quinta-feira, 28 de março de 2013

Networking - Dica#14 – Elevators Talk » Seja directo


Dica#14 – Elevators Talk » Seja directo

Você está num evento de negócios, onde o tempo é escasso  e todos estão pré-dispostos a darem-se a conhecer.

Diga quem é, diga o seu nome…

Aborde os assuntos que o levaram ao evento de forma rápida, mesmo directa. Deixe a small talk  e falar de futebol u sobre o tempo para outros eventos, para outros momentos.

Expresse-se bem, seja claro e assim garante que os seus interlocutores o entendem bem.

Se o tempo for escasso, e em regra é, deixe o seu cartão.

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
@joaodavespa

quarta-feira, 27 de março de 2013

Networking - Dica #13 – Tome a iniciativa


Dica #13 – Tome a iniciativa

Quando era criança, eu pelo menos, falava com todos e era poliglota. As coisas mudaram um pouco comigo.

Mas aproveite este estado de graça, de estarem todos predispostos a falar. As regras aqui são quase um acordo tácito: nada de timidez, todos estão lá para conhecer pessoas. 

Nestes  eventos aproxime-se das pessoas e estabeleça conversa.

É um comportamento autorizado; ninguém, ou quase ninguém, irá julgá-lo por invasão de conversa alheia.

Vença a timidez. Começe com: “Boa tarde, como vão: Eu sou o X, da empresa Y e fazemos Z.
Quem é você?”

Espere também que os outros tomem a iniciativa e seja receptivo.

Respeite; seja respeitado. Seja flexível e respeita a diversidade humana e outros pontos de vista.

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa

terça-feira, 26 de março de 2013

Networking - Dica #12 – Movimente-se

Dica #12 – Movimente-se

Nós, portugueses, somos pouco netwokers. Não que não sejamos profissionais interessados e interessantes. Mas, parece, temos vergonha ou alguma falta de confiança nas nossas potencialidades. Temos pouca autoconfiança e publicoconfiança (confiança para estarmos em público).

Nestes eventos evite ficar sentado ou esquecido (por si próprio) num canto, esperando que os outros venham até si. Caso proceda assim, as oportunidades de conhecer pessoas interessantes diminui drasticamente.

Se não está a conversar com ninguém, ande pela sala até se intrumar numa conversa ou começar a falar com alguém.

Se perceber que a conversa não está de acordo com seus objectivos, despeça-se educadamente e movimente-se.

Há a regra da máquina de café; se não se sente à vontade para iniciar conversas, fique perto da máquina do café. Esta muleta permitir-lhe-á escolher com quem quer conversar e facilitará o facto de não ter de ser um intruso numa qualquer conversa.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Networking - Dica #11 – Concentre-se nas pessoas certas


Dica #11 – Concentre-se nas pessoas certas

Se tiver acesso à lista de presenças pode preparar a sua estratégia. Tenha bem definido quem você pretende encontrar.

O ideal é procurar profissionais que tenham algo a ver directa ou indirectamente  com o seu negócio ou com os seus interesses. Abra só depois o leque a terceiros.

Claro que há “classes profissionais” que não deve descurar como: investidores, networkers ,  stakeholders ou outra qualquer personalidade que seja de interesse (não necessariamente interessantente). 

Mas parta de um princípio, conhecer pessoas é bom.

domingo, 24 de março de 2013

Network Dica #10 – Be Mobile

Lisbon QR Code

Dica #10 – Be Mobile

Cada vez somos mais “mobiles” e, por conseguinte, o mundo também o é. Com tudo o que tem de bom e de mau.

Mas usar as potencialidades dos telemóveis pode ser uma medida interessante para um networker.
As inúmeras aplicações que os telefones possuem faz com que você possa receber e partilhar tudo o que anda à procura, tudo o que pretende partilhar e mais um par de botas.

Pode estar ligado a tudo o que é rede social e partilhar informações  de qualidade.

Para economizar tempo use o  HootSuite para gerir as suas várias contas e actividades. Esta App permite-lhe  publicar e ler mensagens, preparar posts e actualizações para publicações automáticas.

