sábado, 5 de setembro de 2015

Dicas para blogueiros e responsáveis pela publicação de conteúdos

Dicas para blogueiros e responsáveis pela publicação de conteúdos




Quando era mais puto (pode retirar-se o mais), nas minhas saídas nocturnas, costumava ter o dinheiro guardado no bolso pequeno das calças para o regresso de táxi. Era o meu -. Não hipotecava assim o meu regresso a casa. Os meus amigos, sabendo desse pormenor,  ofereciam-me boleia em troca de um empréstimo.

O mesmo conceito também se pode aplicar a quem é responsável pelos conteúdos que devem ser publicados nos sites, nos blogs…onde for..  Ter um (ou mais) artigo escrito e guardado em que o tema seja intemporal, que pode ser utilizado em emergências, um tal conteúdo de reserva. É só recuperá-lo e publicá-lo. Eu faço isso de vez em quando no meu blog. Tenho dois ou três conteúdos guardados e, na falta de inspiração ou tempo, publico-os.

Idem quando só temos o fim-de-semana para preparar os conteúdos. Nesse período alinhamo-los e programamos a sua publicação para os próximos dias.

Mas esta técnica tem desvantagens: procrastinação. Pode ser a desculpa que apresentamos para nós mesmos para não escrever. 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O que Catarina Martins pode aprender com o Sr. Oliveira da Figueira

O que Catarina Martins pode aprender com o Sr. Oliveira da Figueira


A deputada Catarina Martins, a tal do desBlocado de Esquerda, chama Paulo de Portas de Oliveira da Figueira. E faz isto com
profundo desrespeito por este herói do Tintim. Não estou a defender o Paulo Portas. Tenham a certeza disso.


O que me choca, choca mesmo muito, é o ar sempre agastado da Sra. D. Catarina Martins. O discurso deste desBlocado de Esquerda  sempre pela negativa, pelo falhanço, pelo pessimismo.

Muitas vezes noto, reparo, sinalizo…inconsistências no seu discurso, no que diz, nos dados…mas mantém sempre o seu ar agressivo, furioso…desgastante para quem a ouve.

“Tempos houve em que éramos exímios na inefável arte de vender como ficou para sempre inscrito na figura do Sr. Oliveira da Figueira que Hergé fez aparecer em pelo menos três aventuras de Tintim” (retirado do Jornal de Negócios). Pelo menos éramos vistos assim. Acredito que esta capacidade negocial não se deve apenas ao DNA de Figueira e Oliveira.

Talvez falte nestes tempos aos portugueses a capacidade de vender e de se venderem, de fazer network e de saberem que são tão bons como  os melhores. Por cá, Portugal, falta esse reconhecimento.
 
Ouvindo a deputada Catarina Martins a metralhar sempre o mesmo discurso, apetece-me  colocá-la num bloco, à esquerda ou à direita, mas num bloco isolado.
 
Nota: Reparem a boa educação que o Sr. Oliveira da Figueira, português de gema, com que recebe o nosso herói. Aliás, estamos perante dois heróis.  Pelo menos meus.
.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

DEIXE DE SER UM OUTDOOR DA COMUNICAÇÃO. USE O SMART CONTENT


DEIXE DE SER UM OUTDOOR DA COMUNICAÇÃO. USE O SMART CONTENT 
                                                                                                                                         "Content is king"

O mundo actual gira em torno de conteúdos. Conteúdos que informam. Informam os potenciais compradores / utilizadores. Estes conteúdos tomam diversos formatos: posts, casos / cases, papers, e-books, e-mail marketing, anúncios, medias sociais,…Mas os conteúdos, os do presente, começam a querer aparecer na forma de Smart Content.

Ora,  o que é um Smart Content?  É mais do que apenas o conteúdo bem escrito. O Smart Content leva o relacionamento Cliente / Empresa para um novo patamar. Aproxima, o que muitas vezes está afastado por natureza (e que não devia estar), o binómio Cliente / Empresa.
Também sabemos que cada vez mais é importante falar ao ouvido do Cliente; falar só para ele, de forma pouco evasiva e muito verdadeira. Promessas falsas ou situações inventadas são facilmente desmascaradas.

