemente apanhei num artigo que um CEO de uma grande multinacional entrava em discussões abertas no Facebook omitindo quem era.  Com alguma facilidade foi desmascarado pela comunidade facebokiana e posteriormente  demitido das suas funções na organização. A credibilidade dessa organização ficou seriamente prejudicada. 
Reforçando os pontos comuns entre as duas épocas...dedicação, empenho, curiosidade, proactividade, bom serviço, boa entrega, honestidade...são predicados que sempre devem ser utilizados, estimulados e melhorados.

Mas há algo que cada vez mais parece estar ausente dos nossos comportamentos. Pessoas gostam de Pessoas; Pessoas procuram Pessoas.  Esta premissa, através das redes sociais, faz com que as Pessoas se aproximem (se reaproximem) e se revelem.
No meu caso, posso dizer que as Redes Sociais, que estão integradas no Marketing de Hoje,  trouxeram-me das mais enriquecedoras,  válidas e gratificantes experiências que já tive.  Dando um pequeno e actualizado exemplo, o facto de você ler este meu texto até ao fim é a prova disso.

PS: Excepcionalmente hoje, dia da morte do Steve Jobs, tenho dois subtítulos. Menciono uma frase dele. Acredito bem nela.  

PS2: Cada vez mais as Medias Sociais e tudo o que envolve novas e distintas formas de entrar em contacto com os Prospects e Clientes ganha importância. Mas não descure completamente a antiga forma de estar no terreno dos negócios.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

BOM SERVIÇO

Recentemente mudei de casa de Euromilhões. Após mais de 5 anos a entregar as minhas apostas naquela casa, mudei de emprego, mudei de máquina.
Nestes mais de 5 anos,  apesar de uma leve (ou pouco mais) simpatia por parte das pessoas daquela tabacaria, tive que ir parar a outra casa.
Logo na primeira vez que fui lá levo um sonoro “boa sorte”. Digo-lhe que não costuma ser hábito ao que oiço...”eu quero que o senhor tenha boa sorte”.
Há algumas meneiras de conquistar novos Clientes. Esta, é sem dúvida, uma delas.

PS: Já agora, fica no final da  Av. José Gomes Ferreira, de quem desce, do lado direito.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

POIS É – Ou o poder do Pois (ou um verdadeiro Poiscionário)

POIS É – Ou o poder do Pois (ou um verdadeiro Poiscionário)

Quando se vê, já são seis horas; quando se vê, é sexta-feira;
quando se vê, acabou o ano. (M. Quintana)
Keywords: Cultura, Serviço, Hábitos, Pois

Uma das palavras / expressões mais abrangentes que existem na expressão oral e escrita portuguesa (lusa) é a utilização do “POIS”. É fabuloso o seu uso, os seus múltiplos significados e democraticidade no seu uso. Não há quase nada a que não se possa responder com um “Pois”.
O Pois é usado em todos os estratos sociais e camadas etárias, não escolhe género ou idade. Ele é um poço inesgotável de respostas, não respostas, comportamentos e caracterizador de algumas personagens (profissionais) que convivem directamente (ou não) conosco, no nosso dia-a-dia.
Começo por apresentá-los como vem na gramática portuguesa

Pois conjunção coordenativa conclusiva/explicativa
1. logo, pelo que, portanto, por consequência, por conseguinte:
o Encontraste outro amor, pois segue o teu coração.
2. porquanto, porque:
o Calas a raiva pois tens medo do poder.

Mas o seu uso extrapola, em muito, a definição acima apresentada.
Alguém que use e domine o “Pois” não ficará sem resposta a dar a nada. O seu correcto domínio, alicerçado por uma linguagem não verbal adequada, será de grande utilidade. Ora vejamos.
Podemos usar “Pois” isoladamente em respostas afirmativas, negativas, inconclusivas, relaxadas ou vazias.
1) Está muito calor.
Pois (afirmativa).

2) Não devias ter feito isso (fez cagada).
Pois (não devia mesmo).