Mas faça um favor a si mesmo, não encha a caixa do correio dos outros com bullshit .

Tenha atenção também que há medias sociais ajustadas mais ao seu lazer e outras adequadas ao seu campo profissional.

Segmente a informação que partilha; nem todos vão querer saber que acabou de sair do restaurante ou que se propõe a escrever sobre gestão.

sábado, 23 de março de 2013

Networking - Dica #9 – Link, Linkar…partilhar



Dica #9 – Link, Linkar…partilhar

Quando os substantivos se conseguem verbalizar, estamos perante um fenómeno que apresenta dinâmica. 

Passa-se com o Link e linkar; como se passou e se passa com Google e googlar.

O facto de adicionar Links às suas mensagens faz com que esta agregue informação para terceiros, para aqueles com que está a  “networkar”. Mensagens, actualizações de status, twitts, etc., podem levar os seus links.

No Facebook pode fazer hiperlinks dos nomes dos seus amigos quando os quer referenciar.

Também quanto passa documentos está a interagir. Já agora, para ficheiros pesados, pode usar o yousendit ou o twileshare.

Acrescento mais uma prosa. Esta relaciona o NÓS e nós.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Networking - Dica # 8 – Pergunte & pergunte


Dica # 8 – Pergunte & pergunte

Fazer perguntas permite-lhe: aprender e mostrar interesse pelos outros.

O facto de ir perguntando permite que os seus interlocutores se envolvam mais e melhor consigo. 

Ao ver as suas perguntas respondidas pessoalmente ou com a utilização da net ou outro canal vai ver a sua notoriedade capitalizada.  

Coloque uma pergunta interessante no LinkedIn e veja quantas pessoas lhe podem responder? Dessas, quantas é que conhece?  Está assim a capilarizar o seu nome, a sua marca.

Algumas perguntas que pode fazer neste contexto ou em outros.

terça-feira, 19 de março de 2013

Networking - Dica # 7 - O tio “Pareto”


Dica # 7  - O tio “Pareto”

O Princípio de Pareto - e todos os raciocínios que dele advêm -  é uma ferramenta essencial para a vida. 

Nos negócios, em muitos casos, a sua aplicação é facilmente aplicada e comprovada.

É impossível fazer network de qualidade com todos. Faça uma lista. Escolha 5 a 10 pessoas e mantenha um contacto regular com elas. Acrescente valor à vida delas.

Pode ir enviando informações que vá apanhando na net, nos jornais. Apresentar pessoas / empresas com as quais ele poderá incrementar os seus negócios.

Este bom hábito faz de si uma pessoa proactiva e de ser vista como tal.

Seja consistente nesta mecânica.

domingo, 17 de março de 2013

Networking - Dica # 6 - Participe de redes e grupos especializadas

Dica # 6  - Participe de redes  e grupos especializadas


Seja qual for o seu interesse ou  paixão, há uma rede social especializado para si.  Veja a quantidade de grupos que existem no LinkedIN e no Facebook

Se ainda não a achou, procure no Google. Ela está lá. Há quem tenha s mesmos interesses que você.

Segue um link com algumas das muitas redes sociais que existem:

sábado, 16 de março de 2013

Netwotk - Dica #5 - Promessas


Dica #5 -  Promessas

Promessas são para serem cumpridas.  Grandes, pequenas, não importam, cumpra-as.

As feitas em acções de network também. Sejam elas o envio de uma informação, de um email, etc. O cumprir as promessas reflete sobre o seu carácter profissional.  

Assim, cumprindo a sua palavra, você começa a construir uma reputação de confiabilidade, o que é o que você necessita para ser entendido como um networker de respeito e com qualidade.

Seja visto como um profissional que acrescenta  e  não apenas como alguém que apenas suga.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Networking - Dica #5 - Promessas


Dica #5 -  Promessas

Promessas são para serem cumpridas.  Grandes, pequenas, não importam, cumpra-as.

