domingo, 8 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

COSTA A ESTIBORDO


COSTA A ESTIBORDO

Dizem que um governo de gestão não é solução. Não é de certeza a melhor solução. Mas um governo de gestão feito com dois partidos que parece que têm uma linha de acção com muitos dominadores em comum, não deve ser uma má opção.

Volto-me agora para a coligação de esquerda. Parece que um dos partidos quer avaliar e aprovar moção a moção. Que existe acordo entre todos, mas não para os 4 anos. Dizem que existe acordo, mas não em tudo. Um governo de gestão à esquerda...parece


Costa, viajas para estibordo…Costa, levas-nos para um estibordo, que não sabemos o que vai ser,,,pior, nem tu sabes.

Nota: O estibordo não me parece ser passar férias numa praia do Brasil, nem a viagem do Cabral ou de outro qualquer navegador português. 
Porque eu fui fazer esta merda.

Caminho para a esquerda....

Mama mia...



Life is better with a Vespa #88

Green Vespa

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Life is better with a Vespa - #87


Duas leituras se podem fazer desta foto. Uma meramente fotográfica, publicitária....uma Vespa e dois capacetes Vespa

A outra tem a ver com as Medias Sociais.  Temos que ter algumas reservas no que colocamos na Internet....

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O nosso voto diário / o nosso debate diário

O nosso voto diário / o nosso debate diário

“Descobrir o que o consumidor quer, é fácil. Fazer algo em relação a 
isso, é que já não é assim tão simples.” (Liz Wetzel)





Todos os dias votamos, decidimos, fazemos escolhas. Começa logo  na roupa que usamos. Levis, Wrangler ou uma aposta num fato da  Decénio ou da Hugo Boss. Já fora de casa, após várias etapas (votos) domésticas, escolhemos onde tomamos o café. Acredito que aqui somos mais fieis (ia escrever conservadores, mas tem uma conotação política da qual eu quero afastar-me). E seguem-se várias decisões pelo dia fora.  Umas mais estratégicas, umas mais tácticas…outras bem mais simples. Mas vamos sempre votando, escolhendo

Os Clientes dos nossos votos, as Empresas, muitas vezes não percebem este escrutínio repetido, silencioso, diário. Esta eleição diária não necessita de uma contagem de votos,  de uma maioria…ela é ganha em debate, isto é, no contacto que se mantém entre as partes, Cliente e Fornecedor.
O que acontece quando queremos ganhar a terceiros, entenda-se concorrência, de forma rápida, quase instantânea,  é que o nosso factor diferencial, muitas vezes o preço, não é sustentável  numa política de médio e longo prazo. Mais, é facilmente copiável.

Esta minha teorização leva-me agora à nova coligação, a do PS, PCP e BE. Como eu acredito que as minhas prosas possam ser descobertas e lidas no futuro J, vivemos , no quarto trimestre de 2015, um momento em que a sociedade está dividida, em que o PS também parece estar dividido, Asis se diz.
Dois dos partidos do Arco (do destriunfo) da coligação são contra a Comunidade Europeia. Neste momento a sua decisão estratégica / táctica leva-os a defender, pelo menos a não hostilizar a Comunidade….como será o seu voto neste quesito em 2016…será  que o PS sabe, tem garantias do que vai ser.

Outro aspecto interessante da leitura do resultado das eleições é o seguinte. Se bem me lembro (ah saudoso  Vitorino Nemésio), o que estava a ser avaliado no passado 4 de Outubro eram vários partidos, vários e diferentes programas (alguns cristalizados). Não era uma escolha entre  o SIM e o NÃO. Fico sem perceber porque a leitura do resultado das eleições por parte das esquerdas se arvoa nesta escolha bipolar.



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.

@joaodavespa

Life is better with a Vespa #85


domingo, 1 de novembro de 2015

Life is better with a Vespa #83

Flower vespa, power vespa

O que parece não É

O que parece não É



Uma coisa que se via aprendendo é que nem sempre o que parece É.
Há vários exemplos. Seguem dois:
1)      Quando uma empresa aparece exageradamente na media com “boas vagas” notícias (não faz mesmo sentido, não é), é que algo de menos bom se pode estar a passar.
2)      Quando algum empresário / director mostra sinais de alguma riqueza algo exagerada, é que algo de menos bom se pode estar a passar.