3) Ao ouvir alguém que fala e fala e fala…e que continua a falar.
Pois (pontuamos as pausas do orador com um pois. Podemos nem estar a prestar atenção… mas não passamos por mal educados).

4) Quando alguém nos pede para comentar algo que acabámos de ouvir.
Pois (não sabemos bem o que dizer ou o que opinar e sai um pois,.. um pois surdo… é politicamente correcto o seu uso e de extrema habilidade dialéctica).

5) Pois (relaxado)» há quem o use sem imaginação/ preocupação.

Mas este vocábulo pode ainda aparecer conjugado com outros (palavras compostas).

Pois claro » que pode significar concordância. No entanto, os mais hábeis fazem do seu uso algo parecido com um ioga mental. Usam-no para descasarem a mente. Parecem atentos… mas o que estão é completamente desligados.

Pois sim » o mesmo uso acima referido.

Pois não » quanto alguém nos interpela, quer ao bater à porta, quer na rua … educadamente podemos responder assim.

Pois é » quando queremos confirmar algo. Podemos ir do simples “pois é”, quando confirmamos o óbvio, sem emoção, ao “pois éééééé”… quase como o balir de um cordeiro…expressamos sentimentos de surpresa, admiração, de concordância.

Pois, pois» quando concordamos, sem reservas, com algo. O curioso é que esta expressão é utilizada para caracterizar os portugueses (de uma maneira algo brincalhona) em terras de Vera Cruz.

Pois talvez» que pode não querer dizer algo, pode querer ou não saber de todo o que quer dizer. Comportamento típico de alguns.

Pois então » mais uma vez concorda com o facto apresentado ou pode pretender reforçar algo que já disse. Muitas vezes, este reforço, demonstra o quanto o orador não está convencido do que pretende demonstrar.
Mas ainda se arranjava mais "Pois"

A utilização do “pois” tem ainda outros caminhos.

Depois » que tanto caracteriza a tomada de decisão de políticos, gestores, patrões, estudantes… como se vê, de todos, ou quase todos, nós.
Temos ainda Poiso, Poisada (ou pousada), Poisar. Todas elas a marcar algum imobilismo, inoperância ou descanso intelectual. Não que ele não seja necessário… mas caracteriza e ajuda a definir alguma inoperância.
Mas o “ Pois” também de internacionalizou.
Interessante será ver como a nossa velha aliança introduziu o “Pois” nos seus vocábulos.
Poison » o que ao princípio poderia ser um simples Pois Filho (pois son) mas, devido aos jogos de poder dos corredores dos palácios passou a significar veneno. Logo os franceses, não querendo ficar para trás, resolveram usá-la (e, eventualmente, usá-lo). Este idioma também o utiliza para significar peixe (Poisson)

Pois também é usado em Italiano. Comeram-lhe o “s”. Ficaram com Poi. Não conseguiram dar-lhe, penso eu, o uso imaginativo do Pois luso. Significa apenas “pois”. Mas já no mundo da moda temos a colecção Pois, há até uma Miss Pois (ou várias) , uma linha Pois (
http://www.pois.it/), um glamour Pois. Sem dúvida, uma rotura no universo linguístico Pois.

Já os espanhóis, talvez por não gramarem nada do que vem daqui, para além de colocarem por cá Bancos e de muito do nosso tecido empresarial, que vão comprando, não o usam como nós. Dizem um Pues sem força. Talvez possa ser por terem alguma dificuldade em “sonorizar ou ditongar” duas vogais seguidas sem terem de recorrer à tecnologia dos acentos.

Deixo-vos por fim com a caracterização, um pouco limitada (não minha, mas dos intérpretes), de alguns tipos de HOMENS POIS. Infelizmente “eles andem por aí”.

Encontramo-lo nas bancadas do nosso Parlamento….aqueles que dizem pois (nas suas mais variadas vertentes, mas sobretudo um pois relaxado ) a tudo que é emanado pelas suas cúpulas, dos quais nem sequer sabemos o nome, porque muitas vezes nem sequer aprecem regularmente no parlamento. Apenas os serviços da Segurança Social os conhecem pelo registos dos chorudos salários e regalias que usufruem.