As feitas em acções de network também. Sejam elas o envio de uma informação, de um email, etc. O cumprir as promessas reflete sobre o seu carácter profissional.  

Assim, cumprindo a sua palavra, você começa a construir uma reputação de confiabilidade, o que é o que você necessita para ser entendido como um networker de respeito e qualidade.

Alguém que acrescenta e não suga apenas.

Tweet - ABC (retirado dos Resultados Digitais)


Tweet – Publicação (post) com limite de 140 caracteres.

Seguir- É assinar os tweets de um usuário. Tudo o que essa pessoa postar vai aparecer pra você.

Seguidores –Usuários que recebem o conteúdo (assinam) de determinado perfil.

@- Símbolo usado antes do nome do usuário. Utilizar o @nomedousuario no meio de um Tweet é fazer
menção a alguém.

Replies – Resposta a algum tweet. Quando a menção é feita no início do Tweet, funciona como resposta.
Neste caso, os seguidores em comum entre você e o mencionado também vão ler o conteúdo.

Retweets (RT) – É passar adiante alguma mensagem que o usuário achou interessante e compartilhou
com seus seguidores.

Direct Message (DM) – Mensagem direta (privada). Apenas o destinatário é capaz de ler e só é possível
enviar esse tipo de mensagem para quem te segue.

Timeline – É a linha do tempo onde aparecem, em tempo real, os tweets publicados pelos usuários que
você segue.

Hashtag (#) –O símbolo # serve para indicar o assunto sobre o qual o usuário está falando.

Trends (trending topics) – São os tópicos mais comentados. As hashtags mais populares aparecem nesteespaço, que fica no lado inferior esquerdo na página inicial do Twitter (depois que o usuário está logado).

Divulgar o que é útil, não faz mal

quinta-feira, 14 de março de 2013

Network - Dica #4 - Escreva e não fuja


Dica # 4 - Escreva e não fuja 


Os eventos de networking não acabam com o último discurso. Se vai para casa mal eles acabam, vai perder alguma coisa.


Anote o que achou importante no evento; escreva o nome das pessoas que falaram. Este (bom) hábito pode ajuda-o nos próximos eventos e a fazer ligações com outros eventos e outras pessoas.


Ajuda-o a fazer conversa em outros eventos e passará por um profissional que está atento.


O final é sempre o que dá mais gozo.

Jornais - talvez o que não deva ser feito


Jornais - talvez o que não deva ser feito

Costumo comprar regularmente o jornal em papel.

Um dia destes apanhei um artigo que interessava a um amigo que vive na Finlândia. Como não o encontrei na www, resolvo pedi-lo à fonte.  

Digo o que quero e porquê. Passo um email para um dos directores e para o email do jornal. Passou uma semana e nada de resposta.

Tive que scanear quatro ou cinco páginas. Resultado: quem recebeu os pdfs, quase não vai perceber qual a fonte. Não vai sequer promover o bom artigo que o dito jornal tinha feito. Vai ler que ler em método puzzle.

Claro que eles, jornais,  não têm de satisfazer todos os pedidos. Mas penso que devem dar resposta a todos eles.

Depois queixam-se que perdem leitores.

Recentemente apanhei uma notícia de uma empresa com a qual espero vir a colaborar. Era quase do tamanho de um A3. 

Pego no link da notícia e mando para o CEO dessa empresa. Qual o meu espanto quando recebo a resposta dele: “Não sabia nada”.

Já não é a primeira vez que recebo esta resposta.

Parece que esta media não se sabe promover.  

quarta-feira, 13 de março de 2013

Networking - Dica #3 Histórias


Dica # 3 - Conte histórias

Contar histórias é sempre uma maneira mais fácil de entreter as pessoas. Nós contamos histórias e repassamo-las. O mesmo já não acontece com definições.

Quando alguém pergunta: "O que você faz?” Caso tenha tempo, não faça uma apresentação do estilo “elevator talk “ sobre sua empresa e carreira.

