sábado, 23 de junho de 2012

17 - Incentive / Paparique / Motive (seja lá o que for) os seus vendedores.


17 - Incentive / Paparique / Motive (seja lá o que for) os seus vendedores.

Todos nós reagimos a diversos estímulos, a diferentes incentivos. E os mesmos incentivos, em determinadas alturas da vida, são valorados de modo diferente.

Muitas administrações, direcções, directores não percebem e não procuram perceber estas diferenças e alterações.

O que é certo é que há que se torna necessário incutir um espírito de competição, de curiosidade e de companheirismo na sua equipa comercial.

É preciso ter em conta também que há profissionais que preferem trabalhos de cunho mais individual, por contraponto àqueles que preferem actividades mais colectivas. Há quem tenha mais espírito de iniciativa; outros têm menos, mas possuem outras valências.  Há quem necesssite de ser paparicado, etc.

 Por isso, em alguns casos, a conjugação de equipas de vendas multi-facetadas, em regra, permite abarcar do mercado como um todo e dar as respostas mais ajustadas.

Esta preocupação das Organizações com os calobaradores deve ser  algo presente e não apenas quando dá jeito e não deixe de cumprir o que prometeu.


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
Http://www.linkedin.com/in/joaopmarques;
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa

quarta-feira, 20 de junho de 2012

16 - Crie um Slogan

16 - Crie um Slogan – 0

"Um slogan é uma frase de fácil memorização que resume as características de um produto, serviço ou até mesmo pessoa. Ela é usada em contexto político, religioso ou comercial como uma expressão repetitiva de uma ideia ou propósito. É geralmente utilizado por empresas." (retirado da wikipédia)
Pense numa frase e acrescente-a ao seu logo. Esta passa a fazer parte da sua "trade-mark" e  deve acompanhar os seus emails, as suas cartas, os seus estacionários. 
Não crie frases grandes, tornam-se difíceis de memorizar e podem ocupar um espaço essencial,  impedindo que se encaixem nos seus documentos.

Eu tenho o meu slogan: "O tempo não pára, não pare você também." Pretendo com ele ser suficientemente irrequieto e curioso para poder crescer aprendendo e ensinando.

Outro (mediamente conhecido muito conhecido: Yes we can!
Crie o seu também. Este vai ajudá-lo a motivar-se e a manter a sua linha de acção.



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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terça-feira, 19 de junho de 2012

15- Promoções relâmpago

15- Promoções relâmpago - $

Há grandes cadeias de distribuição que anunciem liquidações relâmpago através dos seus sistemas de som. Duram pouquíssimos minutos. Eventualmente pode tentar fazer estas campanhas no seu estabelecimento.
Imagine um bar da praia e promove caipirinhas? Imagine um restaurante e promove o take-way de sobremesas? Ou vende as mesmas sobremesas do almoço à hora do lanche numa bancada na rua?Imagine um sushi bar que promove triplas de atum? Ao fim ao cabo, pede-se que imagine situações e soluções.
Estas acções têm que ser bem pensadas para não gerarem prejuízo ou habituação por parte dos Clientes.
Lembram-se da campanha 50% do Pingo Doce? 
A que se segue foi um relâmpago com o trovão anunciado: "A Azul fará uma promoção relâmpago amanhã(sexta-feira 02/10) das 10:30 às 13:30. Nessa promoção as passagens nos vôos da Azul partindo do Rio de Janeiro custarão apenas R$16".

João Paulo Marques
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

13 - Medias Alternativas -

13 - Medias Alternativas - $

A maior parte dos anunciantes não têm orçamento para grandes campanhas.  E uma grande campanha não é sinónimo de sucesso.  Pode não atingir ou sensibilizar o público alvo.

Imagine-me dono de um restaurante. Porque não arranjar um grupo de taxistas que façam publicidade ao restaurante. Parcerias com hotéis, pensões, cafés das redondezas, acordos com empresas. Se se tratar de um restaurante de comidas temáticas, porque não oferecer na rua pequenos aperitivos às pessoas que passam. Assim provam, ficam a conhecer as iguarias e podem tornar-se Clientes.

Um profissional liberal, como, por exemplo, um médico fisiatra , pode arranjar um protocolo com um ginásio perto do seu gabinete.

Imagine que o seu negócio é a venda de produtos diatécticos e naturais e tem vários ginásios nas suas redondezas (eu vivi numa rua com 7), porque não patrocinar as balanças dessa(s) academias.
Imagine medias alternativas. Diferentes maneiras de contactar com os Clientes. Coloque-as em prática. Quem sabe se descobre um novo "ovo de Colombo"  para a sua actividade.



 João Paulo Marques
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14 - Ganhe projecção

14 - Ganhe projecção  - 0

Procure as publicações e outros meios de comunicação dirigidos ao seu público-alvo e proponha-se a escrever artigos.

Pode também procurar jornais  e rádios regionais ou locais. Claro, se forem de dimensão nacional, melhor ainda. Tem ainda revistas de bairro ou de associações profissionais, etc.

Procure também para falar escolas, câmaras e juntas de freguesia, associações empresarias, tudo organizações em que a sua experiência profissional (e não só) pode ser valorada. Pode pensar que não tem jeito, mas falar sobre o que sabe, torna-se fácil.