Fuga para a frente??? Talvez. Há que estar atento.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

NÃO SOU DE DENTRO

NÃO SOU DE DENTRO


Muitas vezes as empresas têm receio de partilhar as suas ambições, entenda-se novos produtos, passos estratégicos, mudanças disto e daquilo, com os Clientes, com os Fornecedores, com Stakeholders mais ou menos próximos (falo mesmo de empregados; aqui com experiência própria).
Recentemente assisti à apresentação do livro do António Lagarto (retratava uma exposição realizada no MUDE, De Matrix à Bela Adormecida). Gostei do entusiasmo com que todos os palestrantes  falaram do livro. Curiosamente, após o lançamento, encontro o autor num restaurante himaláio em Lisboa, o Everest da Montanha
Parece que ambos somos habitués de lá. Trocámos uma curta, mas simpática conversa.

No decorrer da apresentação falou uma jornalista, de nome Cristina (falta-me o apelido), que fez uma apresentação do livro e do autor. Começa por dizer: “eu não sou de dentro”….  E desenvolveu quase que uma aula de gestão e empreendedorismo.

E a jornalista tinha  razão no que expôs. O facto de ela não ser de dentro, permitiu-lhe ter uma visão distanciada, menos apaixonada, mais clara e lucida, mais aproximada do que o mercado quer, do que o público viu na verdade ( e não o que a Empresa vê)

Um outro modo de aproveitar os que não são de dentro passa por olhar para o que as marcas / organizações já estão fazendo, tentando descobrir o que fez com que seus esforços tenham sido  bem sucedidos. Ou seja, falar e ver o que os que não são de dentro (que são mesmo de fora) estão a fazer.

Um trabalho pensado e executado através das medias sociais permite um vasto aprendizado, uma recolha grande de informação. Ao que acrescento, um grande trabalho, um projecto vencedor, não vem do nada. Ele sai de intercções com as pessoas que procuram o mudar, com as pessoas que pretendem contribuir, mesmo que não sejam de dentro.


Os que não são de dentro, não deixam de ser do mundo, e é neste mundo, mais pequeno ou bem grande, que pretendemos ter sucesso. 


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa 


Life is better with a Vespa #80

Roma / Dakar

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O Iron Triangle (ou não) da Política Portuguesa ou o Conclave de São Bento


O Iron Triangle (ou não) da Política Portuguesa ou o Conclave de São Bento



O panorama político português parece querer construir e implementar a estratégia do Iron Triangle. 

Parece muito apropriado para as  3 forças políticas que estão a construir o tal triângulo das forças de esquerda (muito mais para duas delas). Mas será que alguma vez será um triângulo, com as três catetos / faces a juntar /  cruzar / chocar as suas três estratégias.

Em Política, o termo  Iron Triangle,  foi cunhado para definir a aliança de três actores improváveis: Governo, Burocratas e Grupos de Interesse / Sindicatos / Lobistas. Acredito que tenha funcionado nos tempos da guerra, da crise financeira de 1929 e em outras situações de excepção e extrema vulnerabilidade da sociedade. O que não é nem de perto e nem de longe o que se passa hoje, em dia, em Portugal.

O que se pede a este triângulo? Que as três ideias políticas  estejam equilibradas nas suas forças centípeda e centrifuga. Caso contrário o triângulo  destrianguliza-se.

Ao olhar para as três forças que querem montar esta figura geométrica só me ocorre, entenda-se, assusta-me,  que ele venha a ser um triângulo raso. Isto é: um espalhanço total.

Temos dois partidos cuja ideologia e estratégia tem sido a de nos afastar no euro. Um pouco de Portugalexit. Mas nem os gregos, muito pior que nós, segundo os fundamentais da economia e da sociedade , quiseram o Grexit. Estes dois partidos, sobretudo um, mantém-se fiel aos valores de Abril e ao seu ideal de 1974. Lembro a estes que já passaram 41 anos, não é PCP? Tanta lealdade acontece apenas com os Clubes de Futebol.  Porque relativamente à lealdade familiar, mesmo entre pais e filhos, há muita história triste por aí. Parece-me também que um dos partidos em causa, o BE, é a velha história do filho que se emancipou e quer fazer o mesmo que os pais, mas de modo mais eloquente (entenda-se intelectual).

