Também há coisas boas - 11
No DN
Diretiva Europeia - 850 mil doentes lusos com acesso a tratamentos no exterior.
Tratamentos anticancro duplicam tempo de vida
Vale e Azevedo vai apelar à câmara dos Lordes. Um português nas altas esferas europeias.
E minhas
Ando à procura de uma morada em Massamá..meio perdido. Aproximo-me de um sujeito. Digo para onde eu quero ir...ando mesmo perdido. Ele olha para mim...venha dai que eu o levo. Entrega mesmo à porta.
Parece que vou ter um texto meu publicado numa revista. Nada mau. Mais notícias em breve
Hoje vou a uma palestra sobre o Facebook, na StartUp Lisboa
Gestão | Vendas | Marketing | Histórias | VESPAS | Coisas boas e um pouco de tudo What I think, what I criticize, my texts, other people's texts, interesting information from the eighth column and others that I find funny (I hope). I'll add some photos and anything else that comes to mind. Content by myself and some other stuff. email:joaodavespa@gmail.com / joao@jpmconsultores.pt Quotes: - If you think education is expensive, try ignorance - what you know is worth more than you think
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O DESPORTO e a GESTÃO
O DESPORTO e a GESTÃO
Introdução: Começo com parte do Haka. Dança maori / perfomance de intimidação e executada pelos All Blacks em cada jogo.
Em maori: Nāna i tiki mai whakawhiti te rā; Upane...Upane; Upane...Upane; Whiti te rā,! (parte do grito da equipa de rugby mais famosa do mundo, os All Blacks).
Em português: Que fez com que o sol brilhasse novamente para mim; Suba a escada, suba a escada; Suba até o topo; O sol brilha!
Keywords: Gestão, Desporto, Rugby, Haka, Novos Negócios, Judo
O Desporto e a Gestão são excelentes formadores de carácter. Estas duas actividades ajudam-nos a conviver, a ser disciplinados, a estabelecer objectivos e a superá-los, a ganharmos rotinas, mas não deixarmos de ser criativos.
Tive a sorte de ter feito muito desporto na minha vida. Mais a sério; mais a brincar. Comecei pelo judo, pelos 10 anos, e juntei o futebol durante um pequeno período (mas que foi um ano lectivo). Depois conciliei o judo e o rugby.
O que me fascinou neste último desporto, para além de acompanhar os meus amigos mais velhos que também o tinham começado a praticar, foi o facto que, de um momento para o outro, vi-me com 20 , 30 ou 40 amigos novos.
Comecei logo a gostar do Rugby. Era um desporto que me cansava fisicamente, em que tinha competição regular e em que convivia com os mais velhos. Fez também que adquirisse a minha maioridade mais cedo.
Passo a explicar: comecei logo a ir de transportes públicos para me deslocar para os treinos e para os jogos. Comecei a fazê-lo com os amigos do desporto e logo logo sozinho. Tinha 11 para 12 anos e isto tudo agradava-me.
Joguei Rugby por uns 13 anos e tenho ensinado nos últimos 4/5 anos, um pouco intermitentemente. Esta actividade devo-a a um amigo dos meus / nossos 11anos, Carlos Oliveira. Hoje treinamos no Clube Rugby São Miguel mais de 50 crianças com menos de 12 anos. Acredito que o número vai subir.
Este desporto baseia-se em alguns fundamentos, os 5 P´s:
1. Placar
2. Posicionamento
3. Posse de bola
4. Passe
5. Pontos
Placamos, porque devemos estar bem posicionados no terreno. Conquistamos assim a posse de bola, e passamos ao nosso colega que leva até ultrapassar os postes e assim pontuar. Basicamente o desenrolar do jogo tem estes 5 movimentos.
Curiosamente, a Gestão e o eventual lançamento de novos negócios tem aderência com estes 5 P´s. Para lançarmos um negócio, um produto ou um serviço temos que agarrar uma Ideia (placar) , perceber onde ela pode ser Aplicada (posicionamento) , desenvolver um Produto ou Serviço (posse de bola), levá-lo ao Mercado (passe) e ganhar Dinheiro (pontos) .
Numa altura em que se pede que sejamos criativos, empreendedores e que dinamizemos o país (não colocá-lo de pernas para o ar como no passado 5 de Outubro), as não apostas que se fazem no ensino e no desporto parecem-me completamente desapropriadas.
Reproduzo um frase retirada da WWW: “If you think education is expensive, try ignorance”. Deixo as conclusões para quem ler esta prosa.
PS: Dedico este texto ao Mestre João Taborda e ao Drº (Américo Caetano Nunes). Saudades deles.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com; joaodavespa@hotmail.com
@joaodavespa
Think before you print. Think before you replay.
Tive a sorte de ter feito muito desporto na minha vida. Mais a sério; mais a brincar. Comecei pelo judo, pelos 10 anos, e juntei o futebol durante um pequeno período (mas que foi um ano lectivo). Depois conciliei o judo e o rugby.
O que me fascinou neste último desporto, para além de acompanhar os meus amigos mais velhos que também o tinham começado a praticar, foi o facto que, de um momento para o outro, vi-me com 20 , 30 ou 40 amigos novos.
Comecei logo a gostar do Rugby. Era um desporto que me cansava fisicamente, em que tinha competição regular e em que convivia com os mais velhos. Fez também que adquirisse a minha maioridade mais cedo.
Passo a explicar: comecei logo a ir de transportes públicos para me deslocar para os treinos e para os jogos. Comecei a fazê-lo com os amigos do desporto e logo logo sozinho. Tinha 11 para 12 anos e isto tudo agradava-me.
Joguei Rugby por uns 13 anos e tenho ensinado nos últimos 4/5 anos, um pouco intermitentemente. Esta actividade devo-a a um amigo dos meus / nossos 11anos, Carlos Oliveira. Hoje treinamos no Clube Rugby São Miguel mais de 50 crianças com menos de 12 anos. Acredito que o número vai subir.