Claro que todas estas sugestões de uso de meios físicos de comunicação podem também ser usadas no ambiente digital.

Faça TEMA o seu trabalho. Quem sabe se descobre em si um excelente contador de histórias e um ainda melhor escritor de cases.


PS: Eu comecei a escrever após uma viagem que fiz de regresso a Lisboa. Sabia que uma pequena agência publicidade de Beja ia lançar um jornal. Fui lá apresentar a Empresa onde trabalhava na altura,  uma gráfica, e, no final, perguntei se estariam  interessados em ler o que eu, até à data,  tinha escrito só para mim. Disseram que sim e aceitaram as minhas prosas.  E aqui estou eu...a escrever, no meu blog, após ter passado já por alguns lados.


João Paulo Marques
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domingo, 17 de junho de 2012

Texto meu publicado no Brasil

eu no Brasil

http://www.abempi.com.br/modulos/noticias/descricao.php?cod=404

12 - Coloque vídeos das suas actividades na Net

12 - Coloque vídeos das suas actividades na Net – 0

Hoje em dia é fácil colocar filmes na internet. Pode usar o YouTube, Google Video, Face Book, o seu site ou muitos outros  que por ai andam.

Um vídeo pode explicar uma actividade, pode fazer a apresentação da Empresa ou sua, pode descrever um produto, para  ensinar uma técnica, etc. É um meio para divulgar o que é importante para terceiros saberem.

Quando trabalhava na área gráfica, deparava-me muitas vezes com a pergunta: Quando tempo demora a secar (entre outras)?

 Para esta actividade, um vídeo explicativo de todo o processo produtivo a realizar nas gráficas,  pode ajudar, e muito, no esclarecimento de dúvidas e, por conseguinte, na apresentação da  Empresa.

Em actividades industriais, mais ou menos complexas, em que os Clientes não sejam conhecedores do processo produtivo, será uma enorme mais-valia esta ajuda. Aliás, toda a informação que ajude a credibilizar a Organização tem que ser apresentada e divulgada.

Com o devido respeito por aqueles mais sensíveis à brincadeira que o vídeo mostra, deixo-vos este Monty Python - Always Look on the Bright Side of Life

Mas não exgere no tempo. No máximo dois minutos.  Caso contrário só a sua mãe o verá. E, eventualmente, a sua concorrência.


João Paulo Marques
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sábado, 16 de junho de 2012

11 - Base de dados / Cadastre os seus Clientes

11 - Base de dados / Cadastre os seus Clientes - 0

O registo dos Clientes (e prospects) é um trabalho moroso e chato, mas os proveitos decorrentes do mesmo  são muito úteis e variados. Acrescento ainda,  a sua execução é gratuita.

É claro que os registos só se tornam úteis se actualizados. Informações como: data de nascimento, hobbies, e-mail, tipo de compras que executa, quando as faz, etc ... são dados que podem ajudar a delinear estratégias personalizadas para os seus Clientes. Permite-lhe efectuar campanhas / ofertas de email-marketing, mailing lists, etc.

Oferece-lhe também a possibilidade de tratar os seus Clientes pelo nome - sobretudo, pelo nome correcto. Quem não gosta de ser tratado pelo seu nome correcto? Sobretudo pessoas que têm apelidos ou nomes próprios estrangeiros ou pouco usuais. De ter informação que só se consegue com o contacto com as pessoas.

Hoje em dia uma das mais-valias que temos é a nossa rede de contactos. Há profissionais que só são contratados pelas suas redes.  Esta informação é preciosa e deve ser guardada  na sua base da dados.

Lembro-me de uma história curiosa. Quase que poderia ser uma história triste; felizmente não o foi. Em determinada altura da minha vida profissional falava bastante, por telefone, com o Sr. Carraceno. Achava estranho que sempre que eu ligava, mal começava a falar, ele reconhecia a minha voz. Resolvi combinar um café.  Ele disse que seria complicado, que seria melhor eu passar pela Empresa dele. Pedi que me explicasse como chegar lá. Teve alguma dificuldade em fazê-lo. Achei estranho. Uma conversa que sempre correu bem, de repente estava  a complicar-se. Não desisti...apareci e verifiquei que o Sr. Carraceno era cego.


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Saudade (de Albert Einstein)

SAUDADE

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Albert Einstein

sexta-feira, 15 de junho de 2012

10 - Comunique o que faz


10  - Comunique o que faz - $

 Prémios, trabalhos, novos Clientes, acções sociais, novas contratações, novos menus, novos equipamentos...tudo que fale de si e da sua Organização.... comunique.

Imagine que tem um restaurante e uma das celebridades mais mediáticas vai ao seu estabelecimento...diga que ele foi lá. Quem sabe, autografa o menu ou deixa-se fotografar consigo.

Diga o que faz de novo, o que tem de novo, o que tem de bom....não deixe esse trabalho exclusivamente para terceiros ou que os Clientes adivinhem o que faz.

Se há tantos por aí que contam na primeira pessoa o que dizem que fazem, não fazendo, o que têm, não tendo, o que acrescentam, não acrescentando...fale do que você faz na primeira pessoa. Vai ver que lhe faz bem. Vai ver que o faz bem.



