terça-feira, 9 de outubro de 2012

Também há coisas boas - 9


Também há coisas boas - 9

Folheio o DN e pouco encontro
Ressalvo a entrada de Joana Marques Vidal para PGR. Como também considero importante a Assunção Esteves na AR.
Mão pesada para docentes abusadores.
Mais um Nobel a sair.
Ervas Finas, empresa lusa, está a entrar na  Alemanha.
Museu de Serralves é apetecido para estrangeiros.

Este país parece ter pouca coisa boa a acontecer.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Também há coisas boa - 8


Também há coisas boa - 8

Princesa do Globo 2012 chama-se Sara Silveira. Portuguesa.......homenagem a vocês. Para os mais decididos, ela é dos Açores.

Euronews vai ter mais três idiomas.

Casas com desconto no próximo fim de semana na FIL. O que não anda com desconto por cá...a não ser os impostos e a gasolina, claro.

O Nobel ainda dá prémios...apesar da crise. Saíram os da medicina.

Chegaram 3 livros da Amazon - Likeable Social Media, Socialnomics e Reverse Innovation. Quinta já tinha chegado: Words That Sell.    Go and read it.

Segunda, dia de treina da putalhada. 

Words that sell - Richard Bayan


4 - Não encha os  seus textos  com exageros.  Muitas palavras como "fabuloso",  "fantástica" e outras que tais, num breve espaço,  vai destruir a credibilidade do seu trabalho.

 Você não quer que seu público o demita como redactor, cronista, etc.  Em vez disso, tente convencer o público de que seu produto é fabuloso. Fazê-los dizer  algo como: "Isso é realmente fantástico".

domingo, 7 de outubro de 2012

Words that sell

3 - Despertar o interesse.

Desde o título, passando pelo texto e conclusões,  o que escreve,  deve despertar a curiosidade do leitor.
Este deve, ao  desfolhar o texto, encontrar uma escrita temperada,  interessante e descobrir dicas úteis e  curiosidades. Assim,  aumenta o envolvimento que ele  tem com a sua história.
Escreva de modo a que o seu público o queira ler mais uma vez. Que possa comprar  os seus serviços ou produtos. Não uma única vez. Mas, que mantenha um relacionamento de longo prazo com os seus serviços ou produtos.
Raramente os primeiros negócios são os mais lucrativos ou sequer lucrativos.

TAMBÉM HÁ COISAS BOAS - 7

TAMBÉM HÁ COISAS BOAS - 7


1. O Erasmus em Portugal é um sucesso. Não acredito que seja apenas pelo sol e pela praia. No ano de 2011 mais de 21.800 estudantes estiveram a estudar em Portugal. Temos, sem dúvida, bons estabelecimento de ensino superior.

2. Transplante pioneiro devolve esperança a mulheres sem útero.

3. A ver se Chaves vira chaveco. Lá, por aquelas geografias, a blogueira cubana Yóani Shanchéz  ainda anda às voltas com a suposta "polícia cívica" cubana.  E ainda há, bem perto,  quem defenda tais regimes.

4. Algarve é o melhor destino de praia da Europa e Portugal o melhor destino de golfe. Diz o jornal Público. Eu assino por baixo. Só tenho que começar a jogar Golfe.

5. Portugal fica mais doce. Dois arquitectos portuenses deixam as pranchas e dedicam-se à Tia Lhú.

6. Hoje é dia de dérbis. Há um Porto / SPORTING . Parece também que um Barcelona / Real Madrid.

7. Facebook também é cultura » “Nós Ibéricos, somos o cruzamento de duas civilizações – a romana e a árabe. Somos, por isso, mais complexos e fecundos… Vinguemos a derrota que os do Norte infligiram aos Árabes nossos maiores. Expiemos o crime que cometemos, ao expulsar da Península os árabes que a civilizaram”  Retirado de um poste de Sandra Silva e, por sua vez, de  Fernando Pessoa in “Da Ibéria e do Iberismo”
8.  Hoje passei uma prosa técnica para uma revista. A ver se é aceite

sábado, 6 de outubro de 2012

Quando se escreve - "Words that sell " from Richard Bayan


Quando se escreve - "Words that sell " from Richard Bayan
2 - Saliente os benefícios. Resista à tentação de olhar para o seu umbigo. O importante não é "ver o quão grande somos", mas "ver o que podemos fazer pelo Cliente".

Mostre aos seus Clientes e prospects   como seu produto ou serviço irá torná-los mais felizes, mais saudáveis, mais conformáveis ou mais seguros. Escrever com o interesse deles em mente.

Mudo o foco do seu trabalho da sua empresa para a empresa Cliente  e verá que tem metade da batalha ganha.

Também há coisas boas - 6


Também há coisas boas - 6

1) Fiquei a saber que um dos cafés que frequento costuma ter, às quartas-feiras, queijadas de alfarroba. Fiquei a saber!!!!

2) Almoço VIP no Delícias de Goa. Eu, o meu pai, Sr. José de Paulo e o Miguel. Mais de 3h de boa conversa. Vale a pena ir lá

3) Estreia mundial de um prato, em breve, no Delícias.

4) Com o devido respeito por todas aqueles que são afectados pela Doença de Algelman, devemos mostrar a uns quantos, e não só deste ou de outros governos, que o tempo dos sorrisos acabou.

5) Poucas notícias boas nos jornais. O síndroma de "Correio da Manhã" a estender-se à media impressa.