Este desporto baseia-se em alguns fundamentos, os 5 P´s:
1. Placar
2. Posicionamento
3. Posse de bola
4. Passe
5. Pontos
Placamos, porque devemos estar bem posicionados no terreno. Conquistamos assim a posse de bola, e passamos ao nosso colega que leva até ultrapassar os postes e assim pontuar. Basicamente o desenrolar do jogo tem estes 5 movimentos.
Curiosamente, a Gestão e o eventual lançamento de novos negócios tem aderência com estes 5 P´s. Para lançarmos um negócio, um produto ou um serviço temos que agarrar uma Ideia (placar) , perceber onde ela pode ser Aplicada (posicionamento) , desenvolver um Produto ou Serviço (posse de bola), levá-lo ao Mercado (passe) e ganhar Dinheiro (pontos) .
Numa altura em que se pede que sejamos criativos, empreendedores e que dinamizemos o país (não colocá-lo de pernas para o ar como no passado 5 de Outubro), as não apostas que se fazem no ensino e no desporto parecem-me completamente desapropriadas.
Reproduzo um frase retirada da WWW: “If you think education is expensive, try ignorance”. Deixo as conclusões para quem ler esta prosa.
PS: Dedico este texto ao Mestre João Taborda e ao Drº (Américo Caetano Nunes). Saudades deles.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com; joaodavespa@hotmail.com
@joaodavespa
Think before you print. Think before you replay.
Words that sell - Seja específico (by Richar Bayan)
6 - Seja específico
Não use abstrações nebulosas ou aproximações à realidade quando pode criar uma imagem bem definida, muitas vezes simples, e com detalhes observáveis e bem visíveis.
Evite comparações do tipo..."faz o trabalho mais rápido do que...."
Faça tudo o que lhe é possível para pare descrever bem o seu texto.
Também há coisas boas - 10
Também há coisas boas - 10
Parece que a procura de qualidade é algo que as empresas almejam. Neste caso o Youtube vai lança 60 novos canais. Um deles do Jamie Oliver. Será que é desta que peço no avental à séria?
Os autarcas de Resende resolveram não cobrar alguns impostos pela taxa máxima.
Festival de Flamenco em Lisboa começa hoje.
Palestra ontem no CIIWA ("A Política oficial e actuação clandestina, a actuação do SOE britânico em Portugal durante a 2ª Guerra", com o Sr. Dr. José António Barreiros.) Bem interessante.
Surf mundial em Peniche. Um tsunami na troika
Portugal está em segundo lugar .........na subida de impostos no mundo. Porra, devia ter lido a notícia até ao fim.
Parece que a procura de qualidade é algo que as empresas almejam. Neste caso o Youtube vai lança 60 novos canais. Um deles do Jamie Oliver. Será que é desta que peço no avental à séria?
Os autarcas de Resende resolveram não cobrar alguns impostos pela taxa máxima.
Festival de Flamenco em Lisboa começa hoje.
Palestra ontem no CIIWA ("A Política oficial e actuação clandestina, a actuação do SOE britânico em Portugal durante a 2ª Guerra", com o Sr. Dr. José António Barreiros.) Bem interessante.
Surf mundial em Peniche. Um tsunami na troika
Portugal está em segundo lugar .........na subida de impostos no mundo. Porra, devia ter lido a notícia até ao fim.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Words tha sell (by Richard Bayan) - Be accurate
5 - Seja preciso.
Tenha a certeza tem os dados todos referentes à informação que vai transmitir. Uma informação imprecisa pode deitar por água a baixo o seu trabalho e dos outros. Acima de tudo, seja verdadeiro.
Resista à tentação de distorcer os factos para conseguir uma venda fácil.
Hoje em dia, com as medias sociais, algo de impreciso ou inverdadeiro, pode arruinar a sua campanha, empresa ou o seu nome.
Também há coisas boas - 9
Também há coisas boas - 9
Folheio o DN e pouco encontro
Ressalvo a entrada de Joana Marques Vidal para PGR. Como também considero importante a Assunção Esteves na AR.
Mão pesada para docentes abusadores.
Mais um Nobel a sair.
Ervas Finas, empresa lusa, está a entrar na Alemanha.
Museu de Serralves é apetecido para estrangeiros.
Este país parece ter pouca coisa boa a acontecer.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Também há coisas boa - 8
Também há coisas boa - 8
Princesa
do Globo 2012 chama-se Sara Silveira. Portuguesa.......homenagem a vocês. Para
os mais decididos, ela é dos Açores.
Euronews
vai ter mais três idiomas.
Casas
com desconto no próximo fim de semana na FIL. O que não anda com desconto por
cá...a não ser os impostos e a gasolina, claro.
O
Nobel ainda dá prémios...apesar da crise. Saíram os da medicina.
Chegaram
3 livros da Amazon - Likeable Social Media, Socialnomics e Reverse Innovation. Quinta já tinha chegado: Words That Sell. Go and read it.
Segunda,
dia de treina da putalhada.
Words that sell - Richard Bayan
4 - Não encha os seus textos com exageros. Muitas palavras como "fabuloso", "fantástica" e
outras que tais, num breve espaço, vai destruir
a credibilidade do seu trabalho.
Você não quer que seu público o demita como redactor, cronista, etc. Em vez disso, tente convencer o público de que seu produto é fabuloso. Fazê-los dizer algo
como: "Isso é realmente fantástico".
domingo, 7 de outubro de 2012
Words that sell
3 - Despertar o interesse.
Desde o título, passando pelo texto e conclusões, o que escreve, deve despertar a curiosidade do leitor.
Este deve, ao desfolhar o texto, encontrar uma escrita temperada, interessante e descobrir dicas úteis e curiosidades. Assim, aumenta o envolvimento que ele tem com a sua história.
Escreva de modo a que o seu público o queira ler mais uma vez. Que possa comprar os seus serviços ou produtos. Não uma única vez. Mas, que mantenha um relacionamento de longo prazo com os seus serviços ou produtos.
Raramente os primeiros negócios são os mais lucrativos ou sequer lucrativos.
Desde o título, passando pelo texto e conclusões, o que escreve, deve despertar a curiosidade do leitor.