O que se consegue com o Smart Content? Mais leads, mais leads qualificadas,  menos interferência com o pouco tempo que os Clientes possuem (e nós).

Porque sabemos todos, não há Clientes iguais. Nem nós, a receber uma mesma informação em dias / alturas diferentes, a digerimos do mesmo modo.


◾ Audio & Visual Recognition

◾Autotranslation

◾Business Intelligence

◾Consumer Recommendation

◾Content Interoperability

◾Data Analytics

◾Digital Asset Management

◾Digital Content IDs

◾Geo-location

◾Mass Data Management

◾Media Asset Management

◾Metadata

◾Predictive Consumer Behavior

◾Rights Management

◾Smart Content Strategy

◾Smart Storage & Archiving

◾Smart Production

◾Taxonomy/Semantics

◾Visual Tracking

◾Watermarking


Nota: Apanhado o conceito de Smart Content na http://www.getsmartcontent.com/

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Conteúdos, para que servem e como devem ser produzidos


Conteúdos, para que servem e como devem ser produzidos
 

Marketing de conteúdo é um compromisso e não uma campanha” John Buscall

 
Keywords: Conteúdos, Gestão, Mensagem, Dicas

 A simplicidade vale para o design,  vale os conteúdos, vale para a vida. Aliás, simplicidade deve ser aplicada nas várias etapas e tarefas da vida. Quem não lidou já com pessoas complicadas? A isto acrescento lidar com pessoas que colocam problemas ou defeitos em tudo, tudo o que não é deles.

Mas simplicidade não é sinónimo de pobreza, inferioridade ou escassez…

Veja-se o twitter e o que já foi despoletado com esses 140 caractéres…..até revoluções já aconteceram.

Uma nota cada vez mais importante tem que ser transmitida às Empresas e ao seu comportamento na produção de conteúdos. Estes não podem ser evasivos no seu contacto com os Clientes, Prospects, Público... (chamo Público a todos aqueles que tomaram contacto com o conteúdo, mesmo que apenas com o seu título, com as imagens ou pequenos excertos). 
Por várias razões e, sobretudo pelo tipo de comportamento que cada vez é mais habitual no Público: estão quase sempre ou sempre ON. O facto de a todo o momento o Público poder receber conteúdos,  faz com que conteúdos desinteressantes, muitas das vezes apenas publicitários, o comecem a cansar. Formatos evasivos podem levá-lo à revolta, a sentimentos negativos. Pior a experiência é quando estas mensagens nos telemóveis e estas nem sequer estão optimizadas para este tipo de aparelhos. 

Além disso, qualquer mensagem só pode ser enviada, de acordo com a lei, penso que generalizada em muitos países, caso o consumidor a tenha autorizado.

Para marketing e todas as acções que envolvam conteúdos  serem bem aceites pelo Público, exige-se que a mensagem, qualquer que ela seja, tenha interesse. No mobile, e sobretudo neste formato, a melhor forma de oferecer valor, criar relacionamento e não ser intrusivo,  é oferecer conteúdo e valor.

Três dicas para melhorar os seus conteúdos:
- Utilize textos curtos. Caso sejam longos, organize-os em parágrafos, bullets, utilize bold, mas sem exageros. Use tudo o  que facilite a leitura.
- Integre a estratégia mobile com as outras.
- Não exagere nas fontes.  

Se é novo / novato nestas tarefas, seja ambicioso, mas não escreva muito e sobre tudo. Ganhe experiência. Verá que a sua “pena”, mais tarde ou mais cedo, vai ficar mais ágil.
Agora, trate de começar a “conteudizar-se”. 

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa 
 
 





















 

 

domingo, 16 de agosto de 2015

Tips for Life - #122


Start with a sketch, but make it quick. There’s real work to be done. Stefan Hartwig

Corte logo a fita...


O time to marketing é uma preocupação séria.  Não há projectos perfeitos. Assim sendo, utilizava-se sempre e apenas uma folha de cálculo e tudo dava certo. 

Lançar um projecto 100% perfeito pode nunca acontecer. Ter um projecto, entenda-se agora, um negócio 100% perfeito, pode nunca acontecer.