Quanto ao primeiro partido, o PS, o mais forte, mas que parece o mais fraco, por si só, anda numa contestação interna. Pouco passa cá para fora, mas verem o quanto lutaram para estar  na Europa e, do nada, estarem a aliar-se aos que nada querem com a Europa, parece que apenas  parece que valorizam a cortina de ferro, a Coreia do Norte e geografias com este peso.

Parece que o  governo do Passos Coelho vai estar numa permanente amona até se afogar. 

Pergunto.me: o que é que o Iron Triangle  de esquerda, quase de extrema esquerda, tem para nos propor, tem para o nosso futuro. Fala-se de grandes conversas e de acordos neste Iron Triangle de Esquerda, mas nada transpira, nada se sabe, nada é dito.

Não condeno a ambição. Ela é essencial. Mas o que se está a assistir nos dias de hoje, a esquerda desenfreada a querer o poder, perante um Costa completamente quebrado, sem nos transmitir qualquer tipo de segurança e projecto de futuro, assusta-me.


How Does An Iron Triangle Work?


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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Life is better with a Vespa #78

Vespa beyond star wars

Chewbacca on a Vespa Sprint Veloce

domingo, 25 de outubro de 2015

Tips of life #129

Tell it like it is, in a way they want to hear it. Wihan Meerholz






Uma máxima que cada vez é mais importante no mundo da long tail, mas sempre o foi. Trata-se da importância do Cliente.

sábado, 24 de outubro de 2015

Os ovos, a cesta e as medias sociais – Aprenda com os outros

Os ovos, a cesta e as medias sociais – Aprenda com os outros


Na gestão aprendemos que não devemos ter os ovos todos na mesma cesta. Não quero dizer que não tenhamos foco, foco no que estamos a querer fazer, a fazer e no que pretendemos fazer.

Veja-se o que se passou com o BES, PT, BCP, BANIF....isto só para este burgo.

Mas, com a velocidade com que as coisas, entenda-se a vida, acontecem, temos que ter um olho no burro e outro no cigano.

Interessante é verificar que existem ditados populares para tudo, para boas e más ocorrências, para isto e para aquilo.

As empresas têm vários stakeholders. Dois deles são o seu Público e os seus Concorrentes.

Com o novo,  vasto e rápido acesso à informação, devemos manter-nos a par do que os dois agentes citados acima fazem.  Devemos pesquisar sistematicamente o que eles andam a fazer. Descobrir o que o nosso público-alvo faz, por que medias anda, encontrar em que medias (sociais ou não) se encontram, que estratégias desenvolvem, em que horários mais estão em campo

Procure também por empresas que possam oferecer serviços parecidos ou complementares ao seu. Veja por onde elas andam, o que fazem, veja o que escrevem, como interagem. Ou mesmo empresas que nada tenham a ver com o seu negócio, mas que saiba que andam a fazer coisas giras.

Para saber o que o seu mercado anda à procura tem sempre as seguintes ferramentas gratuitas: o Google Alerts e o Tweetbeep.

O que se pode concluir? Procure, procure, procure...aprenda, aprenda, aprenda.


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa 


The world is better with a Vespa #75

Papi, quando posso avere una Vespa?


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Tenha atenção aos detalhes

Muitas vezes a diferença faz-se pelo detalhes, pela atenção que se dá a certos detalhes. Gosto, particularmente, de ver o que se passa no canal Horeca, nomeadamente em restaurantes. 
Várias vezes passamos por uma rua com vários e vemos que uns estão cheios, com fila, e outros, vazios...
Muitas respostas / conclusões podem ser retiradas...algumas medidas podem ser aplicadas, muitas delas de custo ZERO. Basta ter atenção ao negócio e falar com Clientes, empregados e fornecedores. Se necessário fale também consigo mesmo



Nasrudin e os seus burros




O contrabandista
 
Volta e meia, Nasrudin atravessava a fronteira entre a Pérsia e a Grécia montado no lombo de um burro. Toda vez passava com dois cestos cheios de palha e voltava sem eles, arrastando-se a pé. Toda vez o guarda procurava por contrabando. Nunca o encontrou.
- O que é que você transporta, Nasrudin?
- Sou contrabandista."
Anos mais tarde, com uma aparência cada vez mais próspera, Nasrudin mudou-se para o Egito. Lá encontrou um daqueles guardas de fronteira.
- Diga-me, Mullá, agora que você está fora da jurisdição grega e persa, instalado por aqui nesta vida boa - o que é que você contrabandeava, que nunca conseguimos pegar?
- Burros.