Mencione  algum projecto profissional ou pessoal. Romanceie o facto, mostre paixão no mesmo. Demonstre que está envolvido

Estes detalhes ajudam a aliviar a tensão de eventos bons, mas imprevistos.

terça-feira, 12 de março de 2013

Networking - Dica #2 Cartões de visita


Dica #2 - Cartões de visita

Apesar de alguns, muitos, acharem o cartão de visita antiquado, desajustado, etc, ele não deve ser esquecido. Quer para os eventos (de networking), quer para andar consigo, sempre, ele tem uma utilidade enorme.
O cartão serve para, quando encontramos alguém e  lhe colocoamos o nosso cartão, ele saber quem somos.
 A famosa frase “os meus cartões acabaram” deve ser evitada.
Não use o seu cartão como um flayer.  Não o distribuía, a torto e a direito, sem nem conversar com as pessoas. O objetivo é fazer com ele associações e ajudar que as pessoas que o recebem, tenham mais alguma coisa para se recordarem de si.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Dicas - Network


Dica #1  Valor da rede

Tenha em mente que uma rede para ser verdadeira, válida e autêntica, tem que ser construída com confiança e os relacionamentos estabelecidos passam, primeiro, como você pode ajudar os outros, antes de ser ajudado por eles.

Uma das práticas mais poderosas das redes é fornecer valor imediato para nova conexão ou para o contacto que você reencontra.
Se, por exemplo, você conhece alguém na sua rede que pode ajudar este contacto, e se ele estiver no evento, apresente-os.

NETWORK - Dicas



Keywords: Network, Gestão, relacionamentos, Negócio, vendas, Prospects,

O network ou rede de contactos sempre foi uma actividade que existiu!

A rede networking é uma espécie de parceria onde as pessoas que fazem parte deste círculo de contatos trocam informações, influência e aprendizado profissional e ajudam-se em muitas situações: indicação para um novo emprego, apresentação de um possível parceiro ou a realização de um negócio .

Mas, cada vez mais nos dias de hoje, ele é uma ferramenta essencial. As redes de negócios tornam-se mais eficazes com esta prática. Interligando indivíduos que, através da confiança e construção de relacionamentos sólidos, vão construindo ideias, desenvolvendo projectos, falando de si a outros.

Há estatísticas que indicam que cerca de 70% de contratações e de novos negócios nascem em eventos de networking. Verdade, mentira? Que acontecem, acontecem …

Construir uma rede de relacionamentos é uma actividade tão importante que já existem agências de networking e eventos unicamente efectuados com esse propósito.




Existe, nos dias de hoje, uma figura que se chama Nexialistas . Esta une pessoas que se podem complementar ou reforçar.

Proponho-me a compilar algumas Dicas. A ver quantas arranjo.


Dica#0  - A conversa é como as cerejas

Antes de participar em eventos, tente saber quem vai estar e imaginar quem poderá comparecer. No primeiro caso há várias fontes onde procurar informação: LinkedIN, FaceBook e outras medias.
Assim pode estar mais preparado para as conversas que quer ter e procurar quem quer encontrar ou conhecer.
Mesmo para as pessoas que já estão na sua rede, não assuma que já sabe o que eles estão a fazer e que eles sabem o que você está a desenvolver. Quem sabe se desta troca de informações pode nascer uma oportunidade.
Mas se assim não for, dê tempo ao tempo. 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Network - Dicas


NETWORK - Dicas

O network sempre foi uma actividade que existiu.

Mas, cada vez mais, nos dias de hoje ele é uma ferramenta essencial. As redes de negócios tornam-se mais eficazes com esta prática. Interligando indivíduos que, através da confiança e construção de relacionamentos sólidos, vão construindo ideias, desenvolvendo projectos, falando de si a outros.
Existe, nos dias de hoje, uma figura que se chama Nexialistas . Esta une pessoas que se podem complementar ou reforçar.
Proponho-me a compilar umas Dicas. A ver quantas arranjo.