Um projecto é algo que tem que ser dinâmico.Ajustar-se a mercados em que está ou vai estar, ajustar-se, dentro do que for possível,  aos Clientes (sabemos que não podemos satisfazer todos), ajustar-se ao estado da economia e aos canais que utilizamos ou pretendemos utilizar. Num mercado pode ter uma posição de líder; noutro, apenas estar no mercado.

Claro que lançar, colocar um produto que, de nenhum modo, faz justiça ao que queremos apresentar, não deve sair do laboratório.

Mas o melhor focus group que podemos ter é o mercado, que é quem, na verdade, se vai interessar pelo que fazemos.

O e-commerce e as várias plataformas que existem,  em alguns casos, pode ser o pode testar o seu produto no mercado.

sábado, 15 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #7

7 - Lei de Murphy
A Lei de Murphy é comporta-se como as bruxas. Eu não acredito em bruxas, mas que há, há



Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #6


6- Problemas

Não conseguiu solucionar o problema. Algumas vezes acontece. Algumas razões podem acontecer:

-Pode acontecer porque o seu Cliente cabe naqueles que só lhes criam problemas.

- Pode também acontecer porque não entendeu o problema.

- Porque não colocou suficiente empenho e expertise na resolução do problema. Pode ter que levar o problema a estâncias superiores ou a outro departamento.
- Pode também acontecer, não por má vontade do Cliente, mas apenas porque a sua Empresa não encaixa no seu Cliente.
Afinal, não podemos ser tudo para todos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #5


5- Questione o porquê. Faça follow up. As reclamações sérias, menos sérias ou falsas, fundamentadas ou não, são parte do nosso dia-a-dia.

A prática de efectuar o acompanhamento faz-se em todo o ciclo de vendas, antes, durante e após a venda ser efectuada. Uma não venda ou uma reclamação cabe neste ciclo.

Se percebe que o Cliente gosta de ser, digamos que, paparicado, não o deixe de fazer. Afinal, este comportamento da sua parte custa-lhe ZERO, leva apenas o seu tempo. Mais, o facto de manter este diálogo com o Cliente pode resultar em:
- tornar este seu Cliente fiel
- perceber realmente o que aconteceu
- saber da concorrência
- saber o que pode querer o mercado

- saber o que ele gosta

 
Não esqueça: há quem sempre diga mal, mesmo quando tudo corre bem. Há sempre quem não diga nada, mesmo quando tudo corre mal. Neste último caso, o Cliente vai sair da sua carteira. A sua Empresa não vai sequer perceber a razão. Por isto, e por tudo, faça sempre follow up.

Nota: Não conheço bem outros povos, mas nós, portugas, parece que gostamos um pouco de dizer mal. Somos adeptos de queixas e queixumes...


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #4


4- Atribua responsabilidades aos seus colaboradores. Um colaborador, se lhe for atribuída responsabilidade, capacidade e formação para sanar ou responder a reclamações,  pode estancar vários problemas. O próprio colaborador ver-se-á valorizado e motivado. Quem não quer colaboradores motivados?

Esta resposta poderá ser pelas medias sociais, por um email ou por um telefonema.

O acumular de respostas e de situações pendentes, desmotiva todos: Clientes e colaboradores. Este acumular de respostas pode vir a ser um foco de perturbação e instabilidade na Empresa, com resultado directo nas vendas e no bom nome da Instituição.
Os canais que podem ser usados e, se houver recursos, podem ser as medias sociais, email ou telefone.  No entanto, os casos mais complicados, devem ser acompanhados e finalizados por telefone. Claro, se o Cliente assim o quiser.

Nota: Um Serviço de Apoio ao Cliente 2.0, 3.0 and  so on...começa sempre pela formação, responsabilização  e motivação dos Colaboradores.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #3


 
3- Peça desculpa se o Cliente tiver razão. Peça desculpa se não tiver a certeza que o Cliente
tem razão. Pode mesmo pedir desculpa se o Cliente não tiver razão.

O terceiro comportamento pode suscitar dúvidas no leitor, alguma contestação neste tipo de comportamento por parte da Empresa, mas pense: 

- um simples pedido de desculpas pode sanar o problema, pode não custar nada à empresa e deixa o Cliente agradado.