João Paulo Marques
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The world is better with a Vespa #74

Brigada de intervenção rápida

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

The world is better with a Vespa #76


Seja do signo Gémeos nas Medias Sociais

4 - Seja do signo Gémeos nas Medias Sociais


Há quem acredite em signos, em astrologia. Eu…nem por isso. Passando por cima da brincadeira…sabemos que existem várias medias sociais, com vários propósitos, com distintos alcances e que nos leva a ter determinados (entenda-se  ajustados) comportamentos. Típico deste signo.

Mas vamos ao Google. Este motor de busca com a  nova versão do  algoritmo Panda  identifica e penaliza conteúdos em duplicado. Ou seja, o uso do [Copy Past] aqui também não só não é valorizado, como é penalizado. Ou seja, usar o mesmo perfil ou biografia em todas as medias sociais só se torna fácil e útil para  a sua preguiça.

Cada perfil deve também incluir imagens optimizadas da sua Empresa, suas ou correlacionadas  à identidade em causa. Utilize palavras que descrevem com a maior precisão possível as imagens que está a usar.

Não crie também o seu perfil em todas as medias ao mesmo tempo. Pode começar por uma destas 4:
Facebook, Google +, LinkedIn e Twitter.  Depois seguir para outras  Se é profissional liberal, um advogado, talvez o LinkedIN. Se é também profissional liberal, mas exerce actividade como Personal Treiner, talvez o  FaceBook e o Google +. Esta última é essencial pelo facto do Google ser o maior motor de busca.

Depois, conforme o tempo que tenha, explore novas medias e veja se fazem sentido para si ( e se tem tempo para as trabalhar).  


Tendo em conta estes comportamentos e cuidados melhorará o seu  SERP,

Importante: Os seus perfis nas várias medias sociais, apesar de diferentes, têm de ser consistentes.

Nota: Na sociedade você desempenha vários papéis.


A ZARAGATA



A foto que coloco parece quer mostra-me / mostrar-nos uma alegoria (ou não) de um presente próximo.
Podem baptizar os intervenientes. 

Life is better with a Vespa #73

Black and white / cristão e pagão 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Comportamentos nas medias sociais #1

Comportamentos nas Medias Sociais

Ligou o PC


                                                                       “Tempo de decisão poupado, é tempo de ação ganho.” (Gerald Michaelson)

Muitas vezes interrogam-nos se nas medias sociais devemos seguir quem nos segue. Claro que não, não devemos. Não devemos, todavia, deixar de saber quem o faz.
Mas quando falamos de partilha de conteúdos (escritos ou não por nós) teremos de ter um comportamento diferente. Quem segue e partilha o que escrevemos é porque gosta e valoriza os nossos escritos. Quando este anónimo  faz a partilha,  está  endossar-nos junto da sua comunidade.  Se passarmos a “seguir” esses nossos “endossadores” (não gosto da palavra), iremos valorizar a nossa reputação e a deles..
Claro que o trabalho de entrar em contacto com todos estes followers demora tempo (tudo demora tempo!!!). Se não tem tempo para esta actividade, o facto de os seguir, de fazer like, de retwittar o que escrevem, reflete já um agradecimento, mesmo que tácito

Um critério de avaliação que  parece ser aceite nestas novas métricas é: quantos mais followers no twiiter, quando maior for a sua rede no linkedin, mais seguidores tiver no seu facebook e blog e leituras neste, mais poderosa será a sua presença no digital, mais possibilidade tem de intervir nas suas causas profissionais e sociais, mais pessoas estarão atentas a si. 
Outra coisa parece ser certa: Quanto melhor forem os nossos conteúdos no meio de tantos outros, mais possibilidade teremos que os mesmos sejam lidos.

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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