Gestão | Vendas | Marketing | Histórias | VESPAS | Coisas boas e um pouco de tudo What I think, what I criticize, my texts, other people's texts, interesting information from the eighth column and others that I find funny (I hope). I'll add some photos and anything else that comes to mind. Content by myself and some other stuff. email:joaodavespa@gmail.com / joao@jpmconsultores.pt Quotes: - If you think education is expensive, try ignorance - what you know is worth more than you think
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
sábado, 7 de novembro de 2015
COSTA A ESTIBORDO
COSTA A ESTIBORDO
Dizem que um governo de gestão não é solução. Não é de
certeza a melhor solução. Mas um governo de gestão feito com dois partidos que
parece que têm uma linha de acção com muitos dominadores em comum, não deve ser
uma má opção.
Volto-me agora para a coligação de esquerda. Parece que um
dos partidos quer avaliar e aprovar moção a moção. Que existe acordo entre
todos, mas não para os 4 anos. Dizem que existe acordo, mas não em tudo. Um governo de gestão à esquerda...parece
Costa, viajas para estibordo…Costa, levas-nos para um estibordo, que não sabemos o que vai ser,,,pior, nem tu sabes.
Nota: O estibordo não me parece ser passar férias numa praia do Brasil, nem a viagem do Cabral ou de outro qualquer navegador português.
Nota: O estibordo não me parece ser passar férias numa praia do Brasil, nem a viagem do Cabral ou de outro qualquer navegador português.
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| Porque eu fui fazer esta merda. |
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| Caminho para a esquerda.... |
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| Mama mia... |
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Life is better with a Vespa - #87
Duas leituras se podem fazer desta foto. Uma meramente fotográfica, publicitária....uma Vespa e dois capacetes Vespa
A outra tem a ver com as Medias Sociais. Temos que ter algumas reservas no que colocamos na Internet....
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
O nosso voto diário / o nosso debate diário
O nosso voto diário / o nosso debate diário
“Descobrir o que o consumidor quer, é fácil. Fazer algo
em relação a
isso, é que já não é assim tão simples.” (Liz Wetzel)
Todos os dias votamos, decidimos, fazemos escolhas. Começa
logo na roupa que usamos. Levis, Wrangler ou uma aposta num fato da
Decénio ou da Hugo Boss. Já fora de casa, após várias etapas (votos)
domésticas, escolhemos onde tomamos o café. Acredito que aqui somos mais fieis
(ia escrever conservadores, mas tem uma conotação política da qual eu quero
afastar-me). E seguem-se várias decisões pelo dia fora. Umas mais
estratégicas, umas mais tácticas…outras bem mais simples. Mas vamos sempre
votando, escolhendo
Os Clientes dos nossos votos, as Empresas, muitas vezes não
percebem este escrutínio repetido, silencioso, diário. Esta eleição diária não
necessita de uma contagem de votos, de uma maioria…ela é ganha em debate,
isto é, no contacto que se mantém entre as partes, Cliente e Fornecedor.
O que acontece quando queremos ganhar a terceiros,
entenda-se concorrência, de forma rápida, quase instantânea, é que o
nosso factor diferencial, muitas vezes o preço, não é sustentável numa
política de médio e longo prazo. Mais, é facilmente copiável.
Esta minha teorização leva-me agora à nova coligação, a do
PS, PCP e BE. Como eu acredito que as minhas prosas possam ser descobertas e
lidas no futuro J, vivemos , no quarto trimestre de 2015, um momento em
que a sociedade está dividida, em que o PS também parece estar dividido, Asis se
diz.
Dois dos partidos do Arco (do destriunfo) da coligação são
contra a Comunidade Europeia. Neste momento a sua decisão estratégica / táctica
leva-os a defender, pelo menos a não hostilizar a Comunidade….como será o seu
voto neste quesito em 2016…será que o PS sabe, tem garantias do que vai
ser.
Outro aspecto interessante da leitura do resultado das
eleições é o seguinte. Se bem me lembro (ah saudoso Vitorino Nemésio), o
que estava a ser avaliado no passado 4 de Outubro eram vários partidos, vários
e diferentes programas (alguns cristalizados). Não era uma escolha entre
o SIM e o NÃO. Fico sem perceber porque a leitura do resultado das eleições por
parte das esquerdas se arvoa nesta escolha bipolar.
João Paulo
Marques
O tempo não
pára, não pare você também.
@joaodavespa
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
O que parece não É
O que parece não É
Uma coisa que se via aprendendo é que nem sempre o que parece É.
Há vários exemplos. Seguem dois:
Fuga para a frente??? Talvez. Há que estar atento.