- o facto do Cliente entrar em contacto com a sua Empresa pode ser um meio de o cativar.

- quando um Cliente entra em contacto consigo pode ficar a saber informação da concorrência.

- o contacto com o Cliente pode ser uma oportunidade de lhe vender algo.


Pense o que custa conquistar ou reconquistar um Cliente e o zunzum que um Cliente desagradado pode fazer.  Não corra o risco de andar a ser comentado, mal comentado, nas medias sociais.

PS: Não siga o modo Homer... 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer? - #2


Não deve ser um SMS
2 - Reconhece que existe o direito à greve, ao protesto colectivo ou individual, à reclamação. Veja-se o que se passa agora por terras de Vera Cruz, protesta-se. Com ou sem razão, há quem se queira Dilmar, há quem se queira desDilmar…

Voltando agora aos serviços, pense quando se depara com alguém que comprou o seu serviço e,  por alguma razão, ficou / sentiu-se defraudado? Tenta  perceber o que se passou ou já sabia  que isso iria acontecer… se é esta a última hipótese, já deve ter pensado na resposta a dar

 

Uma das técnicas que pode usar é ouvir, escutar e mostrar que vai perceber o que se passou.
Pequenas palavras ou frases como:
- Compreendo
- Não me diga, como foi possível
- Estaria assim também se me tivesse acontecido a mim 

Na primeira resposta após a reclamação a Empresa deve demonstrar que tomou conhecimento do facto, que encaminhou a queixa a quem de direito e, simultaneamente, tentar esmorecer o mau estar que causou.

Muitas vezes as pessoas, os queixosos, só querem falar, só querem que lhes seja prestada atenção. Uma simples explicação, dizendo que deve usar o serviço de um modo e não da maneira que foi utilizado, resolve a queixa…

domingo, 9 de agosto de 2015

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer?

Comentários negativos nas medias sociais, quem não os teve? Quem não os tem? O que fazer?

Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo. Oscar Wilde


As medias sociais fazem parte da nossa vida (ponto). Quer se queira ou não (ponto).
Estas medias são um livro gigante e aberto (apara quem quer).  Assim, a possibilidade de vermos os nossos “escritos” comentados, de comentarmos os “escritos”  dos outros, de percebermos injustiças, imbecilidades, inverdades, pantominices ou outros comentários (claro que elogios, louvores e críticas positivas também existem e são muito bem vindas) ….são algumas das possibilidades com que nos deparamos.   Bom, mau ….é assim e nada há a fazer.

Assim, cada vez temos que ser mais cuidadosos com o que escrevemos, com o que respondemos. Claro que estou a falar pela óptica da empresa. Porque no que diz respeito ao posicionamento e visibilidade pessoal, cada um é que sabe de si, emainada. (vejam este estudo).

Sabemos que nas medias sociais temos admiradores / fans e, por sua vez, quem não possa conosco. Temos aqueles que concordam conosco (sempre ou quase) e aqueles que nunca estão de acordo. Digamos, é quase que um permanente Sporting vs Benfica, sem tempo para intervalo, para rever a táctica.

Também sabemos que, seja pelo que for, haverá sempre um / uns que irão sempre estar contra nós.  Oscar Wilde dizia algo como - o que interessa é que falem de nós, mesmo que seja mal -, não se aplica nos tempos de hoje. 

Há então diversas maneiras / técnicas de gerir os comentários adversos. Vou enumerar algumas, 7 dicas. Talvez todas suportadas no comprometimento, no comprometimento da Empresa e dos seus stakeholders.

Nota: Parece estar a ser formado um movimento que pede / exige que os nossos dados possam ser retirados da blogosfera. Nada mais justo….

7 - Lei de Murphy



6- Problemas

Não conseguiu solucionar o problema. Algumas vezes acontece. Algumas razões podem acontecer:

-Pode acontecer porque o seu Cliente cabe naqueles que só lhes criam problemas.

- Pode também acontecer porque não entendeu o problema.

- Porque não colocou suficiente empenho e expertise na resolução do problema. Pode ter que levar o problema a estâncias superiores ou a outro departamento.
- Pode também acontecer, não por má vontade do Cliente, mas apenas porque a sua Empresa não encaixa no seu Cliente.
Afinal, não podemos ser tudo para todos.