João Paulo Marques
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

9 - Regra do 10 / 20 / 30 para os Power Points (de Guy Kawasaki)

9 - Regra do 10 / 20 / 30  para os Power Points (de Guy Kawasaki)

Nas apresentações de PowerPoint tendemos a querer colocar tudo nas páginas e depois lermos o que está lá.

Como se sabe, lemos mais depressa do que falamos. Por isso, para quem assiste à nossa apresentação, a situação pode tornar-se chata. Lemos, porque não temos  como não ler o que nos aparece à vista e, com algum delay, ouvimos o palestrante (É quase como estar a ver um jogo de futebol na TV e alguém, ao nosso lado, estar a ouvir  na rádio o mesmo jogo; sabe dos golos mais cedo. Sabem como é isso? Como irrita?).
Para os PPT segue uma possível regra a ser utilizada:
1) uma apresentação deve ter cerca de 10 slides,
2) 20 minutos a apresentá-los,
3)  corpo da letra deve ser 30 (esta última regra foi elaborada pela seguinte equação: saber quem é a pessoa mais velha da sala. Considerámos que tem 60 anos, dividimos por 2 e aí  temos o 30).~

Sabendo que temos dificuldade em prestar atenção por mais de 60m seguidos, ainda temos uma boa meia hora para responder a perguntas e interagir com a plateia.

Seguem mais três  sugestões que podem ser usadas em Power Points:
- Use um fundo negro. Assim comunica seriedade. Um fundo branco pode transparecer algum amadorismo e, ao fim de algum tempo, cansa a vista. Veja os créditos dos filmes…aparecem sobre fundo negro.
- Acrescente o seu logótipo ao slide mestre.
- Evite a animação exagerada dos seus slides. Não queira que se confunda a sua apresentação com uma da Disney. Quem deve ser animado e comunicativo é você.

Então,  bons PPT´s!!!

João Paulo Marques
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

8 - Secretárias, Telefonistas, Porteiros, Vizinhos

8 - Secretárias, Telefonistas, Porteiros, Vizinhos  - 0

Obstáculos difíceis de ultrapassar. Eles estão a fazer o seu serviço. Filtrar, impedir, seja lá o que for. 
Muitas vezes é difícil lidar com tantos nãos, eu sei isso.  Mas será que a nossa  abordagem foi a mais simpática, a mais educada? Será que nos explicámos bem?

 Há que ir tentando,  e sempre de modo simpático e educado. Ser persistente, fazer conversa.

Uma boa conversa com o porteiro pode permitir-nos saber horários dos nossos prospectors, das empresas que estão residentes no edifício ou de outra qualquer importante informação e que, pelos meios usuais, se torna difícil de saber.

Sobretudo, após conseguir a dita conversa ou informação, não se queixe ao interlocutor (com quem procurava falar) das dificuldades que teve, pode eventualmente dar um enorme passo atrás.

Partilho duas histórias com vocês:

A) Antes da  WWW estar divulgada,  tive um potencial problema de incobrabilidade com um cliente  (de prepósito com minúscula). Simplesmente ele "fugiu" e não disse para onde.  Percorri os cafés das redondezas do antigo escritório dele e lá soube para onde se tinha mudado.  Cheguei à informação que queria e dirigi-me ao refúgio dele.  Imaginam a cara que teve quando me viu. Ainda deixou a porta meio entreaberta a ver se eu não entrava. Sai de lá com o que queria, um cheque.

B) Num processo longo de recrutamento em que estive envolvido, após várias conversas, algumas das quais ao final do dia, criei algum à-vontade com a secretária. Em determinada altura pergunto-lhe se, nesta fase do campeonato, "andava a ter concorrência". A resposta foi esclarecedora:" É o único que está nesta fase".

Dois exemplos distintos em que a informação que eu queria veio de "portas travessas".

terça-feira, 12 de junho de 2012

7 - Promova actividades internas para Clientes, Potencias Clientes e Público e Geral-


7 - Promova actividades internas para Clientes, Potencias Clientes e Público e Geral- 0

Há negócios que suscitam muita curiosidade. Muitos de nós, sobretudo os mais novos, nunca entraram em instalações fabris.

Consegue antecipar a curiosidade que muitos adolescentes têm sobre o que vão ver?  Acho que não.

O facto de também poder envolver a comunidade com a sua Organização pode fazer ver a terceiros a importância da mesma e promover o "bem estar social" para todos e, eventualmente, até potenciar novo negócio.

Lembro-me quando trabalhava nas gráficas que os nossos Clientes ficavam surpresos com a dimensão e complexidade de todo o processo.  Muitas vezes, após as visitas, realizavam que todo o processo era mais moroso do que pensavam.

 Há também visitas clássicas. As que são feitas às unidades cervejeiras. Nunca fui a uma, mas os amigos que conheço que foram, vieram favoravelmente surpreendidos.

 Leve os Clientes e o público até si, até à sua Organização. Quem sabe eles se tornam mais depressa seus Clientes ou mais fiéis.



João Paulo Marques
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

6 - Promova actividades externas

6 - Promova actividades externas - $

Será que o seu negócio pode ser levado para a rua? Directamente aos sues Clientes? Não estou a falar de esplanadas...