Uma coisa que se via aprendendo é que nem sempre o que parece É.
Há vários exemplos. Seguem dois:
1)
Quando uma empresa aparece exageradamente na media com “boas vagas” notícias (não faz
mesmo sentido, não é), é que algo de menos bom se pode estar a passar.
2)
Quando algum empresário / director mostra sinais de
alguma riqueza algo exagerada, é que algo de menos bom se pode estar a passar.
Fuga para a frente??? Talvez. Há que estar atento.
sábado, 31 de outubro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
NÃO SOU DE DENTRO
NÃO SOU DE DENTRO
Muitas vezes as empresas têm receio de partilhar as suas
ambições, entenda-se novos produtos, passos estratégicos, mudanças disto e
daquilo, com os Clientes, com os Fornecedores, com Stakeholders mais ou menos
próximos (falo mesmo de empregados; aqui com experiência própria).
Recentemente assisti à apresentação do livro do António
Lagarto (retratava uma exposição realizada no MUDE, De Matrix à Bela Adormecida). Gostei do entusiasmo
com que todos os palestrantes falaram do
livro. Curiosamente, após o lançamento, encontro o autor num restaurante
himaláio em Lisboa, o Everest
da Montanha.
Parece que ambos somos habitués de lá. Trocámos uma curta, mas
simpática conversa.
No decorrer da apresentação falou uma jornalista, de nome
Cristina (falta-me o apelido), que fez uma apresentação do livro e do autor.
Começa por dizer: “eu não sou de dentro”…. E
desenvolveu quase que uma aula de gestão e empreendedorismo.
E a jornalista tinha razão no que expôs. O facto de ela não ser de dentro, permitiu-lhe ter uma
visão distanciada, menos apaixonada, mais clara e lucida, mais aproximada do
que o mercado quer, do que o público viu na verdade ( e não o que a Empresa vê)
Um outro modo de aproveitar os que não são de dentro passa por olhar para o que as marcas /
organizações já estão fazendo, tentando descobrir o que fez com que seus
esforços tenham sido bem sucedidos. Ou
seja, falar e ver o que os que não são
de dentro (que são mesmo de fora) estão a fazer.
Um trabalho pensado e executado através das medias sociais
permite um vasto aprendizado, uma recolha grande de informação. Ao que
acrescento, um grande trabalho, um projecto vencedor, não vem do nada. Ele sai
de intercções com as pessoas que procuram o mudar, com as pessoas que pretendem
contribuir, mesmo que não sejam de
dentro.
Os que não são de
dentro, não deixam de ser do mundo, e é neste mundo, mais pequeno ou bem
grande, que pretendemos ter sucesso.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
O Iron Triangle (ou não) da Política Portuguesa ou o Conclave de São Bento
O Iron Triangle (ou
não) da Política Portuguesa ou o Conclave de São Bento
O panorama político português parece querer construir e implementar
a estratégia do Iron Triangle.
Parece
muito apropriado para as 3 forças
políticas que estão a construir o tal triângulo das forças de esquerda (muito mais para duas delas). Mas será que alguma vez será um triângulo, com
as três catetos / faces a juntar / cruzar / chocar
as suas três estratégias.
Em Política, o termo Iron Triangle, foi cunhado para definir a aliança de três
actores improváveis: Governo, Burocratas e Grupos de Interesse / Sindicatos /
Lobistas. Acredito que tenha funcionado nos tempos da guerra, da crise financeira
de 1929 e em outras situações de excepção e extrema vulnerabilidade da
sociedade. O que não é nem de perto e nem de longe o que se passa hoje, em dia,
em Portugal.
O que se pede a este triângulo? Que as três ideias políticas
estejam equilibradas nas suas forças
centípeda e centrifuga. Caso contrário o triângulo destrianguliza-se.
Ao olhar para as três forças que querem montar esta figura
geométrica só me ocorre, entenda-se, assusta-me, que ele venha a ser um triângulo raso. Isto é:
um espalhanço total.
Temos dois partidos cuja ideologia e estratégia tem sido a
de nos afastar no euro. Um pouco de Portugalexit. Mas nem os gregos, muito pior
que nós, segundo os fundamentais da economia e da sociedade , quiseram o
Grexit. Estes dois partidos, sobretudo um, mantém-se fiel aos valores de Abril
e ao seu ideal de 1974. Lembro a estes que já passaram 41 anos, não é PCP?