Este deve, ao desfolhar o texto, encontrar uma escrita temperada, interessante e descobrir dicas úteis e curiosidades. Assim, aumenta o envolvimento que ele tem com a sua história.
Escreva de modo a que o seu público o queira ler mais uma vez. Que possa comprar os seus serviços ou produtos. Não uma única vez. Mas, que mantenha um relacionamento de longo prazo com os seus serviços ou produtos.
Raramente os primeiros negócios são os mais lucrativos ou sequer lucrativos.
TAMBÉM HÁ COISAS BOAS - 7
TAMBÉM HÁ COISAS BOAS - 7
1. O Erasmus em Portugal é um sucesso. Não acredito que seja apenas pelo sol e pela praia. No ano de 2011 mais de 21.800 estudantes estiveram a estudar em Portugal. Temos, sem dúvida, bons estabelecimento de ensino superior.
2. Transplante pioneiro devolve esperança a mulheres sem útero.
3. A ver se Chaves vira chaveco. Lá, por aquelas geografias, a blogueira cubana Yóani Shanchéz ainda anda às voltas com a suposta "polícia cívica" cubana. E ainda há, bem perto, quem defenda tais regimes.
4. Algarve é o melhor destino de praia da Europa e Portugal o melhor destino de golfe. Diz o jornal Público. Eu assino por baixo. Só tenho que começar a jogar Golfe.
5. Portugal fica mais doce. Dois arquitectos portuenses deixam as pranchas e dedicam-se à Tia Lhú.
6. Hoje é dia de dérbis. Há um Porto / SPORTING . Parece também que um Barcelona / Real Madrid.
7. Facebook também é cultura » “Nós Ibéricos, somos o cruzamento de duas civilizações – a romana e a árabe. Somos, por isso, mais complexos e fecundos… Vinguemos a derrota que os do Norte infligiram aos Árabes nossos maiores. Expiemos o crime que cometemos, ao expulsar da Península os árabes que a civilizaram” Retirado de um poste de Sandra Silva e, por sua vez, de Fernando Pessoa in “Da Ibéria e do Iberismo”
8. Hoje passei uma prosa técnica para uma revista. A ver se é aceite
1. O Erasmus em Portugal é um sucesso. Não acredito que seja apenas pelo sol e pela praia. No ano de 2011 mais de 21.800 estudantes estiveram a estudar em Portugal. Temos, sem dúvida, bons estabelecimento de ensino superior.
2. Transplante pioneiro devolve esperança a mulheres sem útero.
3. A ver se Chaves vira chaveco. Lá, por aquelas geografias, a blogueira cubana Yóani Shanchéz ainda anda às voltas com a suposta "polícia cívica" cubana. E ainda há, bem perto, quem defenda tais regimes.
4. Algarve é o melhor destino de praia da Europa e Portugal o melhor destino de golfe. Diz o jornal Público. Eu assino por baixo. Só tenho que começar a jogar Golfe.
5. Portugal fica mais doce. Dois arquitectos portuenses deixam as pranchas e dedicam-se à Tia Lhú.
6. Hoje é dia de dérbis. Há um Porto / SPORTING . Parece também que um Barcelona / Real Madrid.
7. Facebook também é cultura » “Nós Ibéricos, somos o cruzamento de duas civilizações – a romana e a árabe. Somos, por isso, mais complexos e fecundos… Vinguemos a derrota que os do Norte infligiram aos Árabes nossos maiores. Expiemos o crime que cometemos, ao expulsar da Península os árabes que a civilizaram” Retirado de um poste de Sandra Silva e, por sua vez, de Fernando Pessoa in “Da Ibéria e do Iberismo”
8. Hoje passei uma prosa técnica para uma revista. A ver se é aceite
sábado, 6 de outubro de 2012
Quando se escreve - "Words that sell " from Richard Bayan
Quando se escreve - "Words that sell " from Richard Bayan
2 - Saliente os benefícios. Resista
à tentação de olhar para o seu umbigo. O importante não é "ver o quão grande somos", mas "ver o que podemos fazer pelo
Cliente".
Mostre aos seus Clientes e prospects como seu produto ou serviço irá torná-los mais felizes, mais saudáveis, mais conformáveis ou mais
seguros. Escrever com o interesse deles em mente.
Mudo o foco do seu trabalho da sua empresa
para a empresa Cliente e verá que tem
metade da batalha ganha.
Também há coisas boas - 6
Também há coisas boas - 6
1) Fiquei a saber que um dos cafés que frequento costuma
ter, às quartas-feiras, queijadas de alfarroba. Fiquei a saber!!!!
2) Almoço VIP no Delícias de Goa. Eu, o meu pai, Sr. José de
Paulo e o Miguel. Mais de 3h de boa conversa. Vale a pena ir lá
3) Estreia mundial de um prato, em breve, no Delícias.
4) Com o devido respeito por todas aqueles que são afectados
pela Doença de Algelman, devemos mostrar a uns quantos, e não só deste ou de
outros governos, que o tempo dos sorrisos acabou.
5) Poucas notícias boas nos jornais. O síndroma de "Correio
da Manhã" a estender-se à media impressa.
6) Capriles (leia-se em castelhano) na Venezuela ganha
força. Nunca tendo estado lá, parece-me que aquilo anda fechado a 7 chaves.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Quando se escreve - Tips from Words That Sell
1) Não perca de vista seu objetivo principal: vender o seu produto ou serviço.
A sua escrita deve ser mais do que uma apresentação de factos. Lembre-se que você tem de convencer e motivar. Por outro lado, não deixe que a criatividade aniquile a mensagem.