Dica #1
Tenha em mente que uma rede para ser verdadeira, válida  e autêntica, tem que ser construída com confiança e os relacionamentos estabelecidos passam, primeiro, como você pode ajudar os outros, antes de ser ajudado por eles. 

quinta-feira, 7 de março de 2013

COMO FAZER PERGUNTAS / COMO INTERPELAR O CLIENTE


COMO FAZER PERGUNTAS / COMO INTERPELAR O CLIENTE

“Há perguntas que são tão boas, que não devem ser respondidas rapidamente”.  (Albert Einstein)

Keywords: Gestão, Clientes, Reuniões, Vendas, Diálogo, Comunicação, Boas Práticas,  Vendedores, Negócio
Sabemos que uma das principais tarefas dos vendedores é questionar, é perguntar. Assim consegue-se obter informação sobre as prioridades do ponto de vista do Cliente. Claro que as respostas a essas nossas perguntas têm de ser ouvidas atentamente, digamos que, empaticamente.

Há vários tipos de perguntas que podemos utilizar. Sabemos, no entanto, que: “Garbage  Out, Garbage  In”.  Tendo em conta este postulado reformulado, seguem alguns tipos de perguntas.

o   Perguntas fechadas - Só permitem sim ou não como resposta. Podem ser aplicadas também quando se quer verificar a compreensão ou não de determinado assunto.

o   Perguntas induzidas - A resposta é quase antecipada. Limitam a recolha de informação. Muito usada por jornalistas junto de jogadores de futebol.


o   Perguntas ambíguas - São vagas e confusas. Não se percebe o que está a ser perguntado.


o   Perguntas abertas - Permitem a recolha de mais informação.


o   Perguntas inquisitivas - Procuram ir mais a fundo nos assuntos que estão a ser debatidos.


o   Perguntas politicamente correctas - Usam-se para agradar ou para passar um determinado tipo de informação e pouco mais.


Quando um vendedor faz uma pergunta ao Cliente e este pára para pensar e depois responder, possivelmente é sinal que o caminho que está a tomar está correcto.

Para se conseguir a informação que se necessita, geralmente os tipos de perguntas a efectuar são as Abertas e Inquisitivas. Para as efectuar podemos usar os seguintes seis ajudantes (de campo):

1.       O quê?

2.       Quando?

3.       Onde?

4.       Quem?

5.       Porquê?

6.       Como?


Este tipo de perguntas têm um valor inquestionável para si e não podem ser respondidas apenas com SIM ou NÃO. Aí está a importância das mesmas.

Perguntar é uma das maiores habilidades de um vendedor. Muitos vendedores preferem inferir, adivinhar, deduzir, mesmo inventar do que perguntar.  

Claro que deduzir, adivinhar e inferir são predicados que teremos de ter, mas apenas quando não podemos ter as respostas através das nossas perguntas (ou quando queremos antecipar alguma situação).


 4 possíveis passos para poderem desenrolar o vosso  “interrogatório”.

1. Apurar a situação actual do Cliente.

Para além do trabalho de casa, que deve fazer parte da preparação da reunião, in loco, tentar perceber como é que ele vai financeira e economicamente. Se as suas lojas têm movimento. O que se fala também em medias sociais, como Facebook e Twitter.

Recentemente numa loja de artigos e utensílios para casa, à procura de algumas coisas, estranhei a demora com que a ajuda solicitada apareceu. Com duas ou três perguntas simples e um pouco curiosas fiquei a saber que o número de funcionários tinha sido reduzido.

 2.  Saber / Definir / Apurar o que o Cliente deseja.

Se nós soubermos de antemão o que ele, Cliente, pretende, optimizamos o nosso (e o dele) tempo. Convém ter presente que não se pretende fazer um interrogatório exaustivo e incómodo.

No entanto, não perca a oportunidade de fazer Cross Selling e Up Selling

Não tende ser um vendedor "La Redoute"….

Gosto de tomar café acompanhado por um copo de água. Vício meu. Gosto, quando vou aos cafés que frequento habitualmente, que o mimo venha já preparado. Isto mostra cuidado com o Cliente e fico a saber que conto como tal.