Tanta lealdade acontece apenas com os Clubes de Futebol. Porque relativamente à lealdade familiar,
mesmo entre pais e filhos, há muita história triste por aí. Parece-me também
que um dos partidos em causa, o BE, é a velha história do filho que se
emancipou e quer fazer o mesmo que os pais, mas de modo mais eloquente
(entenda-se intelectual).
Quanto ao primeiro partido, o PS, o mais forte, mas que
parece o mais fraco, por si só, anda numa contestação interna. Pouco passa cá
para fora, mas verem o quanto lutaram para estar na Europa e, do nada, estarem a aliar-se aos
que nada querem com a Europa, parece que apenas parece que valorizam a cortina de ferro, a
Coreia do Norte e geografias com este peso.
Parece que o governo
do Passos Coelho vai estar numa permanente amona até se afogar.
Pergunto.me: o que é que o
Iron Triangle de esquerda, quase de
extrema esquerda, tem para nos propor, tem para o nosso futuro. Fala-se de
grandes conversas e de acordos neste Iron Triangle de Esquerda, mas nada transpira, nada se sabe, nada é dito.
Não condeno a
ambição. Ela é essencial. Mas o que se está a assistir nos dias de hoje, a
esquerda desenfreada a querer o poder, perante um Costa completamente quebrado,
sem nos transmitir qualquer tipo de segurança e projecto de futuro, assusta-me.
How Does An Iron Triangle Work?
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
Publicada por
João Paulo Marques
à(s)
22:03
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
domingo, 25 de outubro de 2015
Tips of life #129
Tell it like it is, in a way they
want to hear it.— Wihan Meerholz
Uma máxima que cada vez é mais importante no mundo da
long tail, mas sempre o foi. Trata-se da importância do Cliente.
sábado, 24 de outubro de 2015
Os ovos, a cesta e as medias sociais – Aprenda com os outros
Os
ovos, a cesta e as medias sociais – Aprenda com os outros
Na gestão
aprendemos que não devemos ter os ovos todos na mesma cesta. Não quero dizer
que não tenhamos foco, foco no que estamos a querer fazer, a fazer e no que
pretendemos fazer.
Veja-se o que se passou com o BES, PT, BCP, BANIF....isto só para este burgo.
Veja-se o que se passou com o BES, PT, BCP, BANIF....isto só para este burgo.
Mas, com a velocidade
com que as coisas, entenda-se a vida, acontecem, temos que ter um olho no burro
e outro no cigano.
Interessante
é verificar que existem ditados populares para tudo, para boas e más
ocorrências, para isto e para aquilo.
As empresas
têm vários stakeholders. Dois deles são o seu Público e os seus Concorrentes.
Com o novo, vasto e rápido acesso à informação, devemos
manter-nos a par do que os dois agentes citados acima fazem. Devemos pesquisar sistematicamente o que eles
andam a fazer. Descobrir o que o nosso público-alvo faz, por que medias anda,
encontrar em que medias (sociais ou não) se encontram, que estratégias
desenvolvem, em que horários mais estão em campo
Procure
também por empresas que possam oferecer serviços parecidos ou complementares ao
seu. Veja por onde elas andam, o que fazem, veja o que escrevem, como interagem.
Ou mesmo empresas que nada tenham a ver com o seu negócio, mas que saiba que
andam a fazer coisas giras.
Para saber o
que o seu mercado anda à procura tem sempre as seguintes ferramentas gratuitas:
o Google Alerts e o Tweetbeep.
O que se pode concluir? Procure, procure, procure...aprenda, aprenda, aprenda.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Tenha atenção aos detalhes
Muitas vezes a diferença faz-se pelo detalhes, pela atenção que se dá a certos detalhes. Gosto, particularmente, de ver o que se passa no canal Horeca, nomeadamente em restaurantes.
Várias vezes passamos por uma rua com vários e vemos que uns estão cheios, com fila, e outros, vazios...
Muitas respostas / conclusões podem ser retiradas...algumas medidas podem ser aplicadas, muitas delas de custo ZERO. Basta ter atenção ao negócio e falar com Clientes, empregados e fornecedores. Se necessário fale também consigo mesmo
- O que é que você transporta, Nasrudin?
- Sou contrabandista."
Anos mais tarde, com uma aparência cada vez mais próspera, Nasrudin mudou-se para o Egito. Lá encontrou um daqueles guardas de fronteira.
- Diga-me, Mullá, agora que você está fora da jurisdição grega e persa, instalado por aqui nesta vida boa - o que é que você contrabandeava, que nunca conseguimos pegar?
- Burros.
Várias vezes passamos por uma rua com vários e vemos que uns estão cheios, com fila, e outros, vazios...