 Imagine que gere um restaurante e tem oportunidade de fazer a sua cozinha num qualquer evento que se desenrola no exterior?   Quem tem uma Academia de Ginástica e resolve promover actividades abertas a todos no Rossio (não é concorrência desleal ao piquenicão)?  Que é gerente de uma sucursal bancária e oferece-se para explicar a adolescentes segredos de como poupar? Que é nutricionista e oferece-se para trabalhar com restaurantes ou com a rede de mercearias da sua área de acção? Que comercializa jogos didácticos e leva-os às escolas?

Com estas acções divulga os seus produtos / serviços, eventualmente, a quem nunca se cruzaria com eles ou teria uma ideia errada do custo dos mesmos .  Parcerias, joint-ventures ou colaborações mais ou menos esporádicas ou permanentes podem dinamizar e ajudar o seu negócio.

Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai à montanha (ou será ao contrário). O importante é que sai para a rua, mostrar o que sabe fazer e encontrar consumidores.



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domingo, 10 de junho de 2012

5 - Bucha e Estica; Astérix e Obelix; Tintim e Capitão Hadock; Sócrates e Passos Coelho (esta última bem que podia ser uma história aos quadradinhos) ou o poder da Complementaridade - $

5 - Bucha e Estica; Astérix e Obelix; Tintim e Capitão Hadock; Sócrates e Passos Coelho (esta última bem que podia ser uma história aos quadradinhos)  ou o poder da Complementaridade - $

Temos aqui várias duplas famosas das histórias aos quadradinhos. Elas complementam-se. Podia citar mais umas poucas. Nos casos presentes, uma personagem só faz sentido com a outra.

O que eu pretendo mostrar é que os relacionamentos profissionais (e não só) necessitam, muitas vezes,  de parceiros complementares. Alguém que pense e/ou  possa agir de modo diferente do nosso. Que tenha "insights" diferentes. Porque, para pensar como nós e agir como nós, já estamos lá nós. 

Não devemos querer exclusivamente colaboradores que pensem como nós. Não junte à sua Organização um conjunto de Dupond´s e Dupont´s oudo tipo.  Lennon  & McCartney eventualmente seriam muito diferentes um do outro, mas não deixaram de ser uma das melhores duplas de sempre.
No final dos anos 80 conheci um neozelandês, formado em História,  que dirigia um dos gabinetes de Project Finance do Citibank , em Londres. Pensava eu ao princípio: O que faz um tipo destes nesta função?

O que eu percebi logo à conversa com ele: Todas as competências que temos nesta equipa,  com várias nacionalidades e que é formada por Advogados, Gestores, Economistas, Historiadores, etc, permite-nos ter uma solução bem abrangente e enquadrada com o local onde será implementada. Eles desenvolviam projectos no mundo inteiro.


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sábado, 9 de junho de 2012

4 – Return On Investement de um aperto de mão - 0


4 – Return On Investement  de um aperto de mão - 0

Tendemos a valorizar as actividades que conseguimos mensurar e, por contraponto, desvalorizar as que não o conseguimos. Parece natural, jogar pelo seguro. Termos segurança.

 Sem dúvida que o ROI é uma medida de excelência; uma das que deve ser usada. Mas pense qual será o ROI de um encontro ocasional com o Cliente que procura contactar faz anos? O ROI de um evento de networking? O ROI de um almoço com antigos e quase esquecidos colegas da faculdade?

As actividades de networking são actividades difíceis de serem mensuradas, mas indispensáveis de não serem executadas.

Como esta, há várias outras que são difíceis de mensurar e cujos resultados podem não ser imediatamente atingidos. Não se cinja apenas a números. Para isso tem sempre as máquinas de calcular que podem ser usadas por qualquer um. Uma Texas TI-59 faz muito, basta ler as instruções.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

3 - Cartões de visita

3 - Cartões de visita  $

Sou um adepto deste meio tradicional de networking. Um cartão é algo que devemos levar sempre conosco.  É um meio que é um meio de contacto / de negócio imediato.  É algo que nos permite recordar Clientes / Fornecedores e, curiosamente, é algo muito descurado em reuniões. O seu custo é quase irrelevante e um cartão imaginativo será sempre algo que nos faz lembrar alguém ou alguma Empresa. 

Em determinada altura da minha vida profissional tinha cartões feitos em plástico. Eles estavam na memória de Clientes e potenciais Clientes e, necessariamente, de mim, por esse simples atributo: o plástico.

Um cartão é uma ferramenta de comunicação que pode ser entregue a qualquer hora, em qualquer lugar.  No caso do interlocutor que pretendemos encontrar não se encontrar presente, poder usar este meio para se apresentar. Se não tiver muito à-vontade  para estabelecer uma primeira conversa, pode sempre deixar o cartão e estabelecer os contactos posteriormente a partir desta apresentação prévia

quinta-feira, 7 de junho de 2012

2 – Aceite ser convencido (e não tente ser sempre você a convencer) - 0

2 – Aceite ser convencido (e não tente ser sempre você a convencer)  - 0


É um problema de muitos de nós querermos  ser sempre quem convence e nunca sermos convencidos. A minha experiência profissional e a de muitos de vós, com toda a certeza, demonstra-nos este comportamento.

 O “dono da razão“ cada vez mais é um comportamento que não tem razão de ser. Pense apenas o que todos nós, com as medias sociais, podemos aprender com os outros ou a dificuldade que temos em acompanhar a evolução dos softwares com os quais trabalhamos.  Todos os dias há inovações. Ou entre no Google e faça uma pesquisa e veja a quantidade  de registos que existem para determinados assuntos. Infinitos e infindáveis.