Por mais brilhante que seja o seu trabalho, se o seu público não conseguir lembrar-se do produto ou serviço que está a comunicar, será um esforço inglório. Escreva para vender. Não deixe dúvidas
Também há coisas boas - 5
Também há coisas boas - 5
1)
Morei perto de um infantário. Fica ao cimo da rua. Várias vezes apanho bolas a rebolar pela rua. Ontem foi assim. Apanhei uma bola e guardo-a na mala da minha Vespa. A criançada pelo aflita porque pensava que eu ia embora com tamanha preciosidade. Todos aos gritos. Faço esta encenação e volto para trás. Chego-me às grades que separam o jardim da escola da rua e pergunto quem é do Sporting. Oiço uns quantos "euuuuuuuuu"; não a maioria. Pena
Resolvo atirar a bola para o meio pátio. A criançada toda a correr para a bola. Vou-se embora e recebo um sonoro: "adeeeeeeuuuuus senhor".
Acho que eles ainda não sabem o que é uma bandeira virada do avesso, sem ser por photoshop.
2)
Hoje tivemos uma sessão extra no São Miguel. Juntámos a criançada e toca de os colocar a jogar. Bom convívio; bom treino.
3)
"Love me do " saiu a 5 de Outubro de 1962.
4)
Abro o Jornal de Notícias. Numa primeira leitura, não encontro boas notícias.
1)
Morei perto de um infantário. Fica ao cimo da rua. Várias vezes apanho bolas a rebolar pela rua. Ontem foi assim. Apanhei uma bola e guardo-a na mala da minha Vespa. A criançada pelo aflita porque pensava que eu ia embora com tamanha preciosidade. Todos aos gritos. Faço esta encenação e volto para trás. Chego-me às grades que separam o jardim da escola da rua e pergunto quem é do Sporting. Oiço uns quantos "euuuuuuuuu"; não a maioria. Pena
Resolvo atirar a bola para o meio pátio. A criançada toda a correr para a bola. Vou-se embora e recebo um sonoro: "adeeeeeeuuuuus senhor".
Acho que eles ainda não sabem o que é uma bandeira virada do avesso, sem ser por photoshop.
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2)
Hoje tivemos uma sessão extra no São Miguel. Juntámos a criançada e toca de os colocar a jogar. Bom convívio; bom treino.
3)
"Love me do " saiu a 5 de Outubro de 1962.
4)
Abro o Jornal de Notícias. Numa primeira leitura, não encontro boas notícias.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Também há coisas boas - 4
Também há coisas boas - 4
A)
Ontem estive em dois eventos (a vida não é uma festa, digo-vos já). Um foi na Beta-i. Outro, no NES, na Universidade Nova e desenvolvido por estudantes. Parece que há muita gente nova e com vontade de fazer coisas. Felizmente. Parece ser uma diferença clara entre a geração de universitários de hoje e daquela que foi a minha. Muito por culpa da WWW. Hoje o mundo pode estar aqui e está; antes, o Mundo estava ali ou lá longe.
A necessidade aguça o engenho...lá diz a sabedoria popular. Parece que temos todos que ser empreendedores
B)
O presidente cipriota, Demetris Christofias, foi extremamente categórico ao recusar as condições colocadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional para a concessão da ajuda internacional: "Está fora de questão eu assinar um memorando [com tais condições]". Parece que a TROIKA Management não é o único livro que existe para resolver a crise.
Ele ainda diz que a noção que todos no Norte da Europa têm que no Sul da Europa somos preguiçosos. E diz bem, porque lá por cima enganam-se.
Lembro-me de no tempo das vacas muito gordas...haver uma ideia que os suecos e outros nórdicos vinham para cá viver com o seu subsídio de desemprego. Verdade, mentira...era uma ideia que corria.
C)
O Sporting joga hoje. Vamos ver se saímos com Pinta ou de modo Sa(i) Pinto.
D)
Bond, James Bond faz 50 anos. Parabéns. Quem não quis ser um Bond?
Mais que não seja, pelas Bond Girls. Difícil escolher só uma. Felizmente que o mundo nos deu mais Bond Girls do que James.
A)
Ontem estive em dois eventos (a vida não é uma festa, digo-vos já). Um foi na Beta-i. Outro, no NES, na Universidade Nova e desenvolvido por estudantes. Parece que há muita gente nova e com vontade de fazer coisas. Felizmente. Parece ser uma diferença clara entre a geração de universitários de hoje e daquela que foi a minha. Muito por culpa da WWW. Hoje o mundo pode estar aqui e está; antes, o Mundo estava ali ou lá longe.
A necessidade aguça o engenho...lá diz a sabedoria popular. Parece que temos todos que ser empreendedores
B)
O presidente cipriota, Demetris Christofias, foi extremamente categórico ao recusar as condições colocadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional para a concessão da ajuda internacional: "Está fora de questão eu assinar um memorando [com tais condições]". Parece que a TROIKA Management não é o único livro que existe para resolver a crise.
Ele ainda diz que a noção que todos no Norte da Europa têm que no Sul da Europa somos preguiçosos. E diz bem, porque lá por cima enganam-se.
Lembro-me de no tempo das vacas muito gordas...haver uma ideia que os suecos e outros nórdicos vinham para cá viver com o seu subsídio de desemprego. Verdade, mentira...era uma ideia que corria.
C)
O Sporting joga hoje. Vamos ver se saímos com Pinta ou de modo Sa(i) Pinto.
D)
Bond, James Bond faz 50 anos. Parabéns. Quem não quis ser um Bond?
Mais que não seja, pelas Bond Girls. Difícil escolher só uma. Felizmente que o mundo nos deu mais Bond Girls do que James.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Também há coisas boas - 3
Também há coisas boas - 3
Este Outono começou com chuva. O que não é nada mau. Se nos
lembrarmos a seca que foi o ano passado. Sempre vai chovendo um pouco. Talvez leve algo menos bom numa enxurrada do bem.
Cavaco Silva diz que, mais que nunca, o país precisa dos empresários. Aguardemos os
comentários de António Borges.
Do Diário de Notícias retiro:
-Maioria está revoltada. Mas confiante no futuro e
satisfeita com a vida. 60% nos
portugueses dizem que vai passar. 60% mais um português. Não me perguntaram nada.
- 2,8 milhões de portugueses do serviço nacional de saúde
não pagam taxas. Triste notícia.
Poucas coisas boas aparecem num jornal diário de cobertura
nacional. Coisa triste. Será que só sabem olhar para o mal?