Há aqueles que partilham as assessorias das empresas / organizações. Usam um Pois agradável… concordam com tudo, mesmo não sabendo (ou não querendo saber) do que se está a passar.

Já o Chico Buarque, poeta incontornável da língua portuguesa, prosou (e musicou) sobre o Pois é (
http://letras.terra.com.br/chico-buarque/86033/).

João Paulo Marques
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PS: A ideia deste texto nasceu da observação quotidiana do POIS e de querer explica-lo, a quem não o domina. Talvez após esta leitura o possam entender melhor.
Última hora:  Dado o (des) ânimo que parece estar a contagiar os portugueses e não só, fica mais uma contribuição no nosso idioma.  "Pois, isto não pode continuar assim."  Pode também ler-se
"Pois, esta merda não pode continuar assim." A diferença entre as duas poderá ser apenas espacial.

sábado, 10 de setembro de 2011

As saudades de um "Foda-se"

As saudades de um "Foda-se"


Um amigo meu, Miguel, a viver fora de Portugal, sem ouvir uma palavra de português durante uns 4 meses, encontrava-se numa estação dos correios.

Entra um senhor com uma pilha de cartas seguras entre as mãos e o queixo. De repente uma delas parece querer sair...o senhor força com o queixo...não sai uma, mas todas elas ...a pilha desmoronou-se...e sai um sonoro FODA-SE.

O Miguel ajuda na recolha das cartas e diz ao senhor: "Que saudades que eu tinha de ouvir português. Sabe, faz uns 4 meses não oiço português (só nos meus sonhos -esta inventei eu). "

Estabeleceu-se uma conversa agradável e remata o senhor: "Não quer vir hoje a nossa casa jantar? Vamos fazer bacalhau."

Coisas de portugueses...onde quer que seja e se esteja.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

How to leverage social media to accomplish your goals

How to leverage social media to accomplish your goals


• Committed to marketing or promoting your service / product / blog / organization in an ethical and anassuming manner

• Willing to listen, communicate, and share (the building blocks of social media marketing)

• Okay with doing things the easy way and don´t insist on going against the grain



Social Media marketing does not have to be a struggle.

(The Zen of Social Media Marketing)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

VAGABUNDEIE - O DINHEIRO ANDA NA RUA

VAGABUNDEIE - O DINHEIRO ANDA NA RUA


"A maioria das pessoas olha sem ver, ouve sem escutar e fala sem pensar. (Da Vinci)"

Keywords: Vendas, Gestão, Relacionamentos, Comunicação

Ande na rua, nem que seja para entregar o seu serviço aos seus melhores Clientes.





Por muitas definições que possamos arranjar para "Gestão", todas elas comportam a palavra "Comunicação"; a mesma dinâmica usamos para as "Vendas".

Normalmente conhecemos algumas dezenas, centenas ou milhares de pessoas. Há gente que conhece muita gente; há aqueles que vão a qualquer lado e lá conhecem alguém. Mas ainda sobram muitos aos quais podemos chamar de "aquela outra gente", que, dependendo do filtro utilizado, podem chegar até aos 7 mil milhões.

Uma pequeníssima parte destes cruza-se connosco no nosso dia-a-dia e muitas vezes não fazemos nada para os conhecer ou, pelo menos, para sermos simpáticos ou não sermos despercebidos.

Lembro-me de duas histórias vividas quase diariamente por mim (durante um certo período). Uma passava-se junto a uma máquina de café que ficava entre dois pisos e era usada por quase meia centena de pessoas, colegas de trabalho. Havia um "colega" que quase nunca respondia aos bons-dias ou a qualquer cumprimento afável que lhe era dirigido, por nós e, penso que, por muitos. Passou a ser alvo do efeito Coca-Cola: primeiro estranha-se, depois entranha-se, isto é, ao princípio incomodava-nos esta falta de educação. Posteriormente passou a ser um dos momentos de alegria do dia; dirigíamos-lhe sonoros cumprimentos que só faziam eco.