6) Capriles (leia-se em castelhano) na Venezuela ganha força. Nunca tendo estado lá, parece-me que aquilo anda fechado a 7 chaves.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Quando se escreve - Tips from Words That Sell


1) Não perca de vista seu objetivo principal: vender o seu produto ou serviço. 
A sua escrita deve ser mais do que uma apresentação de factos.  Lembre-se que você tem de convencer e motivar. Por outro lado, não deixe que a criatividade aniquile a mensagem.
Por mais brilhante que seja o seu trabalho, se o seu público não conseguir lembrar-se do produto ou serviço que está a comunicar, será um esforço inglório.  Escreva para vender. Não deixe dúvidas



Também há coisas boas - 5

Também há coisas boas  - 5
1)
Morei perto de um infantário. Fica ao cimo da rua. Várias vezes apanho bolas a rebolar pela rua.  Ontem foi assim. Apanhei uma bola e guardo-a na mala da minha Vespa. A criançada pelo aflita porque pensava que eu ia embora com tamanha preciosidade. Todos aos gritos. Faço esta encenação e volto  para trás. Chego-me às grades que separam o jardim da escola da rua e pergunto quem é do Sporting. Oiço uns quantos "euuuuuuuuu"; não a maioria.  Pena

Resolvo atirar a bola para o meio pátio. A criançada toda a correr para a bola. Vou-se embora e recebo um sonoro: "adeeeeeeuuuuus senhor".
Acho que eles ainda não sabem o que é uma bandeira virada do avesso, sem ser por photoshop.


2)
Hoje tivemos uma sessão extra no São Miguel. Juntámos a criançada e toca de os colocar a jogar.  Bom convívio; bom treino.

3)
"Love me do " saiu a 5 de Outubro de 1962.

4)
Abro o Jornal de Notícias. Numa primeira leitura, não  encontro boas notícias.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Também há coisas boas - 4

Também há coisas boas - 4

A)
Ontem estive em dois eventos (a vida não é uma festa, digo-vos já). Um foi na Beta-i. Outro, no  NES, na Universidade Nova e desenvolvido por estudantes. Parece que há muita gente nova e com vontade de fazer coisas. Felizmente. Parece ser uma diferença clara entre a geração de universitários de hoje e daquela que foi a minha. Muito por culpa da WWW. Hoje o mundo pode estar aqui e está; antes, o Mundo estava ali ou lá longe.

A necessidade aguça o engenho...lá diz a sabedoria popular. Parece que temos todos que ser empreendedores
B)
O presidente cipriota, Demetris Christofias, foi extremamente categórico ao recusar as condições colocadas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional para a concessão da ajuda internacional: "Está fora de questão eu assinar um memorando [com tais condições]". Parece que a TROIKA Management não é o único livro que existe para resolver a crise.
Ele ainda diz que a noção que todos no Norte da Europa têm que no Sul da Europa somos preguiçosos.  E diz bem, porque lá por cima enganam-se.

Lembro-me de no tempo das vacas muito gordas...haver uma ideia que os suecos e outros nórdicos vinham para cá viver com o seu subsídio de desemprego. Verdade, mentira...era uma ideia que corria.


C)
O Sporting joga hoje. Vamos ver se saímos com Pinta ou de modo Sa(i) Pinto.
D)
Bond, James Bond faz 50 anos. Parabéns. Quem não quis ser um Bond?
Mais que não seja, pelas Bond Girls.  Difícil escolher só uma. Felizmente que o mundo nos deu mais Bond Girls do que James.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Também há coisas boas - 3


Também há coisas boas - 3

Este Outono começou com chuva. O que não é nada mau. Se nos lembrarmos a seca que foi o ano passado. Sempre vai chovendo um pouco. Talvez leve algo menos bom numa enxurrada do bem.
Cavaco Silva diz que, mais que nunca,  o país precisa dos empresários. Aguardemos os comentários de António Borges.

Do Diário de Notícias retiro:

-Maioria está revoltada. Mas confiante no futuro e satisfeita com a vida.  60% nos portugueses dizem que vai passar. 60% mais um português. Não me perguntaram nada.

- 2,8 milhões de portugueses do serviço nacional de saúde não pagam taxas. Triste notícia.

Poucas coisas boas aparecem num jornal diário de cobertura nacional. Coisa triste. Será que só sabem olhar para o mal?

Os meus amigos do Delícias de Goa vão fazer um festival gastronómico, com pratos novos, no próximo dia 26. Coisa boa.

Hoje há um evento de empreendedores na Rua da Prata, 80. Vou assistir.

13km de bike...coisa auto-boa.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Também há coisas boas - 2

Também há coisas boas - 2

1)
Estou a tomar café e oiço duas senhoras com idade para serem minhas avós. Melhor, com idade para poderem ser minhas mães. Esqueci a minha idade….
Falavam sobre fotos, discos rígidos e facebook. Temas pesados, alguns. Uma dizia à outra: felizmente que tenho muitas das minhas fotos no face. É que o disco rígido do meu PC arrebentou.

O meu pai, mais velho do que elas, é utilizador activo do face e blogueiro.  Como muda a forma de comunicação nos dias de hoje e há empresas que ainda não se deram conta.
O facto destas  gerações, cada vez mais, entrarem  nestas medias revoluciona a maneira como as empresas, sejam elas quais forem e sejam os seus sectores, devem comunicar com o seu público.

A senhora ficou contente porque recuperou as sua fotos. Acho que o face também.
Eu, por mim, já fiz boas amizades através desta media cusca


2)
Compro o Diário Económico e, na sua capa, vejo que a empresa do Manuel Godinho, que esteve metido em falcatruas gigantes com sucata concorre a apoios do estado.  A Empresa ainda é dele, pelo que eu sei. O que terá acontecido a todo o dinheiro que ele deve ter ganho ilicitamente?

Claro que quem lá nada tem a ver com este bandido. 
Será que o crime compensa? Vamos vendo que sim

 
João

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ALBERTO JOÃO e as CAGARRAS


Ouvi agora o Alberto João quase a propor um novo plano Porter / Garden (leia-se Porter / Jardim) para a sua Madeira. Entre  várias medidas, sugere a independência da Ilha.
Como não madeirense, fico sem saber muito o que dizer.
Proponho, sim,  uma adenda. Mandar o Sr. Alberto para as Cagarras. Ele lá ficará tranquilo. Sugiro ainda mais. Que ele faça uns convites à sua prole. Nós, aqui no continente, também despachamos para lá umas individualidades.
Não queremos que o homem se aborreça. Prometo-lhe um rádio a pilhas e uma TV a preto e branco. Tudo igual às que ele tinha lá em casa nos tempos de adolescente. Assim, talvez a Fundação que pretende recuperar a vida do jovem Alberto,  não tenha razão de ser.