5- Questione o porquê. Faça follow-up. As reclamações sérias, menos sérias ou falsas, fundamentadas ou não, são parte do nosso dia-a-dia.

A prática de efectuar o acompanhamento faz-se em todo o ciclo de vendas, antes, durante e após a venda ser efectuada. Uma não venda ou uma reclamação cabe neste ciclo.

Se percebe que o Cliente gosta de ser, digamos que, paparicado, não o deixe de fazer. Afinal, este comportamento da sua parte custa-lhe ZERO, leva apenas o seu tempo. Mais, o facto de manter este diálogo com o Cliente pode resultar em:
- tornar este seu Cliente fiel
- perceber realmente o que aconteceu
- saber da concorrência
- saber o que pode querer o mercado
- saber o que ele gosta

 Não esqueça: há quem sempre diga mal, mesmo quando tudo corre bem. Há sempre quem não diga nada, mesmo quando tudo corre mal. Neste último caso, o Cliente vai sair da sua carteira. A sua Empresa não vai sequer perceber a razão. Por isto, e por tudo, faça sempre follow up.
Nota: Não conheço bem outros povos, mas nós, portugas, parece que gostamos um pouco de dizer mal. Somos adeptos de queixas e queixumes de queixas e queixumes...




4- Atribua responsabilidades aos seus colaboradores. Um colaborador, se lhe for atribuída responsabilidade, capacidade e formação para sanar ou responder a reclamações,  pode estancar vários problemas. O próprio colaborador ver-se-á valorizado e motivado. Quem não quer colaboradores motivados?

Esta resposta poderá ser pelas medias sociais, por um email ou por um telefonema.

O acumular de respostas e de situações pendentes, desmotiva todos: Clientes e colaboradores. Este acumular de respostas pode vir a ser um foco de perturbação e instabilidade na Empresa, com resultado directo nas vendas e no bom nome da Instituição.

Os canais que podem ser usados e, se houver recursos, podem ser as medias sociais, email ou telefone.  No entanto, os casos mais complicados, devem ser acompanhados e finalizados por telefone. Claro, se o Cliente assim o quiser.


Nota: Um Serviço de Apoio ao Cliente 2.0, 3.0 and  so on...começa sempre pela formação, responsabilização  e motivação dos Colaboradores.




# 3- Peça desculpa se o Cliente tiver razão. Peça desculpa se não tiver a certeza que o Cliente


tem razão. Pode mesmo pedir desculpa se o Cliente não tiver razão.

O terceiro comportamento pode suscitar dúvidas no leitor, alguma contestação neste tipo de comportamento por parte da Empresa, mas pense: 


- um simples pedido de desculpas pode sanar o problema, pode não custar nada à empresa e deixa o Cliente agradado.

- o facto do Cliente entrar em contacto com a sua Empresa pode ser um meio de o cativar.

- quando um Cliente entra em contacto consigo pode ficar a saber informação da concorrência.

- o contacto com o Cliente pode ser uma oportunidade de lhe vender algo.


Pense o que custa conquistar ou reconquistar um Cliente e o zunzum que um Cliente desagradado pode fazer.  Não corra o risco de andar a ser comentado, mal comentado, nas medias sociais.
PS: Não siga o modo Homer


Não me parece que seja um SMS


#2 - Reconhece que existe o direito à greve, ao protesto colectivo ou individual, à reclamação. Veja-se o que se passa agora por terras de Vera Cruz, protesta-se. Com ou sem razão, há quem se queira Dilmar, há quem se queira desDilmar…

Voltando agora aos serviços, pense quando se depara com alguém que comprou o seu serviço e,  por alguma razão, ficou / sentiu-se defraudado? Tenta  perceber o que se passou ou já sabia  que isso iria acontecer… se é esta a última hipótese, já deve ter pensado na resposta a dar. 

Uma das técnicas que pode usar é ouvir, escutar e mostrar que vai perceber o que se passou.
Pequenas palavras ou frases como:
- Compreendo
- Não me diga, como foi possível
- Estaria assim também se me tivesse acontecido a mim 

Na primeira resposta após a reclamação a Empresa deve demonstrar que tomou conhecimento do facto, que encaminhou a queixa a quem de direito e, simultaneamente, tentar esmorecer o mau estar que causou.