Muitas respostas / conclusões podem ser retiradas...algumas medidas podem ser aplicadas, muitas delas de custo ZERO. Basta ter atenção ao negócio e falar com Clientes, empregados e fornecedores. Se necessário fale também consigo mesmo
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| Nasrudin e os seus burros |
O contrabandista
Volta e meia, Nasrudin
atravessava a fronteira entre a Pérsia e a Grécia montado no lombo de um burro.
Toda vez passava com dois cestos cheios de palha e voltava sem eles,
arrastando-se a pé. Toda vez o guarda procurava por contrabando. Nunca o
encontrou.- O que é que você transporta, Nasrudin?
- Sou contrabandista."
Anos mais tarde, com uma aparência cada vez mais próspera, Nasrudin mudou-se para o Egito. Lá encontrou um daqueles guardas de fronteira.
- Diga-me, Mullá, agora que você está fora da jurisdição grega e persa, instalado por aqui nesta vida boa - o que é que você contrabandeava, que nunca conseguimos pegar?
- Burros.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Seja do signo Gémeos nas Medias Sociais
Há quem acredite em signos, em astrologia. Eu…nem por isso.
Passando por cima da brincadeira…sabemos que existem várias medias sociais, com
vários propósitos, com distintos alcances e que nos leva a ter determinados (entenda-se ajustados) comportamentos. Típico deste signo.
Mas vamos ao Google. Este motor de busca com a nova versão do algoritmo
Panda identifica e penaliza
conteúdos em duplicado. Ou seja, o uso do [Copy Past] aqui também não só não é
valorizado, como é penalizado. Ou seja, usar o mesmo perfil ou biografia em
todas as medias sociais só se torna fácil e útil para a sua preguiça.
Cada perfil deve também incluir imagens optimizadas da sua
Empresa, suas ou correlacionadas à
identidade em causa. Utilize palavras que descrevem com a maior precisão possível
as imagens que está a usar.
Não crie também o seu perfil em todas as medias ao mesmo
tempo. Pode começar por uma destas 4:
Facebook, Google +, LinkedIn e Twitter. Depois seguir para outras Se é profissional liberal, um advogado, talvez
o LinkedIN. Se é também profissional liberal, mas exerce actividade como
Personal Treiner, talvez o FaceBook e o
Google +. Esta última é essencial pelo facto do Google ser o maior motor de
busca.
Depois, conforme o tempo que tenha, explore novas medias e
veja se fazem sentido para si ( e se tem tempo para as trabalhar).
Tendo em conta estes comportamentos e cuidados melhorará o
seu SERP,
Importante: Os seus perfis nas várias medias sociais, apesar de diferentes, têm de ser consistentes.
Nota: Na sociedade você desempenha vários papéis.
Importante: Os seus perfis nas várias medias sociais, apesar de diferentes, têm de ser consistentes.
Nota: Na sociedade você desempenha vários papéis.
A ZARAGATA
A foto que coloco parece quer mostra-me / mostrar-nos uma
alegoria (ou não) de um presente próximo.
Podem baptizar os intervenientes.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Comportamentos nas medias sociais #1
Comportamentos nas Medias Sociais
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| Ligou o PC
“Tempo de decisão poupado, é tempo de ação ganho.” (Gerald Michaelson)
|
Muitas vezes interrogam-nos se nas medias sociais devemos seguir quem nos segue. Claro que não, não devemos. Não devemos, todavia, deixar de saber quem o faz.
Mas quando falamos de partilha de conteúdos (escritos ou não por
nós) teremos de ter um comportamento diferente. Quem segue e partilha o que
escrevemos é porque gosta e valoriza os nossos escritos. Quando este anónimo faz a partilha, está endossar-nos junto da sua comunidade. Se passarmos a “seguir” esses nossos “endossadores”
(não gosto da palavra), iremos valorizar a nossa reputação e a deles..
Claro que o trabalho de entrar em contacto com todos estes followers demora tempo (tudo demora
tempo!!!). Se não tem tempo para esta actividade, o facto de os seguir, de
fazer like, de retwittar o que
escrevem, reflete já um agradecimento, mesmo que tácito
Um critério de avaliação que parece ser aceite nestas novas métricas é:
quantos mais followers no twiiter, quando maior for a sua rede no linkedin,
mais seguidores tiver no seu facebook e blog e leituras neste, mais poderosa
será a sua presença no digital, mais possibilidade tem de intervir nas suas
causas profissionais e sociais, mais pessoas estarão atentas a si.
Outra coisa parece ser certa: Quanto melhor forem os nossos conteúdos no meio de tantos outros, mais possibilidade teremos que os mesmos sejam lidos.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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