Também há coisas boas - 1


Também há coisas boas - 1

 O meu sonho acordado de ontem parece não se ter tornado realidade. O António e o Miguel continuam empregados. 
Mas vamos a outras, mais do dia-a- dia.

Notícia do mundo retirada do DN de hoje, 1.10. “A campanhaportuguesa 100% Cool, de prevenção de acidentes rodoviários entre jovens, foi escolhida por uma organização internacional como exemplo de eficácia na redução do consumo de bebidas alcoólicas entre os condutores e será apresentada em Washington.”
Mais resultado teria esta medida se, pelo menos nas grandes cidades, fosse disponibilizado, pelo menos aos fins de semana ,alguns transportes  públicos pela noite dentro.  Cidades que se querem urbanamente turísticas e animadas, devem ter um bom e intensivo sistema de transportes.

Uma de cunha mais pessoal. Após algumas maleitas recentes, retomo o meu plano de manutenção física.  Ainda sem um objectivo definido quantificado, mas com o firme propósito de ser uma medida anti rabo na cadeira.
Let the “new” times roll, como cantam os “cars”.



João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
joaodavespa@hotmail.com; Skype: joaomarques64
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domingo, 30 de setembro de 2012

Também há coisas boas - 0


Também há coisas boas  -  0
Keywords: António Borges; Miguel Relvas; Portugal; Governo; Demissão

No meio desta trapalhada toda que andamos por aqui a viver e do chorrilho de más notícias e dados que nos assolam, há boas notícias.

Hoje sonhei acordado que: iríamos ter emprego ou melhores empregos; salário ou melhores salários; que a segurança social não iria falir. Que o Sr. António Borges, o Sr. Miguel Relvas  e mais uns quanto senhores tinham sido destituídos.  Os primeiros desejos podem ser sonhos Mas os referentes a estes senhores, não devem ser sonhos. Devem ser realidade e imediata.

Funcionários do governo, que são ao cabo funcionários do país, nossos funcionários que dizem que os empresários são ignorantes ou que apresentam-se sendo o que não são, deviam ser demitidos. E já.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A 1º lei de Newton - A Lei da Inércia aplicada à Gestão

1º lei de Newton - A Lei da Inércia - É assim que você se comporta com os seus Clientes?

Não é possível passar sobre um desfiladeiro em dois saltos. (Provérbio Chinês)







Não é possível passar sobre um desfiladeiro em dois saltos. (Provérbio Chinês)

Keywords: Clientes, Fornecedores; Contactos; Proatividade; Gestão; Lei da Inércia


A física aplicada à ciência. Pode parecer brincadeira, mas é a pura das verdades. É uma das provas que o conhecimento é transversal. Mas sempre foi. Hoje em dia não há lugares a Leonardos Da Vincis ou enciclopedistas. Tudo acontece muito depressa. Mais depressa do que percebamos ou da nossa capacidade de apreender.

Recentemente dei com um artigo que referia os "Nexos". Ele dizia algo como: "
Já fomos generalistas e passámos a ser especialistas. Hoje temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e a quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos."

Ora aqui entra a Lei da Inércia. Um corpo que encontra parado, tende a ficar parado. Os nossos Clientes são, muitas vezes, assim. Mesmo em alturas mais complicadas, como aquela que estamos agora a viver, temos tendência em manter o "status quo". Mas convém dizer também que alguns Fornecedores também perfilham desta teoria. Pouco investem em si próprios e nas mais-valias que oferecem aos seus Clientes.

Muitas vezes enganamo-nos com o movimento pendular. Andamos para a frente e para trás; mas, na verdade, mal saímos donde estamos. O facto de estarmos numa zona de conforto, impede-nos de procurarmos novos desafios. É quase como um estado de default latente. É assim que estão, é assim que querem estar. Eventualmente, este tipo de Clientes está condenado ao fracasso. Por isso, a aproximação aos novos Prospects e o contato com os Clientes deve ser feito de modo a abrir horizontes, a acrescentar valor, a não ser mais um fornecedor.

Este imobilismo é um pouco como o Síndroma da Gabriela. A da novela mesmo. Eu nasci aqui, eu vivi aqui, eu morri aqui, o tal do síndroma.

Mas um dos seus objetivos, perante os seus Clientes, é acrescentar valor à relação que tem com ele. Deve fazer a si próprio as seguintes perguntas (com a preciosa ajuda de "Digital Leader", de Eric Qualman):
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?
E obter as respostas junto dos seus melhores Clientes.

Em regra, os Clientes usam-nos por um destes 5 + 1 critérios. Se as respostas às perguntas não caírem, maioritariamente, em um dos tipos de critérios, algo de errado pode estar a passar-se.

1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.

0) Porque tem que ser (este acrescentado por mim). Acontece em mercados menos maduros ou transparentes.

A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor. A focarmo-nos no que fazemos melhor.

O que os nossos Prospects e Clientes temem é desperdiçarem tempo conosco. Perceberem que a aposta que fizeram num novo fornecedor os faz desperdiçar recursos - tempo e dinheiro. Por isso, a situação de manutenção do "Status Quo" é usada.

Há casos clássicos de Inércia e de luta contra ela. Pelo final dos anos 80 fui monitor de Lotus 123, primórdios do Excel. Tinha alunos de várias idades. Trabalhos de casa dificilmente eram feitos em casa; no entanto, um dos alunos, o mais velho, fazia-os em cadernos quadriculados. Quase sempre que tínhamos aula, ele chegava mais cedo e, quando me apanhava, mostrava-me o trabalho de casa, escrito!

Existem também bastantes "Inércias" com os serviços que prestamos. A primeira começa com o não cumprimentos de horários, coisa muito nossa. Ao que se segue a pouca preparação que fazemos para as reuniões e a não existência de pautas prévias o que leva tudo para uma segunda reunião. Ao que se pode acrescentar a pouca delegação que existe. Ninguém decide a não ser o chefe. Este facto faz com que se desenvolvam reuniões completamente improdutivas.