Muitas vezes as pessoas, os queixosos, só querem falar, só querem que lhes seja prestada atenção. Uma simples explicação, dizendo que deve usar o serviço de um modo e não da maneira que foi utilizado, resolve a queixa…



#1- Responda às críticas e reclamações com sinceridade. Há empresas que obrigam a que todas as respostas tenham o visto de um qualquer departamento, mutas vezes o jurídico. Se assim for, pelo menos dirá que recebeu o email, que o mesmo está a endereçado ao departamento apropriado e que rapidamente terá uma resposta. Esta prática deixará descansados a maior parte daqueles que reclamaram (há sempre aqueles que reclamam por tudo e por nada). 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Tips for life - #124


When you do things right, people won’t be sure you’ve done anything at all — God (from Futurama)
Dick and Muttlay
 
 
Duas leituras, complementares,  podem fazer-se.  Há uma corrente na vida que não premeia e reconhece o mérito e o trabalho. Acreditam que a trapaça e a vigarice são valores a preservar Veja-se os escândalos que se escrevem em português: operação marquês, mensalão, lava-jato (esta parece ser a maior franquia lusófona).

A outra convida à partilha, à colaboração, à ajuda e entreajuda. Esta última nem sempre vence, nem sempre vinga…mas deve deixar-nos tranquilos.
Claro que não podemos ser ingénuos. Caso contrário, os primeiros, tomam esta nossa disponibilidade, mais do que uma ajuda, como um estado que pretendem perpetuar e pouco ou nada valorizar.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

#123 - Tips for life


Do not seek to change what has come before. Seek to create that which has not David Airey
Adicionar legenda



- Eu faria antes assim!
- Não devias ter feito assim, mas feito assado!!!!
- Vou torná-la moderna!!!
- Porque não fazes  assim!!!


Os arautos das mudanças e dos melhoramentos saem sempre à rua, ou seja, do sofá, quando o trabalho está feito.

 O difícil é mesmo pensar, estruturar e fazer….
Cubismo, surrealismo...o que interessa, façam
 
 
 

domingo, 19 de julho de 2015

Dica # 5: Um perfil de LinkedIn pode expandir sua rede profissional e uma página incrementar os negócios da sua Empresa

 Dica # 5: Um perfil  de LinkedIn pode expandir sua rede profissional e uma página  incrementar os negócios da sua Empresa



Temos centenas de redes, sites, newsletters onde nos podemos inscrever, afiliar, subscrever, etc.  Há vários interesses que podemos ter nestas redes. Estes interesses podem ser  diferentes de pessoa para pessoa, nada mas natural.

Quando falamos de redes profissionais, falamos de:  Plaxo, Viadeo, Xing,  LinkedIN, mas há mais. Todas elas têm os seus méritos, no entanto, o LinkedIN parace ser a mais confiável. Claro que todos que por lá andam não estão com os mesmos propósitos. Alguns estão por lá para trapacear, enganar, aproveitar-se, avaterizar….mas muitos, a maioria, anda por lá para fazer algo de sério. A Economia da partilha, o networking,  o aprender e ensinar …parecem  ser  denominadores comuns desta rede.

O LinkedIN, confessando-me já, do qual sou fã. Porquê? Porque, entre muitas coisas, leva-me  a prosear alguns textos, permite-me fazer networking, aprender, passar conhecimento…

No caso das Empresas  basta terem um domínio próprio para que possam  ter a sua página e incrementar os seus negócios.

 O LinkedIn permite que as Empresas transmitam autenticidade e credibilidade da sua marca através de uma página de negócios que abriga informações,  cobrindo as bases de quem é , o que é e onde. 

Ele também permite que as pequenas empresas possam coabitar num espaço onde os profissionais, potenciais investidores e clientes estão ligados.

A página de Empresas no LinkedIn também é uma ferramenta de marketing Gratuita e, se usada corretamente, pode ser altamente eficaz.

Acabando, os vários  e específicos grupos Linkedin são excelentes espaços para encontrar potenciais colaboradores ou parceiros.  A sua especificidade atrai um vasto número de profissionais à procura de conhecimento ou informação relevante sobre a sua área de negócio, sobre a sua Empresa, especialidade, localidade, etc.