Recentemente ouvia um gestor da Cisco Portugal a dizer: "Hoje em dia um gestor consegue fazer mais trabalho numa hora (mesmo a ir de casa para o trabalho) do que um seu homónimo, durante um dia inteiro de trabalho, nos anos 60".

Acresço este dado: Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acabam de estimar a quantidade de informação produzida entre os anos de 1986 e 2007, chegando à soma estratosférica de 296 exabytes.

Ensine e aprenda com os outros. Vai poupar-lhe muito tempo.

(texto para :31 MEDIDAS COMERCIAIS OU DE MARKETING PARA POTENCIAR O SEU NEGÓCIO - algumas delas sem custo algum).

João Paulo Marques
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

31 MEDIDAS COMERCIAIS OU DE MARKETING PARA POTENCIAR O SEU NEGÓCIO (algumas delas sem custo algum).

31 MEDIDAS COMERCIAIS OU DE MARKETING PARA POTENCIAR O SEU NEGÓCIO (algumas delas sem custo algum).


Keywords: Vendas, Comportamentos, Resultados, Gestão

Em tempos de crise, como os dias de hoje (e serão só de hoje?), pensamos sempre em ajustar e  optimizar os budgets.  Proponho-me a partilhar com vocês  31 medidas de baixo (ou inexistente) custo. Algumas delas só lhe vão tomar o seu tempo ou fazer as coisas de modo diferente.

Mostra que, com estas (ou outras medidas), podemos sempre melhorar o que já fazemos bem. Muitas vezes, e não necessariamente para estas 31 dicas, convém olhar para os procedimentos existentes e ver se são  actuais e se fazem sentido. Um pouco como olhar para o seu plano de TV por cabo e ver como o que paga por ele pode estar completamente desactualizado. Vai conseguir mais por menos....

Igualmente, algumas destas dicas podem ser úteis a quem começa agora a trabalhar. Espero que sim.

2 – Aceite ser convencido (e não tente ser sempre você a convencer)  - 0

É um problema de muitos de nós querermos  ser sempre quem convence e nunca sermos convencidos. A minha experiência profissional e a de muitos de vós, com toda a certeza, demonstra-nos este comportamento.

 O “dono da razão“ cada vez mais é um comportamento que não tem razão de ser. Pense apenas o que todos nós, com as medias sociais, podemos aprender com os outros ou a dificuldade que temos em acompanhar a evolução dos softwares com os quais trabalhamos.  Todos os dias há inovações. Ou entre no Google e faça uma pesquisa e veja a quantidade  de registos que existem para determinados assuntos. Infinitos e infindáveis.

Recentemente ouvia um gestor da Cisco Portugal a dizer: "Hoje em dia um gestor consegue fazer mais trabalho numa hora (mesmo a ir de casa para o trabalho) do que um seu homónimo nos anos 60".

Acresço este dado: Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia acabam de estimar a quantidade de informação produzida entre os anos de 1986 e 2007, chegando à soma estratosférica de 296 exabytes.

Ensine e aprenda com os outros. Vai poupar-lhe muito tempo.


1 - Redes Sociais - 0Não precisa de ser um expert em informática. Basta aderir às várias redes sociais que existem. Falo-vos do Facebook, Xing, Twitter, LinkedIN,  Acambiode e muitas outras que pela WWW proliferam.

Claro que vão tomar o seu tempo. Mas se se mantiver activo nas mesmas, verá que os resultados vão aparecer. Com uma vantagem, esta WWW está aberta a si, 24h por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês.

Muitas vezes, uma pequena actualização sobre a sua empresa, do que se está a passar, pode ajudar e muito. Partilhe nestas medias e os resultados podem aparecer.

domingo, 3 de junho de 2012

O Vírus incontrolável do Boca a Boca

        "A qualidade do teu serviço, depende da qualidade dos teus colaboradores." (senso comum)

Keywords: Serviço, Clientes, Fornecedores, Medias Socias.

Antes da Internet ser o que era, quando o mais próximo que havia ao Facebook era a revista Maria (que ainda existe), algumas métricas divulgavam os seguintes números:
- Um Cliente insatisfeito fala sobre a sua má experiência, em média, 20 vezes com interlocutores diferentes. Um Cliente satisfeito só o faz 5 vezes.
- O  custo de conquista de um novo Cliente é superior 3 a 4 vezes ao de recuperar um antigo.
- De 100 pessoas que passaram por uma experiência desagradável numa loja,  32 a 36 podem deixar de ser  clientes.
Significativos estes valores!

Mas estas métricas, hoje em dia,  devem estar ultrapassadas, sobretudo no que diz respeito à disseminação de um mau serviço.  Quando uma Organização  esconde factos / acções  de seu Cliente, ele,   quando  as descobrir, mudará a imagem que tem sobre a sua Empresa.

Pense nos likes e dislikes que uma Media Social,  como o Facebook,  pode fazer à sua Empresa.  Recente-mente a Mango foi acusada de despedir uma funcionária, Laura, por estar grávida. Esta protagonizou um vídeo de 38s e colocou-o na WWW. Através do www.change.org, um site de petições, rapidamente angariaram-se 19.000 pessoas que assinaram uma petição a favor de Laura. A Mango respondeu. Não sei qual foi a resposta. Se era verdade ou não? Mas o prejuízo, com toda a certeza, recaiu também pela Mango.