Podemos também ter a Inércia resultante da implementação de novos serviços ou modos de fazer tarefas. Veja-se o que se passa com a implementação de serviços informáticos e a relutância que muitas vezes existe em adotá-los.

Por fim há a Inércia de Abilene resultante do Paradoxo com o mesmo nome. Trata-se de um indivíduo que toma uma decisão, baseando-se na suposição de que um grupo vai agir de uma certa forma. Ele vai contrariar a sua vontade em função da suposta decisão do grupo, para obter aceitação ou para não sofrer censura. Muitas vezes, todos os participantes do grupo não querem fazer algo, mas pensam que os outros querem. E, assim, enganam-se a eles próprios. Uma situação clássica pode ser, para vencer a inércia do domingo, o de alguém sugerir a ida à praia. Na verdade, ninguém quer ir, mas nenhum quer ser o desmancha prazeres. Acabam por ir todos e ninguém queria ir.

Vença as Leis da Inércia dos seus Clientes porque, mais do que a deles, pode ser a sua!


João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa
Think before you print. Think before you replay.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Casas de banho e política

Casas de banho e política

Há coisas engraçadas. Hoje entro numa casa de banho de um café, lá para Oeiras. Fazer o que tenho de fazer, de pé. Olho à volta e vejo fotos da Madona, Sharon Stone, Meg Ryan e outras divas do cinema e da música pelas paredes. E, no meio destas todas, a Michelle Obama. Achei estranho. Não que não seja uma mulher bonita. Mas pelo facto de ser quem é...
Claro, que depois, fui à casa de banho das mulheres. Só por curiosidade. Não estava lá o Barack.

Conclusão 1: A Michelle tem mais saída do que o Barack.
Conclusão 2: A ideia é meio despropositada.
Conclusão 3: Vamos escolher algumas das figuras mais mediáticas de cá e começar a colocá-las nas casas de banho!
Neste último caso talvez as decorações não vão para as paredes. Deixo ao vosso critério.

João Paulo Marques

sábado, 22 de setembro de 2012

The simple power of one a day (by Seth Godin)

The simple power of one a day



There are at least 200 working days a year. If you commit to doing a simple marketing item just once each day, at the end of the year you've built a mountain. Here are some things you might try (don't do them all, just one of these once a day would change things for you):

•Send a handwritten and personal thank you note to a customer
•Write a blog post about how someone is using your product or service
•Research and post a short article about how something in your industry works
•Introduce one colleague to another in a significant way that benefits both of them
•Read the first three chapters of a business or other how-to book
•Record a video that teaches your customers how to do something
•Teach at least one of your employees a new skill
•Go for a ten minute walk and come back with at least five written ideas on how to improve what you offer the world
•Change something on your website and record how it changes interactions
•Help a non-profit in a signficant way (make a fundraising call, do outreach)
•Write or substiantially edit a Wikipedia article
•Find out something you didn't know about one of your employees or customers or co-workers

Enough molehills is all you need to have a mountain.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

The people who came before you (by Seth Godin)

The people who came before you



Maybe I'm not listening to your pitch because the 100 people who came before you abused my trust, stole my time and disrespected my attention.

Perhaps I'm not buying from you because the last time someone like you earned my trust, he broke my heart.

People are never irrational. They often act on memories and pressures that you're unaware of, though.

domingo, 16 de setembro de 2012

Como trabalhar e estimular o SEU riso



Como estimular e trabalhar o SEU riso

"May the Force be with you." (from Star Wars, frase de Han Solo)

Keywords: Optimismo, Riso, Atitude, Comportamento

Porque faz falta a muitos, inclusive a mim. Porque falar mal é sempre mais fácil do que falar bem. Porque não correm bons tempos nos dias de hoje e, por isso mesmo, temos que agarrar as coisas boas e elas andam por aí. Para isso, basta estar atento a elas ou procurá-las.

Por isto tudo e por muito mais , resolvi copiar, traduzindo, ajustado, acrescentando um ponto que pode dar um conto, de uma parte de um artigo do "El País". Trata-se de uma tradução de autor. O artigo chama-se " Frente a la ansiedad, risas", mas que ainda não está "achável" na WWW.

Seguem as dicas que o artigo propõe:
1 - Rodear-se de gente divertida, que contagie pelo optimismo e tenha "ganas" (gosto deste ganas) de viver. Estar a falar constantemente de problemas e só deles, NÃO é solução.
2 - Desinibir-se e deixar-se levar pelas coisas boas. Não tenha medo ou vergonha de se rir às GARGALHADAS.
3 - Procure "material" divertido. Livros, séries, textos, etc. Há muita coisa por aí. Se não se lembrar de nada, procure os Monthy Python
4 - Delicie-se com as lembranças positivas da sua vida. Recorde-se da sua ÚLTIMA GARGALHADA. Verá que se vai sentir melhor.
5 - Contemple-se a si e aos seus problemas através de uma LENTE DE HUMOR E DE OPTIMISMO. Será que esses problemas são tão importantes e relevantes? Amanhã ainda serão? Talvez não.
6 - Observe as situações pelos OLHOS DE UM OPTIMISTA.

Quando só se fala por aí de crise e os dias de sol que vão vir serão mais curtos e menos prováveis, fuja do pessimismo e do mau humor e ria...ria muito.

Descubra o palhaço que há em si. Afinal rir é um bom remédio, custa "bola" e é contagiante.

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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Voz do além



Voz do além
Engraçado quando chamamos alguém e ele não consegue perceber de onde vem o "chamamento". Olha, olha ...re-olha . Quase parece uma brincadeira de crianças.

sábado, 15 de setembro de 2012

"o" 15 de Setembro



Muitas bandeiras portuguesas, muitos cartazes dizendo isto e aquilo do governo e da troika. Alguns com graça; outros meios ofensivos. Muitos cânticos. Alguns recuperados de Abril.
Apenas uma bandeira partidária de um partido que parece que não nenhuma responsabilidade do que se passou.
Aguardemos pela próxima sexta-feira e pelo pós 15 de Setembro.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Be shorter



Shorter
(by Seth Godin


Please don't include the phrase, "I'll keep this brief," in your remarks.

