
Gestão | Vendas | Marketing | Histórias | VESPAS | Coisas boas e um pouco de tudo What I think, what I criticize, my texts, other people's texts, interesting information from the eighth column and others that I find funny (I hope). I'll add some photos and anything else that comes to mind. Content by myself and some other stuff. email:joaodavespa@gmail.com / joao@jpmconsultores.pt Quotes: - If you think education is expensive, try ignorance - what you know is worth more than you think
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
A Inteligência artificial e as crianças / alunos

quarta-feira, 16 de abril de 2025
A TESOURA DE TRUMP
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| A tesoura de Trump |
“A felicidade da vida depende da qualidade de nossos pensamentos” Imperador Marco Aurélio
Começo por uma imersão na história do século passado.
Refiro-me às interferências governamentais nas universidades durante os regimes de Hitler e Estaline oferecem-nos paralelos históricos perturbadores. Tudo, nessa altura, foi mais extremado, mais violento...
Na Alemanha nazi, Hitler não se ficou apenas por cortes nas verbas — foi direto à purga. Quando chegou a Chanceler, em 1933, as universidades alemãs, até então mundialmente respeitadas, foram forçadas a demitir académicos judeus e/ou opositores políticos. Rapidamente, estas instituições transformaram-se em centros de propaganda nazi.
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| Queima de livros na Alemanha nazi |
Na União Soviética de Estaline, as universidades foram submetidas ao que se pode chamar de uma “revisão curricular”. O mesmo que o "democrata" Putin continua a fazer. Em ambos os regimes, departamentos inteiros foram encerrados, bibliotecas censuradas, e professores não só demitidos, mas muitas vezes enviados para campos de concentração ou para aquela célebre invenção soviética: os Gulags.
E agora, Putin. A interferência nas universidades segue um caminho mais gradual e sofisticado — coisa de quem já foi espião. O controlo não se manifesta por purgas, mas por meios mais subtis: o financiamento está condicionado à lealdade política.
A principal diferença para a situação actual nos EUA é, por enquanto, a escala e os métodos.
Para além do patético questionário enviado às universidades portuguesas, o Nobel da Paz Trump e os seus acólitos pretendem, entre muitas outras medidas:
• Cortes orçamentais e realocação de fundos: a administração propôs reduções significativas no orçamento do Departamento de Educação.
• Uma Ordem Executiva sobre Liberdade de Expressão: Trump alega que as universidades estão a silenciar as vozes conservadoras.
• Restrições aos estudantes internacionais: impôs políticas mais apertadas para a atribuição de vistos de estudante.
É curioso (ou talvez nem tanto) como, por vezes, um governo que apregoa "liberdade" e "inovação" decide que investir no cérebro é um gasto supérfluo. A educação, segundo Trump, parece querer apostar mais em memes do que em física quântica (que, confesso, também não percebo nada)
Espero, esperamos, sinceramente que a história não se repita.
Quando os líderes começam a desconfiar das universidades, dos livros e de quem pensa de forma independente, raramente procura-se e verdade ou a inovação.
É a tesoura a virar-se contra o conhecimento, contra o futuro.
O problema não é só de Trump. É a aceitação e normalização de um discurso que despreza a ciência, que não acredita na educação e levanta a bandeira da ignorância em bandeira.
"This Woman's Work" da Kate Bush é uma música profundamente emotiva e carregada de significado. Foi escrita para o filme She’s Having a Baby (1988) e toca num momento específico e angustiante da história: o parto da personagem feminina corre mal, e o protagonista é confrontado com a possibilidade de a perder.
A conclusão é vossa.
As versões são tão poderosas...que me presenteio com ambas.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Apita o comboio
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| Apita o comboio |
Há quem pense que o sucesso, profissional e pessoal, seja algo tão fácil (ou difícil) como apanhar um comboio em andamento.
As empresas do século passado também acreditavam nesta fórmula. Compram-se umas máquinas, arranja-se uns funcionários…e estamos lá. Fazemos o que os outros fazem… melhor, tão bem ou pior…mas havia mercado.
As crises do petróleo de 1973, 1979 e 1991 nas nossas locomotivas, deram o seu abanão na sociedade, mas lá recuperámos. O comboio voltava à sua velocidade de cruzeiro e, posteriormente, entrava com a adrenalina da montanha russa do crescimento.
Depois, já no séc XXI, houve mais uma fase em que o comboio parou.
Em 2008, o quarto maior banco de investimento dos states, o Lehman Brothers, abre falência. O tal do momento subprime que nos arrastou a todos (e arrasta). Aqui parou outra vez o comboio.
Não quero deixar de referir o Employee Centricity. Temos que colocar as pessoas no centro da organização. Dotar todos os colaboradores com competências de vária índole e atribuir-lhes responsabilidades. Os colaboradores, independentemente da sua posição hierárquica, devem ser a chave do sucesso das Empresas, devem sentir-se como sendo a Marca da Empresa.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Tips for Life - #22
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
EDUCAÇÃO (ou falta dela)
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| PQP |