3. Descobrir o que pode impedir o Cliente de comprar.

É uma das missões mais difíceis de executar. Saber porque não nos compram.  Por exemplo, a resposta porque é caro, não nos deve satisfazer, como vendedores. Muitas vezes temos vários serviços acoplados que não dizemos que temos, nomeadamente, entrega, montagem, garantia, formação, assistência, etc., que por si só, podem fazer com que a decisão caia a nosso favor.

Sabemos também que há Clientes que consideram tudo caro e que há outros que dizem, logo de começo, que é caro ou não têm dinheiro. Por isso, é importante esmiuçar "polidamente" este aspecto.

Esta minha experiência fala disso. Linhaça, o Comércio Tradicional e a Gestão.

4. Determinar qual o retorno e recompensa que o Cliente terá após a compra.

Veja-se as garantias e serviços que os fabricantes de automóveis hoje em dia oferecem. Parecem nunca mais acabar, sobretudo agora. Garantias infindáveis, etc., etc., etc..

Hoje em dia o factor preço é cada vez mais determinante na escolha dos serviços e produtos que vamos utilizar.

Mas há espaço para serviços cuidados e atenciosos. E nem sempre o mais barato nos satisfaz. Vejam-se as várias lojas de comércio internacional  asiático que proliferam por cá.  Algumas das compras que fazemos por lá, mais cedo ou mais tarde, arrependemo-nos.

Talvez agora com a entrada da nova lei da factura possamos vir a reclamar alguma da má qualidade de alguns bens e serviços.

Há também vários modos de interpelar o Cliente. É necessário que sejamos eficazes. E, para isso, poderemos ter em consideração as seguintes dicas:

1.       Use um tom de voz que mostre respeito, interesse e simpatia. Uma voz grave costuma ser mais eficaz que uma voz aguda ou monocórdica. Há por aí gente que convence (ou quase), pelo seu tom de voz.
 Use vocabulário que os Clientes entendam. Deixe a erudição para os que aparecem na TV e para os políticos.

2.       Faça uma pergunta de cada vez e espere pela resposta. Não confunda o Cliente. Cliente confundido, NÃO COMPRA. Sai da loja.

3.       Faça perguntas que permitam ao Cliente manifestar as suas necessidades.  Deste modo, consegue dar resposta ao que levou o Cliente até si.

4.       Use expressões que tragam dinâmica à conversa. Estas podem ser: "Pois.", "e então?", " e?" e "Claro!", que estimulam os Clientes a continuar a falar.

5.       Evite começar perguntas com um "Porquê?" . Pode parecer agressivo e dar a entender que estamos a criticar o Cliente.

6.         Se o Cliente não entendeu à primeira vez, repita a mesma pergunta, eventualmente reformulada.


Na nossa actividade profissional e pessoal há Erros (Comuns) que vamos, uma vez por outra (ou com mais regularidade), praticando.


  1. Não escutar cuidadosamente o outro.
  2. Fazer só perguntas fechadas ou abertas.
  3. "Ajudar" o Cliente, respondendo as suas próprias perguntas.
  4. Fazer perguntas vagas, ambíguas ou desinteressantes.
  5. Não perceber as respostas e explorar as mesmas.
  6. Não perceber que já temos as respostas que queremos e ocupar o Cliente.
  7. Não faça perguntas íntimas, sobre religião, política, sexo.
  8. Sobretudo, não faça perguntas que não gostava que lhe fizessem a si.

Tenha em mente que, do ponto de vista do vendedor, perguntar com qualidade demonstra interesse genuíno pelo Cliente, cria sintonia, estabelece uma relação de confiança, vislumbra oportunidades, e assim, conhece as necessidades, desejos e motivações do Cliente.

Lembre-se, o facto de perguntar é porque quer aprender. Lembra-se dos tempos em que era criança e que perguntava tudo? Acho que sim. Mas talvez já não faça tantas perguntas. Espicace a sua curiosidade.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa

domingo, 3 de março de 2013

Peixinhos da Horta

Peixinhos da Horta.
Os peixinhos da horta são um prato  tradicional da culinária portuguesa. Costuma ser servido como petiscos ou entrada.