Please don't quote Robert Browning or Ludwig Mies van der Rohe at us. If less is more, just give us less, not an explanation.

Say what you need to say, then leave. Less is actually more, and the length of your speech or your document has nothing at all to do with your impact or your status.


Por favor, não inclua a frase «Serei breve» nas suas observações.

Por favor, não nos cite Robert Browning ou Ludwig Mies van der Rohe. Se menos é mais, dê-nos menos, não uma explicação.

Diga o que precisa dizer e depois vá embora. Menos é realmente mais, e a extensão do seu discurso ou documento não tem nada a ver com o seu impacto ou estatuto.

domingo, 9 de setembro de 2012

Conheça os seus Clientes

Da leitura do "Digital Laeder", de Eric Qualman, recolhi esta, entre outras ideias:
Perguntar aos seus melhores 40/ 50 clientes :
- O que nos compra?
- Porquê nos compra?

Em regra, as respostas, em cada empresa, caem, maioritariamente, em um destes 5+ 1  grupos
1) Temos o produto que o Cliente quer a um preço justo.
2) Serviço ao Cliente.
3) Prazos de entrega excelentes.
4) Confiança
5) Porque temos um produto / serviço que é necessário ao processo.
0) Porque tem que ser assim. Outros factores de decisão são invocados

A análise dos resultados ajuda-nos a melhorar. A focar-nos nos que são realmente os nossos Clientes e mostra-nos o que fazemos de melhor.

Arranje um nicho. Faça o que sabe fazer melhor!

HEINZ - Produtos embalados em vidros transparentes

H. J. Heinz quando lançou os seus molhos no séc. XIX, percebeu a importância da "transparência" e da verdade.

Lançou -os em frascos transparentes.

O que pretendeu com o lançamento destas embalagens foi mostrar a pureza dos seus produtos.

Há época havia uma desconfiança enorme sobre as condições de higiene de produtos enlatados ou embalados. Com esta embalagem conquistou o mercado.

De modo a transmitir confiança aos Clientes, permitia visitas às suas instalações.

Falo-vos do séc. XIX.

Pequenas felicidades

Pequenas felicidades

Copiado de uma crónica publicada no "Globo" da Martha Medeiros
"Sair do dentista ouvindo a recomendação de voltar só dali a um ano. Praia com mar de cartão-postal. Festa boa. A luz voltar."
1. Cachorro-quente.
2. Na esteira de bagagens do aeroporto, sua mala estar entre as primeiras a aparecer.
3. Receber notícias de um amigo que você gosta muito e que andava sumido.
4. Ter recebido de presente a série inteira de "Mad Men" para assistir atirada no sofá.
5. Numa loja de CDs usados, por um preço irrisório, encontrar discos de Keith Jarret, Tom Waits, Chet Baker, Stan Getz e Miles Davis que você já teve em vinil e estupidamente se desfez.
6. Dentro do cinema, não haver ninguém conversando e fazendo barulho com papel de bala e saco de pipoca.
7.. Livros. Encantar-se por um autor que você não conhecia.
8. Revistas "TPM", "Lola", "Bravo", "Elle", "Vogue", "Joyce Pascovitch", "Claudia" - revistas de moda, cultura, entretenimento e decoração são sempre um luxo acessível, uma fantasia necessária.
9. Lareira.
10. Sair bem na foto.
11. Passar um fim de semana fora da cidade.
12. Num restaurante com os amigos, a última rodada ser brinde da casa.
13. Flores, folhagens, jardins, árvores, montanha.
14. Um bom programa de entrevista na tevê.
15. Rever as obras de um pintor que você gosta muito.
16. Taxista que não corre.
17. Prazos de validade bem visíveis nos produtos perecíveis.
18. Banho quente. Sem pressa pra sair.
19. Declaração de amor de filho.
20. Declaração de amor do seu amor.
21. Alguém encontrou e devolveu a carteira que você havia perdido com todos os documentos dentro.
22. Barulho de chuva antes de dormir.
23. Dia de sol ao acordar.
24. Massagem.
25. Acertarem no presente.
26. Receber um elogio profissional de alguém que você admira muito.
27. Subir na balança e descobrir que emagreceu.
28. Check-up que não acusa nenhum distúrbio de saúde.
29. Sair do dentista ouvindo a recomendação de voltar só dali a um ano.
30. Lembrar detalhes de um sonho bom.
31. Praia com mar de cartão-postal.
32. Festa boa.
33. A luz voltar.
34. Biografias bem escritas de personalidades interessantes.
35. A vibrante pulsação de um show ao vivo.
36. Um dinheiro extra que você não estava esperando.
37. Beijo.
38. Conversar longamente com sua melhor amiga. Tomando um vinho, melhor ainda.
39. Ter concluído satisfatoriamente todas as pendências da semana.
40. Seu time fazer o gol decisivo no último minuto - é preciso sofrer um pouquinho na vida.
41. Coca-Cola. Bombom. Pão com manteiga. Queijo.
42. Chorar de rir.
43. Quitar uma dívida.
44. Uma noite bem dormida.
45. Uma consulta altamente proveitosa na terapia.
46. Seu cachorro de estimação. Seu gato aninhado em seu colo.
47. Um corrupto que não conseguiu se safar.
48. Vaga pra estacionar bem em frente de onde você desejava ir.
49. Bicicleta.
50. Identificar suas próprias pequenas felicidades e, mesmo nem tudo dando certo, gostar da vida que leva.

Já pensou que todas ela podem acontecer num mesmo dia!!!


sábado, 8 de setembro de 2012

WORTH DOING

Worth doing?
(by Seth Godin)
One reason to do something is because you get paid to do it.

But it's sad to think that this might be the only reason to do something.