A segunda passou-se com um superior hierárquico que, quando entrava no escritório, ao passar pela sala dos comerciais em direcção ao seu gabinete, raramente dirigia bom-dia ou outro qualquer cumprimento. E a sua saída do escritório ainda era mais rápida. Em regra, entrava meio ofegante; algumas vezes dirigia um olhar helicopteriano sobre a sala, mas nada saía.

No nosso dia-a-dia cruzamo-nos com diversas pessoas que nada significam reciprocamente umas às outras. Mas, na verdade, não queremos, em regra, ultrapassar esta ignorância recíproca até que, quando necessitamos, por exemplo, de querer vender algo (e eu sou vendedor, não o somos todos?), não o conseguimos fazer com espontaneidade e/ou a solução para a nossa venda pode estar na anónima "gente" que se cruza connosco. Num passado recente, ao almoço, dois sujeitos falavam sobre cartazes. Eu vendia cartazes e almoçava ao lado. Esperei pelo fim do almoço dos meus vizinhos e apresentei-me. Não consegui negócio, mas, como tudo, ora se vende, ora não; o que interessa é aproveitar as oportunidades. Oportunidades de falar com as pessoas.

E como vendas se trata de interagir, o melhor é irmos praticando com a matéria-prima que temos à mão, as pessoas que se cruzam connosco (salvo seja). Ninguém nada sem se atirar à água. No caso das pessoas, para as conhecer, temos que ouvi-las, observá-las, ter a capacidade de vestir a pele dos outros e fazer um exercício, muitas vezes difícil, de pensar como eles (um dos exercícios académicos mais curiosos com o qual fui confrontado foi a divisão aleatória de uma turma de alunos em dois grupos opostos, em que se tinha de defender uma posição; as respostas eram binárias, sim ou não. Eu fiquei num grupo em que tinha que defender uma resposta com a qual não concordava. Foi difícil e era apenas um exercício académico). 

Claro que uma atitude com alguma humildade diante dos outros e perante a "gente" é algo que também deve ser posta em prática e, ao mesmo tempo, demonstrar a nós mesmos e aos outros que temos valor.

A nível pessoal, muitas vezes, para estabelecer contacto com alguém, mesmo que nos seja conhecido, tentamos arranjar informações sobre essa pessoa junto dos nossos relacionamentos ou das várias medias sociais. Tudo para facilitar o encontro.

A nível de trabalho profissional, o mesmo se passa. Recolhemos informações em estudos de mercado, inquéritos, entrevistas, etc. Todos métodos que custam muito ou mesmo muito dinheiro e cujo resultado nem sempre é completamente fiável (mas sobre este aspecto não me adianto muito). Tratam-se de radiografias, muitas vezes produzidas por quem não tem sensibilidade para as fazer. Quantas vezes somos alvo de inquéritos telefónicos em que os entrevistadores se atrapalham quando as nossas respostas estão fora dos parâmetros dados (e nos dizem que a resposta só pode ser A ou B)?

O que muitas vezes falta aos nossos gestores é a pouca percepção que eles têm do que se passa fora do gabinete.

Trabalhei, se se pode dizer assim, com dois gestores de topo que, durante a sua permanência na Organização, nunca manifestaram interesse em conhecer o mercado pelos nossos olhos, através de visitas aos Clientes que acompanhávamos, em visitas de apresentação da Empresa. Acrescento ainda que o mercado de onde vinham não tinha nada a ver com o mercado onde eu desenvolvia actividade. Aliás, acrescento que nunca tiveram conversas connosco sobre o que achávamos ou pensávamos.

Se posso acabar com uma recomendação, digo-vos: o trabalho de secretária é importante. Muitas vezes é lá (e apenas lá) que solucionamos os problemas. Mas estes também são solucionados perante os Clientes (ou mesmo evitados) e o dinheiro está com eles, não na nossa secretária.




João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
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