Os meus amigos do Delícias de Goa vão fazer um festival
gastronómico, com pratos novos, no próximo dia 26. Coisa boa.
Hoje há um evento de empreendedores na Rua da Prata, 80. Vou assistir.
13km de bike...coisa auto-boa.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Também há coisas boas - 2
Também há coisas boas - 2
Falavam sobre fotos, discos rígidos e facebook. Temas pesados, alguns. Uma dizia à outra: felizmente que tenho muitas das minhas fotos no face. É que o disco rígido do meu PC arrebentou.
João
1)
Estou a tomar café e oiço duas senhoras com idade para serem
minhas avós. Melhor, com idade para poderem ser minhas mães. Esqueci a minha
idade….Falavam sobre fotos, discos rígidos e facebook. Temas pesados, alguns. Uma dizia à outra: felizmente que tenho muitas das minhas fotos no face. É que o disco rígido do meu PC arrebentou.
O meu pai, mais velho do que elas, é utilizador activo do
face e blogueiro. Como muda a forma de
comunicação nos dias de hoje e há empresas que ainda não se deram conta.
O facto destas gerações,
cada vez mais, entrarem nestas medias revoluciona
a maneira como as empresas, sejam elas quais forem e sejam os seus sectores, devem
comunicar com o seu público.
A senhora ficou contente porque recuperou as sua fotos. Acho
que o face também.
Eu, por mim, já fiz boas amizades através desta media cusca
2)
Compro o Diário Económico e, na sua capa, vejo que a empresa
do Manuel Godinho, que esteve metido em falcatruas gigantes com sucata concorre
a apoios do estado. A Empresa ainda é
dele, pelo que eu sei. O que terá acontecido a todo o dinheiro que ele deve ter
ganho ilicitamente?
Claro que quem lá nada tem a ver com este bandido.
Será que o crime compensa? Vamos vendo que simsegunda-feira, 1 de outubro de 2012
ALBERTO JOÃO e as CAGARRAS
Ouvi agora o Alberto João quase a propor um novo plano Porter / Garden (leia-se Porter / Jardim) para a sua Madeira. Entre várias medidas, sugere a independência da Ilha.
Como não madeirense, fico sem saber muito o que dizer.
Proponho, sim, uma adenda. Mandar o Sr. Alberto para as Cagarras. Ele lá ficará tranquilo. Sugiro ainda mais. Que ele faça uns convites à sua prole. Nós, aqui no continente, também despachamos para lá umas individualidades.
Não queremos que o homem se aborreça. Prometo-lhe um rádio a pilhas e uma TV a preto e branco. Tudo igual às que ele tinha lá em casa nos tempos de adolescente. Assim, talvez a Fundação que pretende recuperar a vida do jovem Alberto, não tenha razão de ser.
Também há coisas boas - 1
Também há coisas boas - 1
Notícia do mundo retirada do DN de hoje, 1.10. “A campanhaportuguesa 100% Cool, de prevenção de acidentes rodoviários entre jovens, foi
escolhida por uma organização internacional como exemplo de eficácia na redução
do consumo de bebidas alcoólicas entre os condutores e será apresentada em
Washington.”
Mais resultado teria esta medida se, pelo menos nas grandes
cidades, fosse disponibilizado, pelo menos aos fins de semana ,alguns transportes
públicos pela noite dentro. Cidades que se querem urbanamente turísticas e
animadas, devem ter um bom e intensivo sistema de transportes.
Uma de cunha mais pessoal. Após algumas maleitas recentes,
retomo o meu plano de manutenção física.
Ainda sem um objectivo definido quantificado, mas com o firme propósito
de ser uma medida anti rabo na cadeira.
Let the “new”
times roll, como cantam os “cars”.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
Http://www.linkedin.com/in/joaopmarques;
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
Http://www.linkedin.com/in/joaopmarques;
http://jpmarques.blogspot.com
@joaodavespa
domingo, 30 de setembro de 2012
Também há coisas boas - 0
Também há coisas boas - 0
Keywords: António Borges; Miguel Relvas; Portugal; Governo; Demissão
No meio desta trapalhada toda que andamos por aqui a viver e
do chorrilho de más notícias e dados que nos assolam, há boas notícias.
Hoje sonhei acordado que: iríamos ter emprego ou melhores
empregos; salário ou melhores salários; que a segurança social não iria falir.
Que o Sr. António Borges, o Sr. Miguel Relvas e mais uns quanto senhores tinham sido destituídos. Os primeiros desejos podem ser sonhos Mas os
referentes a estes senhores, não devem ser sonhos. Devem ser realidade e
imediata.
Funcionários do governo, que são ao cabo funcionários do
país, nossos funcionários que dizem que os empresários são ignorantes ou que apresentam-se
sendo o que não são, deviam ser demitidos. E já.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
A 1º lei de Newton - A Lei da Inércia aplicada à Gestão
1º lei de Newton - A Lei da Inércia -
É assim que você se comporta com os seus Clientes?
Keywords: Clientes, Fornecedores; Contactos; Proatividade; Gestão; Lei da Inércia
A física aplicada à ciência. Pode parecer brincadeira, mas é a pura das verdades. É uma das provas que o conhecimento é transversal. Mas sempre foi. Hoje em dia não há lugares a Leonardos Da Vincis ou enciclopedistas. Tudo acontece muito depressa. Mais depressa do que percebamos ou da nossa capacidade de apreender.
Recentemente dei com um artigo que referia os "Nexos". Ele dizia algo como: "
Já fomos generalistas e passámos a ser especialistas. Hoje temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e a quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos."
Ora aqui entra a Lei da Inércia. Um corpo que encontra parado, tende a ficar parado. Os nossos Clientes são, muitas vezes, assim. Mesmo em alturas mais complicadas, como aquela que estamos agora a viver, temos tendência em manter o "status quo". Mas convém dizer também que alguns Fornecedores também perfilham desta teoria. Pouco investem em si próprios e nas mais-valias que oferecem aos seus Clientes.