Now that you've got a skillset and trust and leverage and a following and the tools to make something happen, are you going to invest your heart and soul into something that's important or selling something you're not proud of?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

FRASES ASSASSINAS (o meu primeiro texto no Expresso do Sul)

FRASES ASSASSINAS

Seja qual for o seu sonho, comece. Ousadia tem genialidade, poder e magia. (Goethe)

Keywords: Gestão; Decisão; Atitude

Ao iniciar esta colaboração com o “Expresso do Sul” pretendo espicaçar a curiosidade e a inquietude de quem vai ler estes textos.
Escreverei sobre assuntos de Gestão, Força de Vendas, Marketing…mas penso que todos os leitores poderão retirar algo desta leitura, mesmo aqueles que julgam que o tema não se aplica a eles.

Não tenho pretensão de escrever textos teóricos densos e infindáveis; nem tenho capacidade para tal. Proponho-vos um pequeno manual, com assuntos variados, dentro desta área do saber: a Gestão. Lidamos com ela todo o dia; ela está sempre presente.
Começo com uma referência aos nossos “Velhos do Restelo”. Eles estão (e estarão), infelizmente, sempre presentes. Vou-vos apresentar “As Frases Assassinas”. Trata-se de uma palestra dada pelo Professor Agrícola Bethlem da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Estas frases / preconceitos são inibidores do nosso desenvolvimento, da nossa criatividade… Há que saber ultrapassá-las….para conquistarmos vitórias, mesmo que sejam simples e pequenas. Aqui vão:
1 - Nós já tentámos isso,
2 – Isso não é da nossa responsabilidade,
3 – Não é nosso problema,
4 – É uma mudança muito radical,
5- Vai tornar o nosso equipamento obsoleto,
6- A nossa empresa é muito pequena,
7 – Vamos pôr os pés no chão,
8- Por que mudar se está a funcionar,
9 – Não estamos preparados para isso,
10- Burro velho não aprende línguas,
11 – É impossível de vender,
12 - Será que os nossos clientes querem,
13 – No nosso ramo não dá certo,
14 – Nunca foi testado,
15 – Vamos nomear uma comissão para estudar o assunto.

Enunciei alguns dos comportamentos típicos de quem gere, de quem decide, de quem trabalha. Com este tipo de respostas não aprenderemos, não evoluiremos.

Lembro-me de um professor interrogar-nos, já todos nós a trabalhar, sobre há quanto tempo trabalhávamos e o que tínhamos feito. Grande percentagem das respostas indicavam que muitos de nós trabalhávamos já há um tempo considerável, desempenhando sempre as mesmas funções. Ora, a nossa experiência profissional seria extensa em tempo a resolver sempre os mesmos problemas, mas muito mais curta e limitada a fazer crescer na Empresa. Passávamos todos muito tempo a fazer sempre o mesmo, da mesma maneira, com as mesmas pessoas e com os mesmos resultados.

"O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo."(Winston Churchill)

João Paulo Marques
O tempo não pára, não pare você também.
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@joaodavespa

2007

The best way to learn marketing (by Seth Godin)

The best way to learn marketing (by Seth Godin)



...is to do marketing.

Do it on the weekends. Volunteer and do it for a non-profit. Fundraise. Run a business online. Market a kid's lemonade stand.

When you put your ideas in the world, then, and only then, do you know if they're real.

Not expensive, merely frightening.

PS: Ponha a mão na massa

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

ANTECIPE A SUA ENTRADA NOS COSTUMERS - SEJA PROACTIVO


ANTECIPE A SUA ENTRADA NAS EMPRESAS - SEJA PROACTIVO

KEYWORDS: New Business, Gestão, Clientes, Prospects, Proactividade

"Um, dois e três, toca a fazer" - Cancioneiro educativo


A proactividade pode ter muitas formas, formatos, atitudes, comportamentos. Fala-se muito hoje dia em Proactividade e de ser Proactivo e da importância de o ser.

Mas como há tantos profissionais que não gostam de ser proactivos. Não gostam de trabalhar o new business, de procurar novos Clientes ou Mercados.
Este tipo de trabalho, como se sabe, é muitas vezes ingrato, cansativo, esgotante. Necessita muita paciência e força de vontade, sobretudo quando os ciclos de compra são longos.

Imagine que é um vendedor de sistemas informáticos ou azulejos para uso doméstico, dois mercados completamente diferentes. Pode ter muita dificuldade em arranjar novos Clientes nos dias de hoje. Mas só os conseguirá de forma sistemática se, entre várias qualidades e características pessoais que necessita ter, que uma delas seja a proactividade.

Tem também que se lembrar que quando toma a iniciativa de contactar algum Cliente, este pode estar a pensar o seguinte: "É este Fornecedor que eu quero para o meu futuro?". É essa pergunta que você, Fornecedor, deve antecipar.

Claro que também que há Clientes que não queremos atender, a não ser em determinadas condições. Para além dos Clientes que não se mostram rentáveis para as Empresas. O Princípio de Pareto é um bom divisor de águas nestes casos.

Mas voltando à proactividade. Trabalhei muitos anos na indústria gráfica, digo-vos que aqui a concorrência é muito agressiva, em todos os aspectos. Neste sector apanhei concorrência saudável e nada saudável. Acontece, sobretudo, em mercados que são muito relacionais e os Clientes e Fornecedores muito bem identificados, entre outras pequenas coisas.

Vendia, entre outros, produtos customizados. O que me diferenciava era o padrão de serviço que eu colocava no meu trabalho e proactividade. O que eu fazia? Pegava num display, decorava-o com as cores de algum produto da empresa ou as cores institucionais e deixava-o identificado na organização em que eu queria entrar .

Algumas vezes consegui avisar previamente que iria deixar uma proposta na recepção. Noutras situações, só sabia o nome do profissional a quem era dirigido o protótipo quando o entregava nas empresas, se me fosse dito. Temos que ter em mente que algumas secretárias ou telefonistas nada dizem por telefone, mas já o fazem quando aparecemos. Algumas vezes ficava apenas para o departamento de Marketing ou Compras.