Pela velocidade com que tudo acontece, cada vez mais tem que se cuidar os Clientes. Quer eles sejam externos à empresa, quer eles sejam internos. Por isso, a formação que damos aos colaboradores e a forma com que pretendemos que dialoguem com os Clientes é essencial para assegurar um futuro com menos sobressaltos à Organização. Por que são os colaboradores que  disseminam os valores que a Organização quer passar. E são os Clientes que ajudam a propagar os valores e as experiências de compra que viveram.

A reputação de uma Organização  na web, por isso,  é um item essencial  para a sua sobrevivência.   Os consumidores usam cada vez mais a internet para procurar informações sobre as marcas, informações sobre tudo.

Mas o  Twitter ou o Facebook  não podem  ser o único serviço SAC existente ou o ideal para resolver um problema.  Estes podem ajudar a resolvê-lo mas,  não são solução para tudo. Não aposte apenas em ferramentas e tecnologia. O ser humano continua a ser o mais importante e o veículo para resolver os grandes berbicachos.

 A confiança que a sua Organização transmite é o mais importante. Tanto online, como, e sobretudo ,  offline.

Faça esta pergunta a si próprio e veja também que respostas os seus colaboradores dariam à mesma:           " Recomendaria a sua Empresa aos seus amigos?"

João Paulo Marques
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sábado, 2 de junho de 2012

31ª Dica - Tirania do preço mais baixo



31 - A tirania do preço mais baixo  - 0
O preço é uma das variáveis mais fáceis de alterar. Qualquer canetada, se você for o chefe, faz com que o preço se reduza. Mas se aposta sistematicamente nesta estratégia, parece que este é o único caminho que consegue ter e o único que os seus Clientes esperam de si. Em regra,  mercados que apostam nesta estratégia, vivem numa espiral de preço cada vez mais baixo.
Empresas que apostam sistematicamente em preço baixo, não precisam de profissionais qualificados e com ideias, mas sim fazer com que os seus colaboradores fiquem com os olhos em bico a não ser que sejam organizações que sejam comercializem apenas commodities. Mas, mesmo estas, podem subir na escala de valor.
Um exemplo claro (e nosso) de como soubemos fugir desta tirania é o sector do calçado e, entre outros, os famosos Ténis Sanjo.
Este sector teve foco, persistência, formou quadros, apostou na qualidade e libertou-se do estigma do calçado de preço baixo. Hoje em dia o calçado é um dos poucos sectores nacionais que dá cartas no mercado mundial.

30ª Dica - Respeite



30 - Respeite os Clientes,  os Fornecedores e todos os parceiros (ou há mais marés do que marinheiros")   -  0
Lembre-se, os papéis sociais e profissionais que desempenha hoje podem inverter-se num futuro mais ou menos próximo.   Há várias histórias a serem contadas. Clientes que passaram a fornecedores, fornecedores que se tornaram clientes, superiores que o deixaram de ser ou que foram ultrapassados.
Pense quando foi enganado ou mal tratado por um Fornecedor. Voltou lá? Pense quando foi enganado ou mal tratado por um Cliente. Esqueceu-se?


29º Dica - Conte Histórias


29 – Conte histórias / 0
O excesso de informação com que somos diariamente atacados provoca, cada vez mais, uma dispersão da atenção e uma incapacidade de reter informação.  Mais ainda,de tentarmos recolher essa informação na internet.
Nós e as empresas temos que entrar no radar das pessoas e dos Clientes.  Como? Contando uma história. Há quem suporte esta técnica no que alguns chamam "Efeito Libelinha " ou "The Dragonfly Effect’. Esta técnica sugere uma analogia com as 4 asas da Libelinha. Diz-nos para: termos foco, conseguirmos chamar a atenção, criarmos envolvimento e agir.
Recuemos um pouco (ou muito) no tempo. Na altura em que aprendíamos cantando. Essas músicas tinham uma história e assim íamos aprendendo. 
Envolva os seus Clientes, Fornecedores e Colegas com histórias verídicas e que tragam  emoção;  verá que os resultados  mais depressa e de maneira sustentada aparecem.


segunda-feira, 21 de maio de 2012

10 - A sua ZONA DE (des)CONFORTO


10 -   A sua ZONA DE  (des)CONFORTO

"Não existe nada permanente, exceto a mudança." Héraclito de Éfaso

Keywords: Vendas, Reunião, Clientes, Fornecedores


A chegada de um novo fornecedor pode ser a sua entrada no Zona de Desconforto. Pode, mas não deve.  O eventual "Desconforto" é provocado  por tudo o que é novo e que ele nos traz. Mesmo que seja a mera substituição de um serviço que não esteja a funcionar muito bem. Mas são estas saídas da Zona de Conforto que podem trazer algo de novo à sua empresa, mais dinamismo à sua organização e mais e melhores competências ao seu trabalho, a si.