Muitas vezes enganamo-nos com o movimento pendular. Andamos para a frente e para trás; mas, na verdade, mal saímos donde estamos. O facto de estarmos numa zona de conforto, impede-nos de procurarmos novos desafios. É quase como um estado de default latente. É assim que estão, é assim que querem estar. Eventualmente, este tipo de Clientes está condenado ao fracasso. Por isso, a aproximação aos novos Prospects e o contato com os Clientes deve ser feito de modo a abrir horizontes, a acrescentar valor, a não ser mais um fornecedor.
Este imobilismo é um pouco como o Síndroma da Gabriela. A da novela mesmo. Eu nasci aqui, eu vivi aqui, eu morri aqui, o tal do síndroma.
Mas um dos seus objetivos, perante os seus Clientes, é acrescentar valor à relação que tem com ele. Deve fazer a si próprio as seguintes perguntas (com a preciosa ajuda de "Digital Leader", de Eric Qualman):
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?
E obter as respostas junto dos seus melhores Clientes.
Em regra, os Clientes usam-nos por um destes 5 + 1 critérios. Se as respostas às perguntas não caírem, maioritariamente, em um dos tipos de critérios, algo de errado pode estar a passar-se.
1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.
0) Porque tem que ser (este acrescentado por mim). Acontece em mercados menos maduros ou transparentes.
A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor. A focarmo-nos no que fazemos melhor.
O que os nossos Prospects e Clientes temem é desperdiçarem tempo conosco. Perceberem que a aposta que fizeram num novo fornecedor os faz desperdiçar recursos - tempo e dinheiro. Por isso, a situação de manutenção do "Status Quo" é usada.
Há casos clássicos de Inércia e de luta contra ela. Pelo final dos anos 80 fui monitor de Lotus 123, primórdios do Excel. Tinha alunos de várias idades. Trabalhos de casa dificilmente eram feitos em casa; no entanto, um dos alunos, o mais velho, fazia-os em cadernos quadriculados. Quase sempre que tínhamos aula, ele chegava mais cedo e, quando me apanhava, mostrava-me o trabalho de casa, escrito!
Existem também bastantes "Inércias" com os serviços que prestamos. A primeira começa com o não cumprimentos de horários, coisa muito nossa. Ao que se segue a pouca preparação que fazemos para as reuniões e a não existência de pautas prévias o que leva tudo para uma segunda reunião. Ao que se pode acrescentar a pouca delegação que existe. Ninguém decide a não ser o chefe. Este facto faz com que se desenvolvam reuniões completamente improdutivas.
Podemos também ter a Inércia resultante da implementação de novos serviços ou modos de fazer tarefas. Veja-se o que se passa com a implementação de serviços informáticos e a relutância que muitas vezes existe em adotá-los.
Por fim há a Inércia de Abilene resultante do Paradoxo com o mesmo nome. Trata-se de um indivíduo que toma uma decisão, baseando-se na suposição de que um grupo vai agir de uma certa forma. Ele vai contrariar a sua vontade em função da suposta decisão do grupo, para obter aceitação ou para não sofrer censura. Muitas vezes, todos os participantes do grupo não querem fazer algo, mas pensam que os outros querem. E, assim, enganam-se a eles próprios. Uma situação clássica pode ser, para vencer a inércia do domingo, o de alguém sugerir a ida à praia. Na verdade, ninguém quer ir, mas nenhum quer ser o desmancha prazeres. Acabam por ir todos e ninguém queria ir.
Vença as Leis da Inércia dos seus Clientes porque, mais do que a deles, pode ser a sua!
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com; joaodavespa@hotmail.com
@joaodavespa
Think before you print. Think before you replay.
Não é possível passar sobre um desfiladeiro em dois saltos. (Provérbio Chinês)
Não é possível passar sobre um desfiladeiro em dois saltos. (Provérbio Chinês)
Keywords: Clientes, Fornecedores; Contactos; Proatividade; Gestão; Lei da Inércia
A física aplicada à ciência. Pode parecer brincadeira, mas é a pura das verdades. É uma das provas que o conhecimento é transversal. Mas sempre foi. Hoje em dia não há lugares a Leonardos Da Vincis ou enciclopedistas. Tudo acontece muito depressa. Mais depressa do que percebamos ou da nossa capacidade de apreender.
Recentemente dei com um artigo que referia os "Nexos". Ele dizia algo como: "
Já fomos generalistas e passámos a ser especialistas. Hoje temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e a quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos."
Ora aqui entra a Lei da Inércia. Um corpo que encontra parado, tende a ficar parado. Os nossos Clientes são, muitas vezes, assim. Mesmo em alturas mais complicadas, como aquela que estamos agora a viver, temos tendência em manter o "status quo". Mas convém dizer também que alguns Fornecedores também perfilham desta teoria. Pouco investem em si próprios e nas mais-valias que oferecem aos seus Clientes.
Muitas vezes enganamo-nos com o movimento pendular. Andamos para a frente e para trás; mas, na verdade, mal saímos donde estamos. O facto de estarmos numa zona de conforto, impede-nos de procurarmos novos desafios. É quase como um estado de default latente. É assim que estão, é assim que querem estar. Eventualmente, este tipo de Clientes está condenado ao fracasso. Por isso, a aproximação aos novos Prospects e o contato com os Clientes deve ser feito de modo a abrir horizontes, a acrescentar valor, a não ser mais um fornecedor.
Este imobilismo é um pouco como o Síndroma da Gabriela. A da novela mesmo. Eu nasci aqui, eu vivi aqui, eu morri aqui, o tal do síndroma.
Mas um dos seus objetivos, perante os seus Clientes, é acrescentar valor à relação que tem com ele. Deve fazer a si próprio as seguintes perguntas (com a preciosa ajuda de "Digital Leader", de Eric Qualman):
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?
E obter as respostas junto dos seus melhores Clientes.
Em regra, os Clientes usam-nos por um destes 5 + 1 critérios. Se as respostas às perguntas não caírem, maioritariamente, em um dos tipos de critérios, algo de errado pode estar a passar-se.