Uma estratégia  para entrar em grupos do LinkedIn é ver  profissionais  onde reveja o seu percurso profissional  ou que almeje atingir e aderir. 

sábado, 18 de julho de 2015

Dica #4 Facebook Page ou Twitter podem melhorar o suporte aos seus Clientes e Prospects, ajudando o seu negócio

Dica #4  Facebook Page ou  Twitter  podem melhorar o suporte aos seus Clientes e Prospects, ajudando o seu negócio


Imagine um sistema de call center e o seu custo.  Incomportável para  algumas empresas, sobretudo para as startups  e jovens negócios.  

Fornecer suporte ao Cliente pode ser caro e demorado. Sobretudo, quando no início há tanto para fazer e tanto onde alocar recursos.



Mas, com redes como o Facebook e Twitter, pode resolver de modo muito satisfatório os problemas dos seus Clientes, entenda-se, respondendo às suas dúvidas.  Com a disponibilidade para postar no mural de Facebook  da sua Empresa ou enviar mensagens privadas,  no caso do Face, de  enviar tweets privadas ou públicos, no caso do Twitter, contacta directamente com o seu público, permitindo-lhe, obviamente, feedback. Cada vez mais é importante este aspecto, manter contacto.

Mais, estas soluções custam-lhe ZERO, tomam apenas o seu tempo.

Como os dados do face são muito conhecidos, partilho com vocês os números do Twitter, made in Twitter.

 USO DO TWITTER / FACTOS SOBRE A EMPRESA (Março de 2015)
Quer ficar de fora? Se me permite uma resposta, penso que não.

Nota: Se o Twitter fosse uma pais, seria o quarto mais populoso do mundo. Ficaria entre os Estados Unidos e a Indonésia....




sexta-feira, 17 de julho de 2015

Dica # 3: A Social Media Marketing (a internet) pode aumentar fantasticamente o alcance da sua comunicação

 Dica # 3: A Social Media Marketing (a internet)  pode aumentar fantasticamente o alcance da sua comunicação



Facebook , Google+, Pinterest , LinkedIN, YouTube , Twitter e muitas mais tornaram possível para as empresas a aumentar o seu alcance por meio de anúncios / mensagens muito direcionados .

A Social Media Marketing oferece às empresas uma oportunidade de alcançar Clientes em todo o mundo. A internet está ON 365/24. Por oposição, um meio de publicidade mais tradicional, como um jornal em papel, um outdoor, mesmo que activo 24 por 24, é apenas visível por um número limitado de pessoas e prospects.


A Long Tail existe….e a Social Media Marketing pode levar a sua empresa lá longe, bem longe, onde está o pote com ouro.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Dica # 2: Redes como o Twitter podem ajudar a melhorar as suas relações com Clientes e Prospetcs

Dica # 2:  Redes como o Twitter podem  ajudar a melhorar as suas relações com Clientes e Prospetcs



Cada vez mais pessoas retiram info.  da internet antes de tomarem qualquer decisão.   O Twitter, sendo uma rede com a expressão  menor do eu o Facebook, consegue ter mais de 300 milhões de utilizadores (Q1/015).  Com estes números e  a facilidade de usar este canal,  qualquer negócio terá de olhar para esta rede.

Uma das regras usadas na Social Media, digamos, em todas as medias, é estar onde os seus Clientes estão. Mais uma vez, com 300 milhões de utilizadores, o Twitter merece a sua atenção. 

Passe os olhos nesta media e não se assuste com o limite de 140 caracteres para poder passar a sua mensagem.

Algumas métricas:
  • ·         A China lidera em utilizadores de Twitter; o Brasil está em quarto.
  • ·         KATY PERRY (@katyperry) tem 72 milhões de seguidores, lidera.
  • ·         @Ronaldo, o nosso,  tem mais  de 37 milhões de followers. Curioso como este meio está  a ser muito utilizado por futebolistas.


Para verem mais, com a certeza de que estes sabem o que dizem: https://business.twitter.com/en-gb/basics/how-to-create-a-twitter-content-strategy