 Mas a Zona de Conforto também está do outro lado, do lado do Fornecedor, do Vendedor. Este, à medida que desenvolve a sua actividade profissional, vai constituindo a sua carteira de Clientes e todos sabemos o quão difícil é fazê-la.  Fazer a primeira Venda  (e conseguir que se faça uma segunda venda). E o que acontece algumas vezes é que os Vendedores (e Clientes) vão-se  habituando aos seus parceiros tradicionais (e deixam-se andar assim) e, de repente, ficam sem Clientes ou as suas tecnologias ficam obsoletas.

Um exemplo típico desta inércia, por parte de Consumidores, são os contratos que mantemos com os operadores de TV por Cabo e Internet. Nestes sectores há sempre promoções, mais serviços, que visam atrair novos Clientes (talvez seja a altura de avaliar o seu contrato deste serviço).

Não quero dizer que nos devemos manter sempre fora ou dentro da Zona de Conforto, mas sim que devemos traçar uma linha imaginária, dinâmica, e manter os nossos pés ora de um lado, ora do outro e assim irmos, aos poucos alargando a nossa Zona de Conforto. Esta será mais ampla, quanto maior for a nossa ambição e a nossa preparação.

O facto de sistematicamente ficar sentado dentro da sua Zona de Conforto, mais cedo ou mais tarde, irá trazer-lhe problemas. O mercado é cada vez mais competitivo, as tecnologias cada vez  mais depressa se tornam obsoletas, as empresas, em alguns sectores, aparecem e desaparecem e quase ninguém dá por elas (veja-se a velocidade com que  gabinetes de design e agências de publicidade que nascem e morrem), a rotação de profissionais entre empresas cada vez é maior, a mudança geográfica de trabalhadores tende, cada vez mais a ser uma realidade, etc.

Se você for um profissional ambicioso, que se prepara, que procura novos Clientes e Fornecedores, não descurando manter aqueles que lhe trazem benefícios (ou que lhe prestam um bom serviço), com muita certeza, vai, mais dificilmente, ser apanhado desprevenido e ficar, eventualmente, desempregado.

Seguem algumas sugestões (6)  para aumentar a sua Zona de Conforto:

Aprenda sempre - Aprenda por si e com os outros. Não deixe também de passar o seu conhecimento.  Nesta partilha de conhecimento, todos ganham. Recentemente a NIKE, através do programa GreenXchange, divulgou algumas centenas das suas patentes. A única condição para serem usadas é que as empresas não podiam ser concorrentes. Esta sua partilha de conhecimento deve ter permitido a muitas empresas melhorarem as suas competências.

Oportunidades estão por aí - Para as encontrar tem que sair da sua secretária, ir a eventos, visitar Clientes, falar com Fornecedores, dialogar com a concorrência. Estar atento, ser crítico, não aceitar a primeira resposta ou evidência. Procurar um sonho, mesmo que todo o ambiente que o envolve (a si) leve que os outros pensem que não o conseguirá atingir.
Há quem diga que uns têm azar e outros sorte. Pode ser meia verdade; eu acredito que seja um pouco assim. Mas muitos dos que têm sorte, procuraram-na e ela aparece.

Seja proctivo - Mexa-se, desenvolva ideias, fale com uns e outros. Faça cross selling e up-selling. Não se acomode. Os Clientes compram a quem aparece, àqueles que estão ao seu lado, aos que lhe resolvem problemas, que não falham. E se falharem, aparecem, explicam-se, e resolvem-no.
Seja resiliente - "Pesquisas conduzidas por Harvard, nos Estados Unidos, indicam que um Gestor passa, em média, por 23 adversidades por dia, razão pela qual o índice de resiliência é um factor fundamental para transformação das barreiras em oportunidades e  consequentes resultados. Outro ponto que deve ser muito considerado é a constatacção de que 80% das competências podem ser perdidas diante das situações adversas, em especial em tempos de mudanças organizacionais." (retirado da WWW).

Faça Brainstorm - O facto de se reunir com terceiros, muitas vezes que nada têm a ver com o seu trabalho directamente, mas que o podem completar ou dar-lhe insights ou intuições diferentes, poderá incrementar a sua Zona de Conforto.
Serendipidade - As ligações / contactos que se fazem ocasional e aleatoriamente podem, não logo  no momento presente, mas num futuro muito imediato, serem uma fonte de criatividade, de incrementarem a sua Zona de Conforto.


Mas é importante (para quase todos nós) termos a nossa Zona de Conforto. Este nosso posicionamento leva-nos a que  o nosso trabalho seja bem feito. O que nos traz Confiança, por sua vez nos leva a melhorar a nossa Autoestima e, por fim, a de conseguir a Venda.

Encontre e crie a sua Zona de Conforto dinâmica e fique nela! Mas não se esqueça:  "Life is a lot like jazz... It's best when you improvise." - George Gershwin


PS: Para uma leitura simples de Heraclito, veja este link: http://jpmarques.blogspot.pt/2011/05/heraclito-e-sua-sabedoria.html



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

8 - QUE PERGUNTAS NÃO FAZER


8 - QUE PERGUNTAS NÃO FAZER

Keywords: Vendas, Reunião, Clientes, Fornecedores

Confie nas pessoas, mas também desconfie delas (provérbio chinês).

É bom "perguntor"? Tornar-se um bom questionador é algo que se pode aprender.  Quem trabalha em vendas tem de ser curioso, activo e reactivo, ser descarado e ter bom senso. Estes são predicados que os Vendedores devem ter. A existência destes fazem a diferença entre bons e maus Vendedores.
Sabemos a importância de "perguntar bem" para se conseguir as respostas que se querem. Tem que se que fazer as  perguntas adequadas a cada momento e, obviamente, ajustadas a cada Cliente.