1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.
0) Porque tem que ser (este acrescentado por mim). Acontece em mercados menos maduros ou transparentes.
A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor. A focarmo-nos no que fazemos melhor.
O que os nossos Prospects e Clientes temem é desperdiçarem tempo conosco. Perceberem que a aposta que fizeram num novo fornecedor os faz desperdiçar recursos - tempo e dinheiro. Por isso, a situação de manutenção do "Status Quo" é usada.
Há casos clássicos de Inércia e de luta contra ela. Pelo final dos anos 80 fui monitor de Lotus 123, primórdios do Excel. Tinha alunos de várias idades. Trabalhos de casa dificilmente eram feitos em casa; no entanto, um dos alunos, o mais velho, fazia-os em cadernos quadriculados. Quase sempre que tínhamos aula, ele chegava mais cedo e, quando me apanhava, mostrava-me o trabalho de casa, escrito!
Existem também bastantes "Inércias" com os serviços que prestamos. A primeira começa com o não cumprimentos de horários, coisa muito nossa. Ao que se segue a pouca preparação que fazemos para as reuniões e a não existência de pautas prévias o que leva tudo para uma segunda reunião. Ao que se pode acrescentar a pouca delegação que existe. Ninguém decide a não ser o chefe. Este facto faz com que se desenvolvam reuniões completamente improdutivas.
Podemos também ter a Inércia resultante da implementação de novos serviços ou modos de fazer tarefas. Veja-se o que se passa com a implementação de serviços informáticos e a relutância que muitas vezes existe em adotá-los.
Por fim há a Inércia de Abilene resultante do Paradoxo com o mesmo nome. Trata-se de um indivíduo que toma uma decisão, baseando-se na suposição de que um grupo vai agir de uma certa forma. Ele vai contrariar a sua vontade em função da suposta decisão do grupo, para obter aceitação ou para não sofrer censura. Muitas vezes, todos os participantes do grupo não querem fazer algo, mas pensam que os outros querem. E, assim, enganam-se a eles próprios. Uma situação clássica pode ser, para vencer a inércia do domingo, o de alguém sugerir a ida à praia. Na verdade, ninguém quer ir, mas nenhum quer ser o desmancha prazeres. Acabam por ir todos e ninguém queria ir.
Vença as Leis da Inércia dos seus Clientes porque, mais do que a deles, pode ser a sua!
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
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@joaodavespa
Think before you print. Think before you replay.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Casas de banho e política
Casas de banho e política
Há coisas engraçadas. Hoje entro numa casa de banho de um café, lá para Oeiras. Fazer o que tenho de fazer, de pé. Olho à volta e vejo fotos da Madona, Sharon Stone, Meg Ryan e outras divas do cinema e da música pelas paredes. E, no meio destas todas, a Michelle Obama. Achei estranho. Não que não seja uma mulher bonita. Mas pelo facto de ser quem é...
Claro, que depois, fui à casa de banho das mulheres. Só por curiosidade. Não estava lá o Barack.
Conclusão 1: A Michelle tem mais saída do que o Barack.
Conclusão 2: A ideia é meio despropositada.
Conclusão 3: Vamos escolher algumas das figuras mais mediáticas de cá e começar a colocá-las nas casas de banho!
Neste último caso talvez as decorações não vão para as paredes. Deixo ao vosso critério.
João Paulo Marques
Há coisas engraçadas. Hoje entro numa casa de banho de um café, lá para Oeiras. Fazer o que tenho de fazer, de pé. Olho à volta e vejo fotos da Madona, Sharon Stone, Meg Ryan e outras divas do cinema e da música pelas paredes. E, no meio destas todas, a Michelle Obama. Achei estranho. Não que não seja uma mulher bonita. Mas pelo facto de ser quem é...
Claro, que depois, fui à casa de banho das mulheres. Só por curiosidade. Não estava lá o Barack.
Conclusão 1: A Michelle tem mais saída do que o Barack.
Conclusão 2: A ideia é meio despropositada.
Conclusão 3: Vamos escolher algumas das figuras mais mediáticas de cá e começar a colocá-las nas casas de banho!
Neste último caso talvez as decorações não vão para as paredes. Deixo ao vosso critério.
João Paulo Marques
sábado, 22 de setembro de 2012
The simple power of one a day (by Seth Godin)
The simple power of one a day
There are at least 200 working days a year. If you commit to doing a simple marketing item just once each day, at the end of the year you've built a mountain. Here are some things you might try (don't do them all, just one of these once a day would change things for you):
•Send a handwritten and personal thank you note to a customer
•Write a blog post about how someone is using your product or service
•Research and post a short article about how something in your industry works
•Introduce one colleague to another in a significant way that benefits both of them
•Read the first three chapters of a business or other how-to book
•Record a video that teaches your customers how to do something
•Teach at least one of your employees a new skill
•Go for a ten minute walk and come back with at least five written ideas on how to improve what you offer the world
•Change something on your website and record how it changes interactions
•Help a non-profit in a signficant way (make a fundraising call, do outreach)
•Write or substiantially edit a Wikipedia article
•Find out something you didn't know about one of your employees or customers or co-workers
Enough molehills is all you need to have a mountain.
There are at least 200 working days a year. If you commit to doing a simple marketing item just once each day, at the end of the year you've built a mountain. Here are some things you might try (don't do them all, just one of these once a day would change things for you):
•Send a handwritten and personal thank you note to a customer
•Write a blog post about how someone is using your product or service
•Research and post a short article about how something in your industry works
•Introduce one colleague to another in a significant way that benefits both of them
•Read the first three chapters of a business or other how-to book
•Record a video that teaches your customers how to do something
•Teach at least one of your employees a new skill
•Go for a ten minute walk and come back with at least five written ideas on how to improve what you offer the world
•Change something on your website and record how it changes interactions
•Help a non-profit in a signficant way (make a fundraising call, do outreach)
•Write or substiantially edit a Wikipedia article
•Find out something you didn't know about one of your employees or customers or co-workers
Enough molehills is all you need to have a mountain.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
The people who came before you (by Seth Godin)
The people who came before you
Maybe I'm not listening to your pitch because the 100 people who came before you abused my trust, stole my time and disrespected my attention.