Esta prática, algumas vezes, fazia com que aos olhos de alguns Prospects, a nossa empresa, e eu em particular, já fossemos candidatos a sermos seus fornecedores.
Mas há outras maneiras de conseguir acelerar o contacto com Prospects. Em regra, nas primeiras reuniões, perde-se algum tempo com apresentações do que foi a nossa empresa no passado. Pode-se ganhar tempo nestes encontros enviado, previamente , informação generalista sobre a sua organização ou deixando material impresso ou digitalizado sobre mesma, ficando nós disponíveis para falar do que fomos e somos, se for necessário.

Caso tenha sido contactado para resolver algum problema causado por terceiros, fale sobre as soluções que tem para o resolver. Noutras situações , tente antecipar soluções que pense que podem ser válidas e interessantes para o Cliente / Prospect.
Em 2005, numa entrevista de emprego, deparei-me com um possível empregador que tinha uma página WEB estática e sem informação. Só constava o logo e, eventualmente, o telefone. A minha candidatura ao lugar em aberto foi feita com os elementos habituais, CV e carta de apresentação, e uma folha à parte questionando o porquê do site daquela maneira e de não comunicar com os seus inúmeros Clientes pela net. Era uma empresa que tinha perto de uma centena de referências nos lineares. Consegui o emprego, em parte, por este meu atrevimento.

Muitos fornecedores também têm receio de transmitir as suas ideias antes de alguma coisa, leia-se e entenda-se "contrato", ter sido assinado. O facto de conseguirmos conquistar um Cliente novo pode ser devido apenas, e somente, por nós, Empresa, falarmos sobre as nossas ideias e sobre o que podemos fazer de diferente ou de modo disruptivo. Por isso, há que expor as nossas ideias e soluções. Se a sua mais- valia para o mercado está em soluções de pouca tangibilidade, não há como não falar delas e expô-las.

Para poder identificar o que pode ser uma presença proactiva e trabalhar para que passe a ser mais proactivo, tem estes 7 pontos:
1. - Procuraram, de modo sistemático, novas oportunidades.
2. - Antecipam problemas; apresentam soluções.
3. - Estabelecem objectivos ambiciosos e de rotura.
4. - Comportam-se de modo diferente. São focados, perseverantes e esforçados
5. - Atingem resultados inesperados e visíveis.
6. - Gostam da incerteza e são empreendedores.
7. - Serem Hunters (e não farmers).

Procure trabalhar melhor estes 7 pontos e verá resultados.



João Paulo Marques
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

ATALHOS - Ou como aumentar o seu tempo útil

ATALHOS - Ou como aumentar o seu tempo útil


"A man who dares to waste one hour of life has nos discovered the value of life" Charles Darwin

Keywords: Gestão do Tempo, Lisboa, TED

Descobrir atalhos é bom. Tento descobri-los sempre nos trajectos que mais vezes faço. Em regra, fico satisfeito com os resultados.

Excepto aquelas vezes em que o trânsito está todo engarrafado e parece que cada decisão que tomamos de modo a nos safarmos do trânsito resulta ainda em mais tempo perdido.

Vou conseguindo descobrir uns porque gosto de me perder por Lisboa e por outros lugares por onde ando. Algumas vezes pode parecer ariscado e é, mas tive sempre sorte. Lembro-me a primeira vez que estive no Rio de Janeiro que saí do autocarro (ônibus) na paragem da Rocinha e entrei um pouco lá para dentro.

Outras descobertas em virtude da procura de atalhos foram o restaurante Everest da Montanha, lá para os lados da ginginha do Rossio, aberto o ano todo e até tarde e um "inexistente" gabinete de design que descobri numa dessas buscas de atalhos. Vejo um dia a entrar por uma porta uma série de displays. Como vinha a fazer algumas vezes esse atalho ,resolvi parar lá no dia seguinte. Nessa vez não dava porque ia com hora marcada para chegar. Descobri um pequeno atelier que, mais tarde, ainda veio a fazer uns trabalhos comigo. Nada de encher o olho...mas era trabalho

O facto de andar por aí de moto também me permite descobrir atalhos, novos cantos e recantos, becos e outros lugares que de carro ou a pé poderiam ser inacessíveis. Mas o bom também é descobrir atalhos pedestres que facilitam a nossa vida ou nos levam a descobrir novas vistas. No primeiro caso estamos a poupar tempo e, cada vez mais, parece que ele é mais escasso. Cada vez mais há mais coisas para fazer, mais opções. Estas vão desde os 30m diários que queremos dedicar a andar de bike ou a ler um livro noutro idioma que não o nosso, todos os dias, até tempo que muitas vezes parece não termos para estar com a família ou a aprender alguma coisa na WWW. Muitos talvez não conheçam, mas passem os olhos no www.ted.com e maravilhem-se.

Outos atalhos que muitas vezes não fazemos o uso conveniente deles são os que estão disponíveis no nosso teclado do PC. Existem vários e muito úteis. Vejam estas dicas ou procurem "atalhos" no vosso motor de busca.

Qualquer dos atalhos que vos proponho, são enriquecedores do vosso tempo. Quer a descobrir novas vistas, quer a poupar o seu tempo. Este, cada vez mais precioso.



Foto tirada no miradouro da Nossa Senhora do Monte. Descoberto numa busca por lugares com boa vista e que uma cidade como Lisboa, com as suas 7 colinas, proporciona.





João Paulo Marques
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sábado, 1 de setembro de 2012

Olhar nos olhos

Olhar nos olhos

Quando falamos com os outros devemos olhá-los nos olhos.

Este comportamento inspira confiança aos outros e transmite, a si , confiança também no que está a dizer e a marcar a sua presença. E como este comportamento é importante no desenrolar das conversas

Muitas vezes esta tarefa torna-se mais difícil quando falamos do que quando escutamos.

Para ultrapassar esta dificuldade tente fixar-se num olho do seu interlocutor e mudar para o outro.

Vai ver que rapidamente passará a encarar os interlocutores nos olhos, nos dois olhos.