Há, como é natural, perguntas que não devemos fazer. Estas, ao serem feitas, podem fazer com que possamos perder a venda e, pior, perder o Cliente. Em alguns casos, é perder o Cliente para sempre. Pior do que um mau serviço, perguntas despropositadas podem aniquilar o relacionamento com um Cliente.
Após a introdução (ou a small talk que convém ser feita), há que ter cuidado com o que perguntar. Segue uma listagem de perguntas que se deve evitar fazer:

1.      Fazer poucas ou nenhumas perguntas.
2.      Não perguntar o óbvio.
3.      Fazer perguntas pouco inteligentes.
4.      Fazer demasiadas perguntas.
5.      Fazer demasiadas perguntas abertas.
6.      Fazer demasiadas perguntas fechadas
7.      Não fazer perguntas ambiciosas.
8.      Assumirmos que temos todas as respostas às potencias perguntas.
9.      Assumir que o Cliente tem todas as respostas relativamente à nossa Empresa.
10.  Evitar perguntas sobre questões sensíveis e do foro íntimo de cada um.
11.  Não usar perguntas que qualifiquem e quantifiquem.
12.  Responder a uma pergunta com outra pergunta.
13.  Não responder às objecções, às críticas.
14.  Não ouvir as respostas às nossas perguntas.
15.  Não fazer perguntas de confirmação.
16.  Responder a perguntas que não são feitas.
17.  Falar sobre tudo, menos sobre a venda e tudo o que envolve a mesma.
18.  Há Clientes aos quais nunca se deve fazer determinado tipo de perguntas.

Para não corrermos o risco de fazer uma ou várias destas 18 perguntas, vamos preparar-nos melhor para as reuniões e, durante as mesmas, estarmos consciente das perguntas que não deveremos fazer.


Um truque importante a ser aplicado para nos dar um breve momento de “pensamento” é o do copo de água. Em caso de dúvida,  se deve ou não perguntar algo, pode pegar na garrafa de água que está à sua frente, encher o seu copo, beber a água e…pensar no que vai dizer.

Com toda a certeza a resposta será mais "pensada".


 João Paulo Marques
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terça-feira, 15 de maio de 2012

7 - Perguntas a fazer


7 - Perguntas a fazer
Aprenda com o que eles fazem...(Lao Tzê)

Keywords: Vendas, Reunião, Clientes, Fornecedores

Há variadíssimas perguntas a fazer e inúmeras situações em que as pode (ou não) usar. O facto de as ter preparadas, digo escritas, ajuda-o a que não se esqueça das mesmas. Para que não saia tudo de improviso ou se esqueça, faça um improviso escrito. Escreva-as na sua cartilha e memorize-as. Leia-as  antes das reuniões.

Como há Clientes e Clientes, situações e situações, tempo e tempo para ocupar (ou não) o  Cliente.  Poderá, assim,  utilizar as perguntas que seguem ( ou não).

Mais,  para pensar nas perguntas a fazer, questione-se primeiro a si mesmo.  Estas 4 seguintes  reflexões podem ajudá-lo.

1.        Quem somos?
2.        O que representamos?
3.        O que temos para oferecer
4.        O que queremos?

Sabendo estas respostas, conseguirá formular melhor as perguntas que irá fazer aos Clientes. Eis algumas que pode fazer:

1.        O que pretende fazer com este produto?
2.        Como e com quem vai
3.        executar os serviços que propomos?
4.        Que departamentos podem vir a participar neste projecto? Que departamentos participavam neste projecto?
5.        Os seus colaboradores já trabalharam com este tecnologia? Têm experiência com a mesma?
6.        Quem são os seus Clientes? O que podem eles esperar deste novo serviço?
7.        Quais são os seus serviços / produtos?
8.        O que espera da Empresa que trabalhe com vocês?
9.        Quais são os seus projectos para o futuro?
10.    Com quem mais devemos falar  na sua Empresa?
11.    Com quem mais quer que falemos na sua Empresa?
12.    Quem é a nossa concorrência neste serviço?
13.    Podemos ter acesso a um organigrama?
14.    Qual a urgência desta solução?
15.    Irá ser replicada?
16.    Quantos utilizadores terá este serviço?
17.    Vai ser só utilizado nestas instalações?
18.    Gostaria de ter mais informação sobre os nossos serviços? Sobre a nossa Empresa?
19.    Quererá colocar em contacto os vossos técnicos com os nossos técnicos?
20.    Que mais informações necessitam para finalizar o negócio?
   0.  Faça perguntas. Faça mesmo! 


Muitas e muitas mais perguntas poderemos fazer. O importante desta estratégia, de formular previamente perguntas, é que poderá também antecipar respostas, ter uma atitude mais profissional e exigente para consigo mesmo, para com o seu trabalho e demonstrar ao Cliente o seu profissionalismo.

Sobretudo, não invente e não se incomode se não tiver as respostas para tudo. Poderá dar a resposta mais tarde ou colocar um especialista a dialogar com o Cliente. Não tem necessariamente de saber tudo de tudo. A Empresa, em regra, não é só você.




João Paulo Marques
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