São preparados com feijões-verdes, que são mergulhados numa massa de farinha, água, ovo e cebola, antes de serem fritos até dourar.

Diz-se que este prato deu origem ao “tempura”, introduzido no Japão no século XVI por missionários portugueses. Será?

Existem  variações com outros legumes.

Mas a história que levou a que os mesmos aparecessem parece passar pela impossibilidade que grande parte da população tinha em poder consumir  peixe.

Usou-se imaginação e passou a haver peixe à nossa mesa.
 
Toca a pedir o vinho.

A Teoria da Sopa da Pedra


A TEORIA DA SOPA DA PEDRA

A lion has to be a lion all his life; a dog has to be a dog. But a human being can 
play with and bring about one of a huje number of different identities. 

Keywords: Criatividade, Serviço, Gestão, Clientes, Fornecedores

A sopa da pedra portuguesa (Versão retirada da wikipedia)

Um frade pobre, que andava em peregrinação, chegou a uma casa e, orgulhoso demais para simplesmente pedir comida, pediu aos donos da casa que lhe emprestassem uma panela para ele preparar uma sopa – de pedra... E tirou do seu bornal uma bela pedra lisa e bem lavada. Os donos da casa ficaram curiosos e, de imediato, deixaram entrar o frade para a cozinha e deram-lhe a panela. O frade colocou a panela ao lume só com a pedra, mas logo disse que era preciso temperar a sopa... A dona da casa deu-lhe o sal, mas ele sugeriu que era melhor se fosse um bocado de chouriço ou toucinho. E lá foi o unto para junto da pedra. 

Então, o frade perguntou se não tinham qualquer coisa para engrossar a sopa, como batatas ou feijão que tivessem restado da refeição anterior... Assim se engrossou a sopa “de pedra”. Juntaram-se cenouras, mais a carne que estava junta com o feijão e, evidentemente, resultou numa excelente sopa.

Comeram juntos a sopa e, no final, o frade retirou cuidadosamente a pedra da panela, lavou-a e voltou a guardá-la no seu bornal... para a sopa seguinte.


Outra versão da Sopa da Pedra baseada numa fábula da Europa Oriental.

O dia tinha nascido frio, mas as árvores tinham explodido em cor. Os vermelhos e amarelos da natureza estavam fabulosos. Era como se as folhas das árvores tivessem engolido a luz do sol e que, aos poucos, a estavam libertando.

Os campos apresentavam o dourado das abóboras e aboborinhas. As árvores apresentavam maçãs e laranjas com aspecto de serem muito doces. A fragrância destes e de outros frutos vagueava e pelo prado.
Um mendigo descalço, de roupa rasgada e com os cabelos emaranhados estava naquele prado e sentia o cheiro de carne assada de um vilarejo localizado no sopé da montanha. A sua boca salivava - ele não comia há dois dias.

Desesperado, ele fez uma pequena fogueira à entrada da vila. Pôs a sua única panela ao lume e colocou uma pequena pedra na mesma.

 "Suponha", ele pensou para si, que esta pedra poderá fazer uma sopa deliciosa. Ele sentou-se num caixote e imaginou que estava realmente fazendo uma sopa maravilhosa.

Os moradores curiosos saíram das suas casas e foram visitá-lo. Eles perguntaram-lhe o que ele estava fazendo, ao que respondeu: Estou fazendo uma sopa deliciosa. Preciso apenas de usar este pedra mágica. Ela faz uma sopa deliciosa. E reforçou: mais saborosa ainda é a sopa nestes dias de frio.

Os moradores ficaram fascinados com a sopa e começaram a comentar sobre o seu aroma fino e delicioso.
O mendigo convidou-os para se juntarem a ele e eles disseram que iriam juntar-se, mas que iriam trazer as suas próprias refeições e que assim, os seus petiscos seriam o complemento da magnífica sopa gourmet que estava a ser preparada.