How to act in the Digital World


To meet new people of foster existing relationship digitally we need to be less concerned with what is good for us and more concerned with is good for society . What is the social good? We can do this showcasing to our audience of potential followers that:
• We care about them
• We provide items and information of value to them
• We are honest and diligent

If we follow these rules, then we will never be short of connections.

From "Digital Leader" by Erik Qualman

Selecting a Digital Mentor

Selecting a Digital Mentor/ Pay attention to

Who is he conversing with?
What topics does he post and in what tone?
Why does he post?
When does he post?
Where does he post and what tools or sites does he use?


From "Digital Leader" by Erik Qualman

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

3. O futuro é dos nexialistas


Pontes
3. O futuro é dos Nexialistas

Keywords: Boas práticas, Network, Nexialistas, Redes

"Já fomos generalistas e passamos a ser especialistas. Hoje, temos a necessidade do nexialista, que não é exatamente quem sabe a resposta, mas quem sabe o que e para quem perguntar. Diante da complexidade do mundo, é preciso ter alguém que encontre nexos."

Retirado de uma entrevista de Walter Longo, Vice da Y&R

Ao que acrescento (retitado da Net http://www.nexial.com.br/nexialistas.html)

"Hoje em dia, o mercado apresenta abundância de especialistas, prontos para defender com unhas e dentes a eficiência de sua ferramenta e sem a menor noção ou vontade de avaliar a importância relativa das alternativas.

Apresenta também um enorme contingente de generalistas, propondo diagnósticos rápidos e superficiais e soluções padronizadas para todo e qualquer problema.

Faltam no mercado empresas e profissionais com uma visão sinergética e isenta que permita ter ideias e buscar soluções integradoras de múltiplas ferramentas e múltiplas abordagens, sem peso específico ou ênfase preconcebida a nenhuma delas. Faltam nexialistas!"


Adenda de 2014


Ideia reforçada com um artigo sobre o rei da cachaça artesanal em Salinas. Ele tem algumas, entre as quais, a Seleta e a Boazinha.
Afirma o “caçhacista” algo como isto: não tenho pretensões de saber tudo. Tenho sim o número de telefone de quem sabe.

João Paulo Marques
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First, connect (by Seth Godin)

First, connect

In the connection economy, there's a dividing line between two kinds of projects: those that exist to create connections, and those that don't.

The internet is a connection machine. Virtually every single popular web project (eBay, Facebook, chat, email, forums, etc.) exists to create connections between humans that were difficult or impossible to do before the web.

When you tell us about your business or non-profit or public works project, tell us first how it's going to help us connect. The rest will take care of itself.

O MEU PRIMEIRO LP E MU EPRIMEIRO CD - Ou um pouco mais do que isso

O MEU PRIMEIRO LP  E O MEU PRIMEIRO CD - Ou um pouco mais do que isso

"Do or do not. There is no try. "(Ioda)

Keywords: Experiência, Gestão, Tomada de Decisão, Ouvir

Acho que não comecei mal. O meu primeiro LP (ou bolachão) foi o Peter Gabriel I e o meu primeiro CD foi um do Machito. Nessa altura ainda não tinha leitor de CD´S.
Engraçada a história do LP. Juntava umas coroas e, quando perfazia, talvez uns 20 escudos, ia andar de moto alugada para o Campo Grande. Devia ter uns 14 anos. Ia na companhia dos amigos mais velhos. Alugava uma maxi-puch, uma quase bicicleta.

Andávamos pelo Campo Grande e arredores. Grandes aventuras vividas e rezando para que a polícia não nos mandasse parar. Outros tempos. A ideia de começar a comprar música regularmente veio de ouvir a conversa dos mais velhos. Um tal de Pedro Pichas falava muito sobre música. Eu ouvi a conversa dele e fiquei curioso. Toca a comprar o tal do Peter Gabriel I.

Ainda bem que ouvi a conversa. A partir desses tempos fui coleccionando música. A capa desse LP, como mais dois do Peter Gabriel, estão autografadas pelo próprio.
Já o CD do Machito apareceu numa fase em qua a música cubana, mais precisamente o Jazz Latino, foi-me dado a conhecer e começou a ter alguma expressão em Portugal. Boa compra! Antes de ter o leitor de CD´s já tinha uns poucos de discos. Fiquei com saudades de o ouvir...vou tratar de resolver isso.

Estes três momentos distintos apresentam alguns comportamentos que devemos ter na nossa vida. Ouvir, arriscar, planear.

O primeiro passa por ouvir. Neste caso prestei atenção ao que se falava. Tomei conhecimento de algo, não digamos novo, mas pouco explorado por mim até à data.
Passei a canalizar uma boa parte da mesada e a fazer umas poupanças com o firme propósito de comprar música.

O segundo momento tem a ver com o pisar o risco, o arriscarmos, o descobrirmos o meio que nos envolve e nós mesmos. Erik Qualman no seu livro "Digital Leader" escreve "Fail forward, Fail fast, Fail better". Este caminho, esta sequência, leva-nos a irmos melhorando e a conseguirmos atingir os nossos objectivos e ultrapassá-los. Dificilmente se acerta sempre à primeira e todas as vezes. Há que ir tentando, persistindo, melhorando, etc.

Por fim, antecipar o que parece vir a ser óbvio e tomar uma atitude, uma decisão. Tinha a certeza que o leitor de Cd´s estava perto de ser comprado. Quando chegou a casa já tinha alguma música para poder disfrutá-lo. O facto de anteciparmos algumas momentos que irão aparecer só nos vai preparar melhor para o futuro.

Por fim, e um pouco resultado destas três anteriores ideias, o processo de tomada de decisão com que temos que lidar diariamente, vai ser melhorado e acelerado.

À velocidade com que tudo acontece, não será conveniente termos processos longos de decisão. Poderá valer a pena decidirmos mais depressa e ir afinando o nosso trajecto.

O facto de postergarmos as decisões pode fazer com que saíamos antecipada e inesperadamente do jogo, que percamos oportunidades, que sejamos ultrapassados.

As oportunidades, bem como a concorrência, são enormes e imensas. Seja proactivo.


João Paulo Marques
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