Perhaps I'm not buying from you because the last time someone like you earned my trust, he broke my heart.
People are never irrational. They often act on memories and pressures that you're unaware of, though.
Maybe I'm not listening to your pitch because the 100 people who came before you abused my trust, stole my time and disrespected my attention.
Perhaps I'm not buying from you because the last time someone like you earned my trust, he broke my heart.
People are never irrational. They often act on memories and pressures that you're unaware of, though.
domingo, 16 de setembro de 2012
Como trabalhar e estimular o SEU riso
Como estimular e trabalhar o SEU riso
"May the Force be with you." (from Star Wars, frase de Han Solo)
Keywords: Optimismo, Riso, Atitude, Comportamento
Porque faz falta a muitos, inclusive a mim. Porque falar mal é sempre mais fácil do que falar bem. Porque não correm bons tempos nos dias de hoje e, por isso mesmo, temos que agarrar as coisas boas e elas andam por aí. Para isso, basta estar atento a elas ou procurá-las.
Por isto tudo e por muito mais , resolvi copiar, traduzindo, ajustado, acrescentando um ponto que pode dar um conto, de uma parte de um artigo do "El País". Trata-se de uma tradução de autor. O artigo chama-se " Frente a la ansiedad, risas", mas que ainda não está "achável" na WWW.
Seguem as dicas que o artigo propõe:
1 - Rodear-se de gente divertida, que contagie pelo optimismo e tenha "ganas" (gosto deste ganas) de viver. Estar a falar constantemente de problemas e só deles, NÃO é solução.
2 - Desinibir-se e deixar-se levar pelas coisas boas. Não tenha medo ou vergonha de se rir às GARGALHADAS.
3 - Procure "material" divertido. Livros, séries, textos, etc. Há muita coisa por aí. Se não se lembrar de nada, procure os Monthy Python
4 - Delicie-se com as lembranças positivas da sua vida. Recorde-se da sua ÚLTIMA GARGALHADA. Verá que se vai sentir melhor.
5 - Contemple-se a si e aos seus problemas através de uma LENTE DE HUMOR E DE OPTIMISMO. Será que esses problemas são tão importantes e relevantes? Amanhã ainda serão? Talvez não.
6 - Observe as situações pelos OLHOS DE UM OPTIMISTA.
Quando só se fala por aí de crise e os dias de sol que vão vir serão mais curtos e menos prováveis, fuja do pessimismo e do mau humor e ria...ria muito.
Descubra o palhaço que há em si. Afinal rir é um bom remédio, custa "bola" e é contagiante.
João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
http://www.linkedin.com/in/joaopmarques
http://jpmarques.blogspot.com; joaodavespa@hotmail.com
@joaodavespa
Voz do além
Voz do além
Engraçado quando chamamos alguém e ele não consegue perceber de onde vem o "chamamento". Olha, olha ...re-olha . Quase parece uma brincadeira de crianças.
sábado, 15 de setembro de 2012
"o" 15 de Setembro
Muitas bandeiras portuguesas, muitos cartazes dizendo isto e aquilo do governo e da troika. Alguns com graça; outros meios ofensivos. Muitos cânticos. Alguns recuperados de Abril.
Apenas uma bandeira partidária de um partido que parece que não nenhuma responsabilidade do que se passou.
Aguardemos pela próxima sexta-feira e pelo pós 15 de Setembro.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Be shorter
Shorter
(by Seth Godin
Please don't include the phrase, "I'll keep this brief," in your remarks.
Please don't quote Robert Browning or Ludwig Mies van der Rohe at us. If less is more, just give us less, not an explanation.
Say what you need to say, then leave. Less is actually more, and the length of your speech or your document has nothing at all to do with your impact or your status.
Por favor, não inclua a frase «Serei breve» nas suas observações.
Por favor, não nos cite Robert Browning ou Ludwig Mies van der Rohe. Se menos é mais, dê-nos menos, não uma explicação.
Diga o que precisa dizer e depois vá embora. Menos é realmente mais, e a extensão do seu discurso ou documento não tem nada a ver com o seu impacto ou estatuto.
domingo, 9 de setembro de 2012
Conheça os seus Clientes
Da leitura do "Digital Laeder", de Eric Qualman, recolhi esta, entre outras ideias:
Perguntar aos seus melhores 40/ 50 clientes :
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?
Em regra, as respostas, em cada empresa, caem, maioritariamente, em um destes 5+ 1 grupos
1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.
0) Porque tem que ser assim. Outros factores de decisão são invocados
A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor.
Arranje um nicho. Faça o que sabe fazer melhor!
Perguntar aos seus melhores 40/ 50 clientes :
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?
Em regra, as respostas, em cada empresa, caem, maioritariamente, em um destes 5+ 1 grupos
1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.
0) Porque tem que ser assim. Outros factores de decisão são invocados
A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor.
Arranje um nicho. Faça o que sabe fazer melhor!
HEINZ - Produtos embalados em vidros transparentes
H. J. Heinz quando lançou os seus molhos no séc. XIX, percebeu a importância da "transparência" e da verdade.
Lançou -os em frascos transparentes.
O que pretendeu com o lançamento destas embalagens foi mostrar a pureza dos seus produtos.
Há época havia uma desconfiança enorme sobre as condições de higiene de produtos enlatados ou embalados. Com esta embalagem conquistou o mercado.
De modo a transmitir confiança aos Clientes, permitia visitas às suas instalações.
Falo-vos do séc. XIX.
Lançou -os em frascos transparentes.
O que pretendeu com o lançamento destas embalagens foi mostrar a pureza dos seus produtos.
Há época havia uma desconfiança enorme sobre as condições de higiene de produtos enlatados ou embalados. Com esta embalagem conquistou o mercado.
De modo a transmitir confiança aos Clientes, permitia visitas às suas instalações.
Falo-vos do séc. XIX.
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