Os aldeões trouxeram presunto, chouriços, perus, etc, etc., etc.…um verdadeiro banquete estava a ser proporcionado a todos, por todos.

Entretanto o Padre da Vila antes do repasto começar, diz: “Vamos rezar”.

Já o cozinheiro da sopa da pedra pensa para ele: “Vou rezar que toda esta maravilhosa comida não resfrie antes de eu a comer.”

E, logo após a oração, desata a comer tudo como não houvesse amanhã.

Entretanto ele parece não ver que os aldeões bebiam, taça após taça, a sua “sopa maravilhosa”, enquanto ele comia tudo o que estava à sua vista, incluindo a metade de uma torta de morango.

Quando o mendigo terminou, ficou sentado por alguns momentos, como que atordoado de tanto comer.
Finalmente, ele levantou-se, guardou a sua pedra mágica e saiu. Não olhou para trás

Conclusão: Ao dirigir a sua imaginação, o mendigo foi capaz de criar a ilusão de uma sopa maravilhosa. Para ele e para os moradores.

O poder de uma boa história envolve as pessoas. O poder da imaginação ajuda a isso.

Há muitas histórias a serem contadas, a serem recolhidas, a quererem ser partilhadas.

Mesmo que use um pouco de imaginação, pode aplicar a Teoria da Sopa da Pedra à sua vida e melhorar o que está à sua volta.


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa


sábado, 2 de março de 2013

Os seus momentos "Professor Pardal" ou como nasceu a Teoria de Arquimedes


Momentos em que a criatividade pode aparecer.

Novo acrónimo para BBB » Bus, Bed e Bath.
São momentos na sua vida em que pode ser um professor Pardal.
Tenha atenção aos mesmos.
Para não perder nada, ande de Moleskine. Sabe-se lá no que pode vir a pensar.


Do banho nasceu a Teoria de Arquimedes.  O rei Heron, de Siracusa, queria uma coroa nova totalmente em ouro. 
Quando a recebeu intuiu que esta era feita de ouro e prata. Mas não tinha como provar. Para desvendar a fraude, recorreu a Arquimedes, sábio do reino
Este pensou, pensou, pensou…e não chegava a nenhuma conclusão.
Já cansado de tanto pensar no assunto, resolve tomar um banho. Verificou que, quando entrava na banheira, uma determinada quantidade de água saia dela.
Percebeu rapidamente que a prata tinha um peso diferente do ouro.
Excitado com a sua descoberta, saiu nu, por Siracusa, gritando: Eureka….descobri!!! 


Para preparar as reuniões e melhorar a sua intuição


Para preparar as reuniões e melhorar a sua intuição.


Um modo excelente e simples de nos ajudar a preparar as reuniões e a estimular a nossa intuição é, antes de cada uma, tentar perceber / antecipar:
- quem vai estar?
- qual é o estado de espírito dos participantes?
- estarão animados, receptivos, intolerantes, mal dispostos, com ar de frete?
- como estarão vestidos?
- como vão ficar sentados?
- o que levarão para as reuniões?
- estarão preparados?
- sabem do que vamos falar?
- consegue antecipar o resultado da reunião?

O facto que pensar nestas hipóteses / situações fará que tenha mais hipóteses de ser bem sucedido. 
Claro que muitas destas questões, muitas vezes, já têm resposta. Mas há sempre surpresas.... 

Não faça das suas reuniões uma reunião de condomínio. 

Five ways managers use intuition (from Thinkertoys)


Five ways managers use intuition



  1. To help them sense when problems exists.
  2. To rapidly perform well-learned behavior patterns.
  3. To synthesize isolated  bits of data and experience into an integrated picture.
  4. To check on the results of rational analysis. The search until match their “gut” feeling and their intellect.
  5. To bypass in-depth analysis and come up with a quick solution.

O óptimo é inimigo do bom.  Uma decisão muito bem tomada e fundamentada pode levar tempo em excesso.  E, muitas vezes, somos ultrapassados na implementação de ideias, de processos, de decisões.